22 fevereiro, 2017
20 fevereiro, 2017
16 fevereiro, 2017
Ninguém está acima da minha liberdade nem do meu estado de direito, diz o poema: deus me perdoe mas quero pecar, diz o poema pois quando o pratico o mundo pula e avança
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deus me perdoe mas quero pecar, diz o poema pois
quando o pratico o mundo pula e avança
http://www.facebook.com/JotaMonroe/posts/1717015121855221
a minha liberdade é uma paralela à tua até que o infinito te
tire a visão de túnel, diz o poema
a religião não pensa e quando o faz é com a "cabeça de
baixo", diz o poema
A minha liberdade, não tem fé, mas um fim, o infinito, diz o
poema
Anexo indisponível
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permissão para o partilhar contigo caro FdP
untada pelos desejos da censura, diz o poema
gente há que me leva muito a sério e não passo de um «pequeno verme nietzschiano» que não fará parte do coro..., diz Piropos, Prosa K e o poema alternativo....curto (também de curtir) e grosso sempre a contra-a-ordem sempre com o automático ligado em modo de gozo...o resto é literatura....
O amor e o ódio beijam-se entre juras de amor eterno, diz o
poema
O meu sexo é um anjo de pau feito, diz o poema, que me come a
musa com a tusa do bicho carpinteiro
a alegria de qualquer viúva negra que se preze, diz o poema
pela garganta profunda...
e não omnvíbora
Enquanto a polícia
continua "a caça ao homem" os intelectuais tentam caçar o seu
fantasma e prendê-lo no seu "livro das crónicas", diz o poema
02 fevereiro, 2017
O Diabo está sem pormenores , diz o poema
Padaria portuguesa
que já estou com a piça tesa
e os colhões a abanar
à primeira esporradela
fico cheio de merda
e os colhões a abanar
à primeira esporradela
fico cheio de merda
para amassar
para que nada se perda
encho-a de morcela
com os miolos do padeiro
que os dedos lambe no forno cela
a marinar para o alimentar
o anús o dia inteiro.
diz o poema
branco é o que a galinha põe preto, diz o poema
Toda a Pós-verdade
Se baseia
Em fados
Alternativos, diz o poema
Se baseia
Em fados
Alternativos, diz o poema
quem vê almas não vê corações, diz o poema
O meu papel é sair do papel, diz o poema
A minha alma está cheia de poemas rasgados, diz o poema
É quem mais bóia na maionaise
dum sonho como peixe morto
no coração duma ilusão, diz o poema
Quando Louco nunca melhor, diz o poema
24 janeiro, 2017
Musa Anti-Trump está na rua, diz o poema
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| MUSA ANTI-TRUMP, diz o poema |
A musa misógina e sexista está na rua, diz o poemasomos farinha do mesmo Sonho, diz o poema
A Primeira Dama de Todos os tempos, diz o poemaA vagina Fati, efeito criado pelas mão em oração, levou um velho amigo a abandonar a poesia e a dedicar-se a esse ofício de viver além do sagrado e do profano, segundo as suas palavras. A última vez que o vira foi a falar animadamente com um velho marco do correio, hoje em nítida extinção, a caminho dum serviço religioso. A sua amada morrera-lhe e visita-o à noite, diz o poema.
A minha alma não está, diz o poema
por favor, depois do sinal verde
saia da frente
Eu não me considero um parasita social, diz o poema
não sei nada acerca de mim, diz o poema, sou um ilustre desconhecido
sou tão culto e dizsidente
que não tenho papas
na língua, diz o poema
que arroto a poeta morto
e peido rosas velho
quando na nova ignorância
me venho
num broche à chuveiro
Só dentro de ti
diz o poema, me conheço
a ti imenso
diz conhecido lustre
A poesia está pela hora da morte, diz o poema,
e como seus restos mortais
comemarramos nesse mistério
de não saber do destino
dos restos imortais
O «tempo» é um reaccionário criativo, diz o poema
Queres um poema?, diz o poema: tira-me do coração e puxa
15 janeiro, 2017
Como são belos e horríveis os meus queridos poemas, diz o poema, e que bem reflectem a merda que sou fruto duma época intelectualmente podre e corruPuta. Atenção leitor se por azar os encontrares não os leias, rasga-os e queima-os, se não queres ser queimado, diz o poema
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| Um pedrada no charco na História da Literatura Portuguesa, diz o poema foto: Diogo Ferreira |
O Poeta no seu gueto tenta matar os piolhos com a sua poesia
reunida em livro brochado e cozido, diz o poema
http://www.correiodoporto.pt/do-porto/a-dasilva-o-1958
http://www.correiodoporto.pt/do-porto/a-dasilva-o-1958
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| onde tudo começou. foto de Helena Gpfs |
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| cara de nobel, foto de Helena Cpfs |
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| a outra face, foto de Helena Cpfs |
Toda a gente me adora
Que sou impossível
Diz que se não existisse
Teria de ser inventado
Oh que chatice
Disse para os meus botões
E dediquei-me a criar
Dúvidas para subir de nível
Não metódicas mas em estado
De comer e deitar por fora
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| o anjo da contracultura, foto de Helena Cpfs |
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| onde tudo se imprimiu |
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| onde tudo começou |
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| o quebra corações, foto de Diogo |
08 janeiro, 2017
O sol da vossa presença foi tal que levei 2 pares de óculos e nenhum para ler que uma caríssima presente me gentilmente socorreu neste «orgasmo» colectivo do bem de pensar, ler, escrever e editar, ..., a liberdade livre que a ªSede proporciona. Agradeço a todos com distinção e um agradecimento especial à Maria de Guerra que apresentou o meu cadáver esquisito.
