25 setembro, 2015

Aí está o sol do fim-de-semana que se aproxima tal meteorito, diz o poema, prova em papel para revisão de provas do próximo número o #17 da Piolho Negro

Mais uma excelente capa de Meireles de Pinho











PIOLHO Revista de Poesia
« A filosofia, tal como usamos a palavra, é uma luta contra o fascínio que as formas de expressão exercem sobre nós» L. Wittgenstein, in O Livro Azul.
Avelino Sá( “O caminho da montanha” págs 2 e 48), Teixeira Moita, Alexandra Antunes, Ernesto Rodrigues, Pedro Águas, Eduardo Quina, Fernando Guerreiro, Rui Carlos Souto, Virgílio Liquito, José Emílio-Nelson, João Meirinhos, Miguel Sá-Marques, Fernando Esteves Pinto, Fernando Cardo, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, João Henrique Alvim, Vitor Gil Cardeira, Humberto Rocha, Marco Araújo, José Guardado Moreira, Fernando Martinho Guimarães, Rui Esteves, António Pedro Ribeiro, A. Dasilva O., e François Villon




fazem mais ou menos por esta desordem este
Número
PIOLHO Negro
O outro lado do poema
o décimo sétimo outubro 2015
Arranjo gráfico e Capa: Meireles de Pinho
Editor: António S Oliveira




Tiragem: 200 ex.
Edições Mortas  www.edicoes-mortas.com
www.edicoes-mortas.blogspot.com
Black Sun editores


18 setembro, 2015

PIOLHO #17 NEGRO, o outro lado do poema, está fechada a primeira fase

PIOLHO #17 NEGRO, o outro lado do poema,  está fechada a primeira fase e alguns colaboradores: Teixeira Moita, Alexandra Antunes (aqui reproduzimos um dos seus trabalhos), Ernesto Rodrigues, Pedro Águas, Eduardo Quina, Fernando Guerreiro, Rui Carlos Souto, Virgílio Liquito, José Emílio-Nelson, João Meirinhos, Miguel Sá-Marques, Fernando Esteves Pinto, Fernando Cardo, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, João Henrique Alvim, Vítor Gil Cardeira, Marco Araújo, José Guardado Moreira, Fernando Martinho Guimarães, Rui Esteves, António Pedro Ribeiro,...., (contem com ele na primeira semana de outubro mais coisa menos coisa)

fazem mais ou menos por esta desordem este
Número
PIOLHO Negro
O outro lado do poema

14 setembro, 2015

Depois do 11 de setembro voltou a ser possível a poesia, diz o poema

                                                                                                                                                                                                                                                            Depois diz que a musa tem formigas, diz o poema





sem poesias, pusias ou retóricas, diz o poema, um migrante, refugiado e pária um poeta é






Ser poeta é,
não ser cera,
diz o poema, e tal como diz a fonte,
Estou contaminada bebida
Partirá desta pra outro monte
onde ser já era

E agarrada ao poema bêbado
Leonor mija flores pirilampo
Já fonte não sou,
diz o poema, insegura
No seu barril de pólvora estéril







tristeza é uma festa, diz o poema
Depois do 11 de setembro voltou a ser possível a poesia, diz o poema    digo e repito, diz o poema, este poema não foi escrito por mim
Cão que ladra não fala, diz o poema


Desfaço-me na Alma e não na boca, diz o poema

Não, eu não estou na Feira-do-Livro-do-Porto por estar esgotado, diz o poema, querendo peçam os meus restos imortais " EXCREMENTOS" no pavilhão 7 Matéria Prima