30 outubro, 2010
29 outubro, 2010
27 outubro, 2010
26 outubro, 2010
o perfil do verdadeiro «deletor»
eles estão entre nós mas quem os ouve
não essa coisa de redes sociais e outras tretas
só fazem sentido para denunciar
e horas a fio deliciam-se na nobre arte
de atear fogo amigo
depois é claro que esperas tu
bem faço eu que estou acima dessa porra
mas verdadeiramente
em matéria de facto
estão e masturbam-se
com as deliciosas censuras por eles provocadas
e depois o sistema
e os probes de espírito
limitados da era digital
e por ela perseguidos
estás a ficar paranóide e com a mania da perseguição
acrescentam ao seu perfil
que são atitudes que lhe dignificam
a vida privada
a mim ninguém me toca
sorri com a retina alagada
nas redes sociais
que tanto abomina
não essa coisa de redes sociais e outras tretas
só fazem sentido para denunciar
e horas a fio deliciam-se na nobre arte
de atear fogo amigo
depois é claro que esperas tu
bem faço eu que estou acima dessa porra
mas verdadeiramente
em matéria de facto
estão e masturbam-se
com as deliciosas censuras por eles provocadas
e depois o sistema
e os probes de espírito
limitados da era digital
e por ela perseguidos
estás a ficar paranóide e com a mania da perseguição
acrescentam ao seu perfil
que são atitudes que lhe dignificam
a vida privada
a mim ninguém me toca
sorri com a retina alagada
nas redes sociais
que tanto abomina
25 outubro, 2010
22 outubro, 2010
o declínio moral do team facebook
Carregaste uma foto que viola as nossas Condições de Utilização, por isso, esta foi eliminada. O Facebook não permite fotos que ataquem um indivíduo ou um grupo, ou que contenham nudez, consumo de drogas, violência ou outras violações das Condições de Utilização. Estas políticas são concebidas para garantir que o Facebook continua a ser um ambiente seguro e de confiança para todos os utilizadores, incluindo as muitas crianças que utilizam o site.
Se tiveres alguma dúvida ou receio, podes visitar a nossa página» aceito mas não concordo que o texto ao qual associei a ilustração fosse apagado, censurado: -Psd Coelho sacrificialmente preparando-se para o banho orçamental- .
19 outubro, 2010
18 outubro, 2010
PIOLHO, revista de Poesia,As Edições Mortas e a Black Sun editores têm o prazer de o/a convidar para o lançamento informal da revista de Poesia, Piolho, no próximo dia 23 de Outubro com inicio às 16h, no Café Piolho, local: Praça Parada Leitão nº45 Porto, Portugal
15 outubro, 2010
08 outubro, 2010
Danças com abutres
«Um viajante chega a uma cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção,
entrega duas notas de 100,00 euros e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante inspecciona os quartos, o gerente do hotel sai
correndo com as duas notas de 100,00 euros e vai à mercearia ao lado
pagar uma dívida antiga, exactamente de 200 euros.
Surpreendido pelo pagamento inesperado da dívida, o merceeiro
aproveita para pagar a um fornecedor uma dívida também de 200 euros
que tinha há muito.
O fornecedor, por sua vez, pega também nas duas notas e corre à
farmácia para liquidar uma dívida que aí tinha de... 200,00 euros.
O farmacêutico, com as duas notas na mão, corre disparado e vai a uma
casa de alterne ali ao lado liquidar uma dívida com uma prostituta.
Coincidentemente, a dívida era de 200 euros.
A prostituta agradecida, sai com o dinheiro em direcção ao hotel,
lugar onde habitualmente levava os seus clientes e que ultimamente não
havia pago pelas acomodações. Valor total da dívida: 200 euros. Ela
avisa o gerente que está a pagar a conta e coloca as notas em cima do
balcão.
Nesse preciso momento, o viajante retorna do quarto, diz não ser o que
esperava, pega nas duas notas de volta, agradece e sai do hotel.
Ninguém ganhou ou gastou um cêntimo, porém agora toda a cidade vive
sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com
confiança!»
