15 março, 2018
08 março, 2018
27 fevereiro, 2018
Tiveram inicio os lentos trabalhos de mais um número eSTUPIDa magazine, o sexto
Índice
Tema
- Trump ou o narcisismo das nações,
Rui Carlos Souto
- What in hell is Trump?
Lopes da Silva
Ficções
- A boceta de Virgolina,
de Danyel Guerra
- A Ninfa (conto parisiense),
de Rúben Dário, tradução de João Albuquerque
- Dois textos de Luís Oliveira,
- O drama de Emília, Ana Sophia Linares
- RES EXTENSA FERNANDO GUERREIRO
- João Albuquerque
Dois apontamentos sobre a ironia
- Prélógica no romance “Nome de Guerra” de
José de Almada Negreiros,
por Rui Carlos Souto
- Para acabar de vez com a literatura marginal,
de Lopes da Silva
- entre outros....
e mais brevemente
https://sempainemae.blogspot.pt/2018/02/dizem-que-finalmente-justica-esta-cega.ht
22 fevereiro, 2018
14 fevereiro, 2018
O Arranca-corações acaba de ter um enfarte, diz o poema
Matei um anjo pelas costas, diz o poema
A
lua
Bêbada
de vodka
Bêbada
de vodka
Azuleja
Azuis
All
Cool
Olha
N
Outslides
All
Cool
Olha
N
Outslides
diz o poema
Nos teus braços enlouqueci, Diana, diz o poema
Sou uma árvore de problemas, diz o poema
E os poetas suicidas fingem atingir o sublime como meu fruto
E os poetas suicidas fingem atingir o sublime como meu fruto
Tudo
tem principio
Meio e enfim
Menos tu
Eterno retorno
Meio e enfim
Menos tu
Eterno retorno
diz o poema
Atirei a primeira pedra
a segunda a terceira
a quarta a quinta
a sexta meditei ao sábado
e à sétima pedra
abriste o coração
a uma bala perdida
a segunda a terceira
a quarta a quinta
a sexta meditei ao sábado
e à sétima pedra
abriste o coração
a uma bala perdida
diz o poema
Poeta é um burro carregado de resmas e resmas
de páginas em branco, diz o poema
Camões Alegre e seus Jerónimos
Trocam mimos
e amor livre
a quem resta a ilusão
da distopia fazer utopia
com a língua e a mão
Trocam mimos
e amor livre
a quem resta a ilusão
da distopia fazer utopia
com a língua e a mão
Uma rodada de
inveja
reclama o inferno dos pequenitos
Sem álcool please
Love e choupe la peace
reclama o inferno dos pequenitos
Sem álcool please
Love e choupe la peace
diz
o poema
Nada mais parecido com a lua o outro
lado do espelho reflecte-nos a nossa segunda natureza
aquela a que chamamos futuro
aquela a que chamamos futuro
dilu
Ente
Atirei a primeira pedra
a segunda a terceira
a quarta a quinta
a sexta meditei ao sábado
e à sétima pedra
abriste o coração
a uma bala perdida
diz o poema
nAMOrar O imPOSSível num banho dilu Ente
Nada a dizer
contudo dito
e repito
a carne em greve
puta que a pariu
logo fugiu
devolvendo-o ao útero
Eros adúltero
teve
de viver e haver
nas entranhas
sendo advogado
do ser
dilu Ente
A Poesia e a Religião
diferenciam-se pela actividade sexual
mas ambas negam o prazer físico
diferenciam-se pela actividade sexual
mas ambas negam o prazer físico
dilu
Ente
A mulher de César era o próprio César, minha querida Bovary
religue o orgasmo com nirvana
Boavarysme
Na Poesia, Deus
é um fogo que não arde
Na Religião, Deus
é um Poeta sem língua
e em eterna condenação à morte
dilu Ente
A minha tarefa
é ajudar o Homem
a livrar-se dos seus inimigos
que se dizem meus Irmãos
dilu Ente
30 janeiro, 2018
Dai à língua enquanto o diabo vos esfrega o olho, diz Prosa K
Palavra puxa palavra puxa palavra puxa palavra puxa palavra puxa palavra e não sai mais nada que cerejas cagadas, diz Prosa K
Não gosto de balanços tão pouco de balanças, diz Prosa K provocam-me nau sea e voo mitos
A rever itens como quem folheia um albúm de fotografias da família do Desconhecido e um a um lhe mostro a ver se Salamandra sorri mas não está fácil. Cio está lá fora a cantar-lhe uma serenata. A castração é fodida, diz Prosa K
Tenho estado de web cam, diz Prosa K, a desfragmentar o meu estado. Agradeço a tolos a preocupação demonstrada entretanto a resistência foi instalada
A manha é bicho de sete manhas, diz Prosa K
Fui jantar fora com o Aforismo e levo o meu, alugado, negro vestido de noite Deneuve, diz Prosa K
Sem palavras não há Palavra, diz Prosa K
copy e post com palavra passe-se, diz Prosa K
vê-se logo que hoje é sexta-feira, diz Piropos, estou cheia de negras pelo corpo todo
e prontos Fernando Pessoa lá deu à luz mais um heterónimo, diz Prosa K