04 janeiro, 2017
Sou uma cobra que não muda de pele, diz o poema
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| foto de Rui Ribeiro Azevedo |
como sabem sou um falso modesto, diz o poema, e para bom fingidor, diz o poema, sem meias palavras preparo armas e bagagens para me dirigir
perigosamente à minha zona de confronto na rua de sta catarina, nº 787, Poto no próximo dia 7
com a Maria de Guerra, como minha madrinha « No sábado, diz ela, estarei a acompanhar/comentar a maratona A. Dasilva O na ªSede. Momento central de divulgação e discussão da intervenção cultural e artística no Porto desde os anos 80, mas também das publicações independentes, do DIY, da resistência
Antonio da Silva Oliveira (A. Dasilva O., 1958), não sendo um caso isolado, era um caso único. Publicava e ajudava a publicar. Não apenas fanzines, mas também revistas e livros. E não apenas revistas e livros, mas também projectos ligados aos mais diversos domínios da intervenção cultural e artística.»
e demais companhias
no http://bicho-ruim-blog.blogspot.pt/: Rui Manuel Amaral:«...Em cerca de 40 anos de contínua produção, António da Silva Oliveira impôs uma marca indelével e sem paralelo na cultura e contracultura da cidade. Uma parte importante da edição alternativa e independente, que vive hoje um momento de particular dinamismo, é devedora do trabalho pioneiro, exigente, insubmisso e heterodoxo de Oliveira e do seu grupo de colaboradores. Um trabalho que, de forma assumida pelo próprio ou em resultado da acção cega dos diferentes poderes políticos, culturais e académicos, foi sempre mais visível a partir da margem. A margem, que é onde tudo começa e onde tudo acaba...»

29 dezembro, 2016
Todos os fins são tristes mesmo fingindo ser finais felizes, diz o poema
toda a minha vida
e mais seis meses
tenho martelado
num teclado de murano vidro, diz o poema
O meu silêncio é a tua liberdade de expressão, diz o poema
a minha imaginação é a tua doença, diz o poema
O eterno feminino quando retorna, diz o poema, até o caos chora sobre o leite derramado, a humanidade que o beba como sangue do seu mal-estar
alimento um sapo que tenho no estômago, diz o poema
toda a gente parece saber o que penso e se passa comigo, menos eu, diz o poema, que me limito a lavar e dar a ferro às negras, porcas e doentias nuvens
o efeito é uma borboleta, diz o poema
e todos foram informados
para se manterem em casa
com quatro versos se faz uma canoa, diz o poema
O Esteio, inesquecível de tão esquecido, diz o poema
tenho um poema no sapato que não se cala, diz o poema
Acendo um cigarro nos pulmões, diz o poema
estou a comer um sonho, diz o poema
Acendi uma vela no coração, diz o poema
Só não ama quem tem amor, diz o poema
Os poetas conhecem-me, diz o poema
e mais seis meses
tenho martelado
num teclado de murano vidro, diz o poema
O meu silêncio é a tua liberdade de expressão, diz o poema
a minha imaginação é a tua doença, diz o poema
O eterno feminino quando retorna, diz o poema, até o caos chora sobre o leite derramado, a humanidade que o beba como sangue do seu mal-estar
alimento um sapo que tenho no estômago, diz o poema
toda a gente parece saber o que penso e se passa comigo, menos eu, diz o poema, que me limito a lavar e dar a ferro às negras, porcas e doentias nuvenso efeito é uma borboleta, diz o poema
O Poema caiu
e todos foram informados
para se manterem em casa
As crianças deliciam-se
brincando com as suas banhas
e ossadas de outrora
brincando com as suas banhas
e ossadas de outrora
Os adultos brincam
com a infância
que nunca tiveram
com a infância
que nunca tiveram
é black friday
onde os mercados
expõem o fruto da sua má fé negocial
onde os mercados
expõem o fruto da sua má fé negocial
as tvs cospem