O nº 11 da revista 'O Comuneiro' está em linha
O aspirador centrípeto da grande finança internacional aperta as suas tenazes sobre os trabalhadores e a “classe média” portuguesa, por intermédio do servil governo de Lisboa. O povo do Maputo saíu à rua contra a fome e o governo da FRELIMO sujou as mãos com o seu sangue, para depois recuar. Enquanto isso, no Brasil vive-se uma hora fugaz de euforia afirmativa do “seu” capitalismo no mundo, pela mão de um ex-operário barbudo que sempre soube “dar um jeito”. A grande roda da história vai girando com seu rangido de fundo monótono, por vezes com lances inesperados e irónicas piruetas, mas sempre amassando impiedosamente a carne viva das multidões laboriosas para dela extrair o suco da riqueza social apropriada por uns quantos, na forma de artefactos civilizacionais, que nestes tempos de decadência capitalista são cada vez mais um miasma de ostentação impudente e presunçosa insignificância.
Neste número de ‘O Comuneiro’, abrimos com um ensaio, já de há alguns anos, do filósofo madrileno Santiago Alba Rico, que, apesar de relativamente jovem, é um dos mais profundos críticos contemporâneos do capitalismo e do feérico dilaceramento antropológico que ele produz. ‘El naufrágio del hombre’ é precisamente o título do seu último livro, escrito em colaboração com o seu companheiro intelectual de há muitos anos Carlos Fernandez Líria, de quem publicamos igualmente um artigo. Trata-se de uma homenagem a Paul Lafargue, genro de Marx e membro destacado da primeira geração de intelectuais marxistas franceses, que é também um elogio ao sistema produtivo actualmente vigente da sua nativa Cuba, precisamente naquilo em que ele soube superar (por desígnio ou por necessidade) o modelo estalinista de desenvolvimento industrial extensivo e ecocida.
É precisamente da Cuba actual, na sua encruzilhada histórica, que nos fala o artigo de Narciso Isa Conde - comunista da vizinha ilha da Hispaniola e acompanhante da revolução cubana desde a primeira hora – nesta hora em que se preparam reformas profundas na sua estrutura de emprego e o seu próprio "modelo económico" está em discussão, da qual nos chegam apenas alguns reflexos maliciosamente distorcidos por intermédio da grande imprensa corporativa transnacional. Emir Sader fala-nos também de outros equívocos ideológicos correntes na análise dos acontecimentos sociais e políticos contemporâneos, em particular na América Latina.
Na frente de luta que se constitui contra as ameaças aportadas à civilização e à própria humanidade por este capitalismo agonizante, foi dado um importante passo, com a realização da I Conferência Mundial dos Povos sobre Mudança Climática e os Direitos da Mãe Terra, na cidade boliviana de Cochabamba, cidade lutadora e vencedora, dez anos atrás, contra os criminosos planos de privatização da sua água municipal. Publicamos neste número de ‘O Comuneiro’ o documento final aprovado nesta conferência, que é uma peça política de grande significado - na linha do eco-socialismo e de uma certa ressacralização da relação humana com a natureza – com objectivos políticos político traçados de forma muito concreta e tangível.
A parte mais destituída da humanidade está confrontada com um perigo muito real e imediato de fome, em grande escala, em resultado das especulação bolsistas com colheitas e produtos alimentares, conforme nos expõe com clareza e penetração Michael Krätke, um grande pensador social contemporâneo que nos vamos esforçar por manter entre os nossos colaboradores regulares.
A crise da finanças públicas atacou de frente a Europa, mais exposta à agressão por parte dos grandes especuladores mundiais, dada a sua fragilidade e incongruência institucional. Neste número publicamos um interessantíssimo documento fundador do ‘Comité Grego contra a Dívida’, cujos princípios bem gostaríamos de ver transpostos e replicados em Portugal. Publicamos também o ‘Manifesto dos economistas aterrados’, que embora distante dos nossos próprios propósitos e concepções, é um documento de grande valia e interesse, na crítica à continuada hegemonia da ortodoxia neoliberal na Europa, e também por assinalar a emergência de focos de inquietação e vozes dissidentes, em favor de uma “outra Europa”, no seio das suas próprias classes profissionais dirigentes.
De Michael Lebowitz, que já é nosso amigo a colaborador habitual, publicamos dois documentos de reflexão muito sintética sobre os desafios que a situação política actual no mundo coloca aos intelectuais apostados na sua transformação revolucionária. Do veterano Edgar Morin e de André Tosel, publicamos um interessante diálogo sobre a relevância do pensamento de Marx para os desafios do nosso tempo. Finalmente, o nosso editor Ângelo Novo faz um breve apanhado descritivo e analítico sobre a proposta de criação de uma “Quinta Internacional”.
