15 junho, 2011

Convidado do mês de Junho de 2011: A. DASILVA O. FALOU E DISSE SEM TIRAR O CHAPÉU A TALHO DE FOICE | WAF www.worldartfriends.com

P: Como tudo começou?
R: Nas cagadeiras do Estado Poético .

P: Trinta anos?
R: Entre as balas, sempre a cavar a mesma trincheira, vala comum
denunciando os cadáveres  que os Cães –assassinos  enterram desde a noite dos tempos

P: E …o resto…será Literatura?
R: Será o que Deus não quer

P: ?
R: Sorriso

P: Então esse Gajo não está morto?
R: E bem morto, como todos os poetas.
Somos a prova da sua Morte.

P: Então estou a entrevistar um morto?
R: Enquanto cava a tua sepultura

07 junho, 2011

Carta aberta aos eleitores:de regresso de uma viagem à Utopia onde contraí a malária, poeta moribundo me confesso vomitando as sagradas escrituras que preparam os festejos da chegada do Impossível

queda do pano
Quem não morre mata
local do crime relvado


vendo que a sua acção não tivera qualquer tipo de destaque voltou ao local do crime onde uma nuvem de insectos se lhe abraçou depois de afastar o pano

entra em cena e tenta mostrar as injustiças quando é baleado o pano cai ainda se ouvem as palmas mas nada de acção







o bom fim democrático
fotos de antónio s. oliveira