banalidades de base
banalidades de base
diz o poema
com quatro versos se faz uma canoa, diz o poema
O Esteio, inesquecível de tão esquecido, diz o poema
tenho um poema no sapato que não se cala, diz o poema
Acendo um cigarro nos pulmões, diz o poema
estou a comer um sonho, diz o poema
Acendi uma vela no coração, diz o poema
Só não ama quem tem amor, diz o poema
Os poetas conhecem-me, diz o poema
20 dezembro, 2016
diz o poema «Venho aqui para me repetir e vos dividir. Há novecentos anos que não faço outra coisa, senão anunciar ventos e tempestades onde cada poema, é uma tentativa de suicídio onde vos roubo o bem de pensar, como traficante de órgãos poéticos, estéticos e éticos para me embriagar na vossa excrescência de vos atiçar o fogo interior da minha poesia que é um poema ferido de morte...» in Desobediência Poética, de A. Dasilva O., 2002, Black Sun editores.
ªSede https://www.facebook.com/asedenoporto/
retoma a sua actividade no dia 7 de Janeiro com uma sessão antológica dedicada à estimulante e multifacetada obra de António da Silva Oliveira (A. Dasilva O.).
A sessão conta com a participação da Prof.ª Paula Guerra, investigadora na área da sociologia da arte e da cultura.
Informo pessoall mente:
Como sabem a rua santa catarina, porto, ainda é a minha rua escura onde vergo e sempre ataquei, alinhando nesta «colonoscopia virtuall» que se efectuará mesmo à frente da ex-sede e estúdios da RADIO CAOS até 1986. E claro pelo convite da malta d' aSede, na pessoa de Rui Manuel Amaral. Lá estarei com o meu aberto «Coração Sujo» e meus «Excrementos» a dar «Sete Beijos na Pedra» e carregado de Piolhos e acompanhado pela «Estúpida».
retoma a sua actividade no dia 7 de Janeiro com uma sessão antológica dedicada à estimulante e multifacetada obra de António da Silva Oliveira (A. Dasilva O.).
A sessão conta com a participação da Prof.ª Paula Guerra, investigadora na área da sociologia da arte e da cultura.
Informo pessoall mente:
Como sabem a rua santa catarina, porto, ainda é a minha rua escura onde vergo e sempre ataquei, alinhando nesta «colonoscopia virtuall» que se efectuará mesmo à frente da ex-sede e estúdios da RADIO CAOS até 1986. E claro pelo convite da malta d' aSede, na pessoa de Rui Manuel Amaral. Lá estarei com o meu aberto «Coração Sujo» e meus «Excrementos» a dar «Sete Beijos na Pedra» e carregado de Piolhos e acompanhado pela «Estúpida».
12 dezembro, 2016
depois da matança, a bonança, diz o poema
09 dezembro, 2016
Eis o local do crime, diz o poema, onde a Matança do Poema acontece; onde há factos, não há poesia, diz o poema
vi deos e estúdios pulga apresentam:
eis o lugar do crime, diz o poema
onde a Matança se exerceu com requintes poéticos
onde o quotidiano tal Abel mata o poema
para gáudio
do real e ilusão e a sua eterna violência doméstica e gratuita
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| é aqui que sou criado em cativeiro, diz o poema, por intelectuais da ileteracia |
06 dezembro, 2016
DIZ O POEMA , exposição fragmentos duma MATANÇA do POEMA
aqui se reproduz num trabalho caseiro da Vi Deos da exposição DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA que esteve eis-às-postas na casa museu A. DASILVA O. durante 3 dias, depois ressuscitou o morto e ex-às-postas como diz o poema, para me comerem, têm de me cortar às postas
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
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| DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA |
A MATANÇA DO POEMA
O poeta morreu
em clara lucidez
quando esta possuía
em todos os tabuleiros
fisi cus e merda mistíticulos
E é
quem mais parte
e reparte
a sua arte
até encher a pança
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