Ângelo Novo
Ronaldo Fonseca
07 outubro, 2010
02 outubro, 2010
25 setembro, 2010
24 setembro, 2010
Quando o tlm toca
- Boa noite, fala Afonso Henriques e pergunto-lhe se tem cinco minutos do seu tempo, para responder a um pequeno inquérito sobre a relação que tem com o seu gestor de contas e pontuar de um a dez ?
- sim, gosto muito do meu gestor de conta, apesar de não o conhecer pessoalmente, respondo
- sendo assim não sei se pode responder ao inquérito, aguarde um momento que vou tentar saber se pode
Lady Gaga aparece com o seu fato de carne e osso e voz de zombie
interrupção
- obrigado por ter esperado, mas estava com razão não conhecendo pessoalmente o seu gestor de conta não poderá responder ao inquérito
pum
foto: António S. Oliveira
- sim, gosto muito do meu gestor de conta, apesar de não o conhecer pessoalmente, respondo
- sendo assim não sei se pode responder ao inquérito, aguarde um momento que vou tentar saber se pode
Lady Gaga aparece com o seu fato de carne e osso e voz de zombie
interrupção
- obrigado por ter esperado, mas estava com razão não conhecendo pessoalmente o seu gestor de conta não poderá responder ao inquérito
pum
foto: António S. Oliveira
21 setembro, 2010
Luckas Blade vs. A. Dasilva O.
acabamos de ser informados que o sr Luckas Blade não permite uma página na Wikipedia sobre o poeta A. Dasilva O.
21h42min de 14 de setembro de 2010 Luckas Blade (discussão
contribs) apagou "A. Dasilva O." (: o conteúdo era: '{{Usuário:Salebot/Lixo
Salebot (discussão) 21h02min de 14 de setembro de 2010 (UTC)}} '''A. Dasilva O.''' não nasceu foi inventado. É poeta: entre outros editou na Casa Museu ..)
21h42min de 14 de setembro de 2010 Luckas Blade (discussão
contribs) apagou "A. Dasilva O." (: o conteúdo era: '{{Usuário:Salebot/Lixo
Salebot (discussão) 21h02min de 14 de setembro de 2010 (UTC)}} '''A. Dasilva O.''' não nasceu foi inventado. É poeta: entre outros editou na Casa Museu ..)
15 setembro, 2010
14 setembro, 2010
12 setembro, 2010
20 agosto, 2010
A arte de ser ppportuguês

A arte de ser ppportuguês
“Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,
paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba , pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando,prosseguiu para Paranavaí,
pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas, porém
posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém
personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para
permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para
Paris , passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos,
porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los
parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente
pelo Pico, pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada,
provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam,
permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando
pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos
perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando,
porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos
pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal .
Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque
pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos
portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para
Portugal , pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou
perante políticos, populares, pobres, pedintes.
- Paris ! Paris ! - proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la
permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal , Pedro
Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província.
Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para
Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido,
perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão
principal. Porém, Papai Procópio
puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?-
Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém preferindo,
poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois
pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou
pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia
pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela
ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro,
pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus,
piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar
pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras
pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro
profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar
pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente
Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios,
pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia
pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes
pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir
perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...”
19 agosto, 2010
"Igreja "Anarquista"(vade retro!!!!) dos Sagrados Pêlos da Barba dos Apóstolos da Revolução e dos Seus Mártires"... PÔRRA!!!

"Eu, Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha de S. Paulo, e Rafael
Garcia, repórter do jornal, decidimos abrir uma igreja. Com o auxílio
técnico do departamento Jurídico da Folha e do escritório Rodrigues Barbosa,
Mac Dowell de Figueiredo Gasparian Advogados, fizemo-lo. Precisamos apenas
de R$ 418,42 em taxas e emolumentos e de cinco dias úteis (não
consecutivos). É tudo muito simples. Não existem requisitos teológicos ou
doutrinários para criar um culto religioso. Tampouco se exige número mínimo
de fiéis.
