19 novembro, 2015

Novidades para este Inferno com o reaparecimento das N edições, consta que neste regresso ao útero foi encontrado um inédito do esquecido poeta Choupe la Peace, uma pedrada no charco, em 2016 daremos mais pormenores, para já registe estas duas granadas para o sapatinho ohohohohoho ohohohohoho ohohohoh

As Edições N voltam a atacar e aqui se reproduz a capa do 1º título 

5 anos depois aparece o "Sol para presas" nº 2 da colecção Trabalhos Negros, Ed. Mortas, livro de fotos que o autor, António S. Oliveira  recolheu digitalmente quando passeava com o seu filho Fausto da Silva Oliveira 

16 novembro, 2015

Uma máquina de escrever-dadá, diz o cadáveresquisito A cultura mata, diz o poema

Paris é uma festa televisa de vó-mitos, de valores, de paz e amor..., cinzas onde o terrorismo renasce como um estado de direito, diz o poema



o poder da câmara ardente, diz o poema




e por cá o Porto 
em estado de choque sem cultura, 

 O coração da cidade, Porto, é um gato pingado, diz um poema

Estás fodido, Nobre, com o desaparecimento do grande timoneiro coolturall, estás cada vez mais SÓ, diz o poema



 
uma máquina de escrever dadá, diz o poema
Je suis completement Mallarmê, diz o poema mal-amado

O Tédio em Paris está a ser vítima de terrorismo e foi feito refém, diz o poema de última hora

Fodo, e não saio de cima, diz o poema



Será que tal como no sistema bancário há um Novo Terrorismo Processado e o obsoleto e tóxico Terrorismo Mau?



Deve ser o terrorismo só literário e as nossas cruzadas um terrorismo de sofá e, ou de bancada, observando de braços cruzados os paineleiros valores das sagradas escrituras e suas raízes d'aço de fazer da carne humana verbo de encher?, diz o poema filho de Deus









02 novembro, 2015

Cães que não sabem onde enterraram os ossos, os fascistas

os meus ossos são a liberdade livre


A vida é uma nítida perda de tempo, diz o poema




tal como a desgraça nunca venho só, diz o poema, trago sempre a arma dum crime perfeito e o seu esquisito cadáver





O bêbado e a solidão
Num quarto duma pensão
Cabaleiam uma dança de salão
E sopram no balão
Toda a sua maldição
Diz o poema