Com o registro da Igreja Heliocêntrica do Sagrado Evangélio (atenção, não é
evangelho)e seu CNPJ, pudemos abrir uma conta bancária na qual realizamos
aplicações financeiras isentas de IR e IOF. Mas, esses não são os únicos
benefícios fiscais da empreitada. Nos termos do artigo 150 da Constituição,
templos de qualquer culto são imunes a todos os impostos que incidam sobre o
patrimônio, a renda ou os serviços relacionados com suas finalidades
essenciais, as quais são definidas pelos próprios criadores. Ou seja, se
levássemos a coisa adiante, poderíamos nos livrar de IPVA, IPTU, ISS, ITR e
vários outros "Is" de bens colocados em nome da igreja. Há também vantagens
extratributárias. Os templos são livres para se organizarem como bem
entenderem, o que inclui escolher seus sacerdotes. Uma vez ungidos, eles
adquirem privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (já
sagrei meus filhos Ian e David ministros religiosos) e direito a prisão
especial.."
VEJAM ALGUMA IGREJAS EXISTENTES.
- Igreja da Água Abençoada
- Igreja Adventista da Sétima Reforma Divina
- Igreja da Bênção Mundial Fogo de Poder
- Congregação Anti-Blasfêmias ...(Cacete!)
- Igreja Chave do Éden
- Igreja Evangélica de Abominação à Vida Torta ...(???!)
- Igreja Batista Incêndio de Bênçãos
- Igreja Batista Ô Glória!
- Congregação Passo para o Futuro
- Igreja Explosão da Fé
- Igreja Pedra Viva
- Comunidade do Coração Reciclado
- Igreja Evangélica Missão Celestial Pentecostal
- Cruzada de Emoções
- Igreja C.R.B. - Cortina Repleta de Bênçãos
- Congregação Plena Paz Amando a Todos
- Igreja A Fé de Gideão
- Igreja Aceita a Jesus
- Igreja Evangélica Pentecostal Labareda de Fogo ...(cuidado!!!)
- Congregação J. A. T. (Jesus Ama a Todos)
- Igreja Evangélica Pentecostal a Última Embarcação Para Cristo ...(quem perder vai ficar, hein?)
- Igreja Pentecostal Uma Porta para a Salvação
- Comunidade Arqueiros de Cristo
- Igreja Automotiva do Fogo Sagrado ...(ESSE DEVIA TER ABERTO UMA CONCESSIONÁRIA)
- Igreja Batista A Paz do Senhor e Anti-Globo
- Assembléia de Deus do Pai, do Filho e do Espírito Santo
- Igreja Palma da Mão de Cristo
- Igreja Menina dos Olhos de Deus
- Igreja Pentecostal Vale de Bênçãos
- Associação Evangélica Fiel Até Debaixo D’Água
- Igreja Batista Ponte para o Céu
- Igreja Pentecostal do Fogo Azul
- Comunidade Evangélica Shalom Adonai, Cristo!
- Igreja da Cruz Erguida para o Bem das Almas
- Cruzada Evangélica do Pastor Waldevino Coelho, a Sumidade
- Igreja Filho do Varão ...(Opa!!! Esse se puxar ao pai vai se dar bem!!)
- Igreja da Oração Eficiente
- Igreja da Pomba Branca
- Igreja Socorista Evangélica
- Igreja ‘A’ de Amor
- Cruzada do Poder Pleno e Misterioso
- Igreja do Amor Maior que Outra Força
- Igreja Dekanthalabassi ...(QUE LÍNGUA É ESSA GENTE?...)
- Igreja dos Bons Artifícios
- Igreja Cristo é Show
- Igreja dos Habitantes de Dabir
- Igreja ‘Eu Sou a Porta’
- Cruzada Evangélica do Ministério de Jeová, Deus do Fogo
- Igreja da Bênção Mundial
- Igreja das Sete Trombetas do Apocalipse
- Igreja Barco da Salvação
- Igreja Pentecostal do Pastor Sassá
- Igreja Sinais e Prodígios
- Igreja de Deus da Profecia no Brasil e América do Sul
- Igreja do Manto Branco
- Igreja Caverna de Adulão
- Igreja Este Brasil é Adventista
- Igreja E.T.Q.B (Eu Também Quero a Bênção) ...(PENSEI QUE FOSSE UMA HOMENAGEM AO PEPEU.. "EU TAMBÉM QUERO BEIJAR..")
- Igreja Evangélica Florzinha de Jesus ...(MAS COMO ISSO FICOU GAY...)
- Igreja Cenáculo de Oração Jesus Está Voltando
- Ministério Eis-me Aqui
- Igreja Evangélica Pentecostal Creio Eu na Bíblia
- Igreja Evangélica A Última Trombeta Soará
- Igreja de Deus Assembléia dos Anciãos ...(só vai velho)
- Igreja Evangélica Facho de Luz
- Igreja Batista Renovada Lugar Forte
- Igreja Atual dos Últimos Dias
- Igreja Jesus Está Voltando, Prepara-te
- Ministério Apascenta as Minhas Ovelhas
- Igreja Evangélica Bola de Neve (e os 7 anões)
- Igreja Evangélica. Adão é Homem ...(JURA?! ALGUÉM TINHA ALGUMA DÚVIDA QUANTO A ISSO?...)
- Igreja Evangélica Batista Barranco Sagrado (essa é para os que sonham que o mundo acabem num barranco, pra morrer encostado)
- Ministério Maravilhas de Deus
- Igreja Evangélica Fonte de Milagres
- Comunidade Porta das Ovelhas
- Igreja Pentecostal Jesus Vem, Você Fica ...(se for assim nem quero que ele venha...rsrsrs)
- Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo ...(o cara que aprovou isso só podia estar bêbado...)
- Igreja Evangélica Luz no Escuro
- Igreja Evangélica O Senhor Vem no Fim ...(Ué? Só no fim?!)
- Igreja Evangélica Pentecostal da Bênção Ininterrupta
- Assembléia de Deus Fonte Santa em Biscoitão ...(ISSO É HERESIA!!!)
- Igreja Abre-te-Sésamo ...(ESSA TÁ NO ESQUEMA DE ALI BABA. SÓ NÃO INFORMARAMCOM QUANTOS LADRÕES...)
- Igreja Bailarinas da Valsa Divina
- Igreja Evangélica do Pastor Paulo Andrade, O Homem que Vive sem Pecados
- Igreja Evangélica Idolatria ao Deus Maior
- Igreja MTV, Manto da Ternura em Vida ...(SERÁ QUE TAMBÉM TEM VJ POR LÁ?)
- Igreja Pentecostal Marilyn Monroe ...(ESSA DEVE TER PREMONIÇÕES HOLLYWOODIANAS!)
- Igreja Quadrangular - O Mundo É Redondo ...(AH, NÃO! AÍ É SACANAGEM!)
- Igreja Pentecostal Trombeta de Deus (Samambaia -DF)
- Igreja Pentecostal Alarido de Deus (Anápolis -GO)
- Igreja pentecostal Esconderijo do Altíssimo (Anápolis -GO) ...(COITADO DO ALTÍSSIMO... VIROU FUGITIVO..)
- Igreja Batista Coluna de Fogo (Belo Horizonte -MG)
- Igreja de Deus que se Reúne nas Casas (Itaúna -MG)
- Igreja Evangélica Pentecostal a Volta do Grande Rei (Poços de Caldas -MG)
- Igreja Evangélica Assembléia dos Primogênitos (João Pessoa -PB)
- Ministério Favos de Mel (Rio de Janeiro -RJ) ...(e suas abelhas)
- Assembléia de Deus com Doutrinas e sem Costumes (Rio de Janeiro -RJ)
-Igreja Evangélica de Ex-presidiários ...(vc se arrisca?)
Rir ou chorar? Qual a intenção, origem e motivação por trás de tanta
“diversidade”? lavagem de dinheiro?."
fonte: Terra Viva
30 julho, 2010

testemunho critico antologia do esquecimento http://universosdesfeitos-insonia.blogspot.com/2010/07/piolho-001.html
quinta-feira, 29 de Julho de 2010quinta-feira, 29 de Julho de 2010
PIOLHO 001
«Depois de A Revista Filha da Puta, Marquesa Negra ou Última Geração, António da Silva Oliveira (n. 1958), “enfant terrible” das letras lusas, volta a agitar as águas com a revista Piolho (n.º 1, Maio de 2010). Não é preciso muito para pôr a circular este género de “fanzine poético”. Basta a cumplicidade de uns tantos escribas, folhas A4 dobradas e agrafadas, a crueza do objecto em sintonia com a crueza das palavras. Com A. Dasilva O. sempre foi assim. Conhecemo-lo enquanto autor de alguns dos livros mais abjeccionistas de que há memória em Portugal: de Chocolates Choupe la Peace a Coração Sujo, de Excrementos a Peidinhos, de Punhetas de Wagner a Teatro d’Abjecção. Além de escritor, foi livreiro na extinta Pulga, é editor das Edições Mortas, vem sendo, desde os idos de 1980, um coerente e obstinado perturbador do marasmo nacional. Piolho, a revista, é só mais «uma sebenta que circula de mão em mão / Nesse charco que É o POEMA / COM NOVE BURACOS / QUE SANGRAM escárnio e maldizer / nesta época em que os poetas / se crepusculizam». Maldita seja.
Coordenado a quatro mãos (Sílvia C. Silva, Meireles de Pinho, Ricardo Álvaro e A. Dasilva O.), o primeiro número abre com uma prosa-manifesto, assinada por A. Dasilva O., intitulada Os Malefícios da Literatura. O programa está estabelecido: «dizer a verdade contra os representantes da ordem social estabelecida» (p. 3). Mais à frente, do mesmo autor, alguns poemas retomarão o tom, denunciando a «paz podre» que tomou conta do poema (entenda-se puésia), ao mesmo tempo que procuram expelir toda a porcaria que a maquilhagem sobre o corpo procura disfarçar e dissimular. Estes textos são como uma lição de anatomia, a sua “visceralidade” não deixa margem para ilusões. Opondo-se à contaminação do sonambulismo social, despertam no leitor a utopia da verdade. Na verdade, resta-nos admitir que não há verdade alguma que não possa ser resumida à paradoxal insignificância do ser. Parte-se do princípio que é preciso desinchar o ser de Ser, mostrar-lhe a sua composição e (des)construir a literatura a partir deste pressuposto. A literatura só tem a agradecer tanta clareza, embora nos custe acreditar que ao entrar-lhe o discurso por um ouvido não venha logo a sair-lhe pelo outro.
Poemas de António Barahona e de Fernando Guerreiro, assim como os três poemas de m. parissy que se seguem, são bons argumentos. Oferecem-nos um lugar despreocupadamente à margem dos decretos oficiais. Sendo o que são e sem que façam disso intenção, desrespeitam esses decretos. A poesia de tom confessional, elegíaco, meramente descritiva ou memorialista, que vem fazendo escola, assim como as preocupações de embelezamento imagético com metáforas por vezes inalcançáveis, não têm assento nesta anti-cátedra. Por aqui não passa qualquer tipo de ambição iniciática, nenhum desejo de figurar nas antologias, nos compêndios, nenhuma ansiedade baptismal, nenhuma preocupação com ecos mediáticos ou mediúnicos (que também os há, especialmente nas abadias onde se cozinham todo o tipo de simpatias e afeições). Ironicamente, fecha esta Piolho com três traições aos poemas do checo Jaroslav Seifert (1901-1986), Prémio Nobel da Literatura de 1984. Responsabiliza-se pelo acto terrorista Sílvia C. Silva, que também assina três textos em apetitoso registo de metáfora gastronómica.
Versos de Humberto Rocha, Pedro Águas, Ricardo Gil Soeiro, A. Pedro Ribeiro, Zarelleci, Miguel Martins, João Pereira Matos, Ricardo Vil e Ricardo Álvaro, assim como narrativas de Raul Simões Pinto, Nuno Brito e Rui Costa, mais um drama de Suzana Guimarães, compõem o resto do ramalhete. Sem escapar a uma postura mais ou menos ensaiada de contrapoder, alinham-se rimas em toada rap (Suzana Guimarães), sátiras de inspiração picaresca (Miguel Martins), incursões pelos timbres exóticos do Brasil (Rui Costa), etc. Escatologia, anticlericalismo, sexualidade explícita, situacionismo, um certo culto da maledicência, intervenção anarquista, terrorismo poético, são alguns dos chavões que podemos utilizar para caracterizar os conteúdos da Piolho – um objecto que me faz acreditar nem tudo ser, na poesia portuguesa, à moda kantiana, ou seja, conforme o dever. Não consegui apurar a autoria das ilustrações»(Teresa Camara Pestana (ilustrações), Meireles de Pinho (capa) anota o editor). http://universosdesfeitos-insonia.blogspot.com/2010/07/piolho-001.html
quinta-feira, 29 de Julho de 2010quinta-feira, 29 de Julho de 2010
PIOLHO 001
«Depois de A Revista Filha da Puta, Marquesa Negra ou Última Geração, António da Silva Oliveira (n. 1958), “enfant terrible” das letras lusas, volta a agitar as águas com a revista Piolho (n.º 1, Maio de 2010). Não é preciso muito para pôr a circular este género de “fanzine poético”. Basta a cumplicidade de uns tantos escribas, folhas A4 dobradas e agrafadas, a crueza do objecto em sintonia com a crueza das palavras. Com A. Dasilva O. sempre foi assim. Conhecemo-lo enquanto autor de alguns dos livros mais abjeccionistas de que há memória em Portugal: de Chocolates Choupe la Peace a Coração Sujo, de Excrementos a Peidinhos, de Punhetas de Wagner a Teatro d’Abjecção. Além de escritor, foi livreiro na extinta Pulga, é editor das Edições Mortas, vem sendo, desde os idos de 1980, um coerente e obstinado perturbador do marasmo nacional. Piolho, a revista, é só mais «uma sebenta que circula de mão em mão / Nesse charco que É o POEMA / COM NOVE BURACOS / QUE SANGRAM escárnio e maldizer / nesta época em que os poetas / se crepusculizam». Maldita seja.
Coordenado a quatro mãos (Sílvia C. Silva, Meireles de Pinho, Ricardo Álvaro e A. Dasilva O.), o primeiro número abre com uma prosa-manifesto, assinada por A. Dasilva O., intitulada Os Malefícios da Literatura. O programa está estabelecido: «dizer a verdade contra os representantes da ordem social estabelecida» (p. 3). Mais à frente, do mesmo autor, alguns poemas retomarão o tom, denunciando a «paz podre» que tomou conta do poema (entenda-se puésia), ao mesmo tempo que procuram expelir toda a porcaria que a maquilhagem sobre o corpo procura disfarçar e dissimular. Estes textos são como uma lição de anatomia, a sua “visceralidade” não deixa margem para ilusões. Opondo-se à contaminação do sonambulismo social, despertam no leitor a utopia da verdade. Na verdade, resta-nos admitir que não há verdade alguma que não possa ser resumida à paradoxal insignificância do ser. Parte-se do princípio que é preciso desinchar o ser de Ser, mostrar-lhe a sua composição e (des)construir a literatura a partir deste pressuposto. A literatura só tem a agradecer tanta clareza, embora nos custe acreditar que ao entrar-lhe o discurso por um ouvido não venha logo a sair-lhe pelo outro.
Poemas de António Barahona e de Fernando Guerreiro, assim como os três poemas de m. parissy que se seguem, são bons argumentos. Oferecem-nos um lugar despreocupadamente à margem dos decretos oficiais. Sendo o que são e sem que façam disso intenção, desrespeitam esses decretos. A poesia de tom confessional, elegíaco, meramente descritiva ou memorialista, que vem fazendo escola, assim como as preocupações de embelezamento imagético com metáforas por vezes inalcançáveis, não têm assento nesta anti-cátedra. Por aqui não passa qualquer tipo de ambição iniciática, nenhum desejo de figurar nas antologias, nos compêndios, nenhuma ansiedade baptismal, nenhuma preocupação com ecos mediáticos ou mediúnicos (que também os há, especialmente nas abadias onde se cozinham todo o tipo de simpatias e afeições). Ironicamente, fecha esta Piolho com três traições aos poemas do checo Jaroslav Seifert (1901-1986), Prémio Nobel da Literatura de 1984. Responsabiliza-se pelo acto terrorista Sílvia C. Silva, que também assina três textos em apetitoso registo de metáfora gastronómica.
Versos de Humberto Rocha, Pedro Águas, Ricardo Gil Soeiro, A. Pedro Ribeiro, Zarelleci, Miguel Martins, João Pereira Matos, Ricardo Vil e Ricardo Álvaro, assim como narrativas de Raul Simões Pinto, Nuno Brito e Rui Costa, mais um drama de Suzana Guimarães, compõem o resto do ramalhete. Sem escapar a uma postura mais ou menos ensaiada de contrapoder, alinham-se rimas em toada rap (Suzana Guimarães), sátiras de inspiração picaresca (Miguel Martins), incursões pelos timbres exóticos do Brasil (Rui Costa), etc. Escatologia, anticlericalismo, sexualidade explícita, situacionismo, um certo culto da maledicência, intervenção anarquista, terrorismo poético, são alguns dos chavões que podemos utilizar para caracterizar os conteúdos da Piolho – um objecto que me faz acreditar nem tudo ser, na poesia portuguesa, à moda kantiana, ou seja, conforme o dever. Não consegui apurar a autoria das ilustrações»(Teresa Camara Pestana (ilustrações), Meireles de Pinho (capa) anota o editor). http://universosdesfeitos-insonia.blogspot.com/2010/07/piolho-001.html
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