A Troika está a escrever o livro do Passos Coelho, diz Prosa K
23 janeiro, 2018
22 janeiro, 2018
DIZ. O POEMA EIS o nosso novo canal DIZTUBER
este novo projecto irá reproduzir o a PULGAESTÚDIOS https://www.youtube.com/user/pulgaestudios e os de Mdpinho Canal //www.youtube.com/user/meirelesdepinho e os VI DEOS
A tensão poética, diz o poema EIS o nosso novo canal DIZTUBER
este novo projecto irá reproduzir o a PULGAESTÚDIOS https://www.youtube.com/user/pulgaestudios e os de Mdpinho Canal //www.youtube.com/user/meirelesdepinho e os VI DEOS
16 janeiro, 2018
Quando um Poeta alcança o Céu o Inferno instala-se, dilu Ente
Vitoriano ajoelha-te
na cadeira do poder
para que te possa possuir
com todo o Meu pudor
na cadeira do poder
para que te possa possuir
com todo o Meu pudor
dilu Ente
Não acredites nos padres-poetas
pois lhes é negada a Liberdade Poética
apenas prolongam a minha Palavra
como se fosse o meu sexo
pois lhes é negada a Liberdade Poética
apenas prolongam a minha Palavra
como se fosse o meu sexo
Mas não,
coitados, são escravos da minha precariedade
de Indigente a pedir esmola
à porta das igrejas como um Poeta
a quem lhe é negado o prazer física
afim de lhes alimentar a Livre e desobediEnte Liberdade
de Indigente a pedir esmola
à porta das igrejas como um Poeta
a quem lhe é negado o prazer física
afim de lhes alimentar a Livre e desobediEnte Liberdade
dilu
Ente
Que seria da minha, Inocêncio
se não marejar sobre a tua inocência
os segredos do amor humano?
Essa máquina de fragmentar discursos espirituais
em evangelhos do faça você mesmo
se não marejar sobre a tua inocência
os segredos do amor humano?
Essa máquina de fragmentar discursos espirituais
em evangelhos do faça você mesmo
A tua vergonha
humilha-me
como se fosse senão um trabalhador do sexo divino
humilha-me
como se fosse senão um trabalhador do sexo divino
dilu
Ente
Que seria da infância
Sem a morte?
Um tempo morto?
Sempre a procriar
dilu Ente
Nos jardins da Metafisica brinco com Cérebro
atiro o meu pénis para os arbustos
e lá vem ele todo feliz a ladrar
num intenso vade-mécum
A tua Carne é a casa do meu Verbo
onde o meu coração arde como um sol negro
Reserva as Alturas
para quando estiveres em queda livre
da imortalidade
onde o meu coração arde como um sol negro
Reserva as Alturas
para quando estiveres em queda livre
da imortalidade
dilu Ente
Mais palavra menos palavra
mais gesto mais gesto
mito degustar quem está em cima do bolo
O conspirar do suspiro
mais gesto mais gesto
mito degustar quem está em cima do bolo
O conspirar do suspiro
dilu Ente
O
meu labor é dissecar o Impossível
esse visível cadáver de Deus
esse visível cadáver de Deus
dilu
Ente
Consciência pesada
veredicto preocupante
Recorre a uma segunda opinião
na balança do teatro dos acontecimentos
Excesso de peso
A conspiração interior
dum temor silencioso
A estrela que nos persegue tal anjo da guarda
caiu no hipotálamo
o lago dos cisnes mortos
dilu Ente
onde o meu coração arde como um sol negro
Reserva as Alturas
para quando estiveres em queda livre
da imortalidade
Reserva as Alturas
para quando estiveres em queda livre
da imortalidade
dilu Ente
Em que Terra estou?
Placenta minha querida ama
as tuas águas
vertem-me nas mãos o barro
Placenta minha querida ama
as tuas águas
vertem-me nas mãos o barro
A torre não Pisa
quem Babel destrói
com pensamentos
quem Babel destrói
com pensamentos
dilu Ente
Pega o meu pénis
na mão e pelo caminho das pedras
eleva-o até à lua
eleva-o até à lua
dilu Ente
09 janeiro, 2018
Velar o Desconhecido é o meu ofício, diz o poema, e seus ossos manter dentro de mim
Tenho medo de trabalhar, diz o poema
As iluminadas ruas da amargura
Estão infestantes línguas sem fogo
sem pátria só dialectos onde a solidão se banha de tristeza alegre,
diz o poema
Estão infestantes línguas sem fogo
sem pátria só dialectos onde a solidão se banha de tristeza alegre,
diz o poema
A multidão é uma vaca sagrada
e solidão o seu coração
em quebrado e ansiolitico silêncio
e solidão o seu coração
em quebrado e ansiolitico silêncio
diz o poema
Se não fosse Eutu que seria da poesia? diz o poema
Poesia aberta, poetas ao soco, diz o poema
Ao fim de um dia trabalho é bom ouvir-te às voltas no túmulo a clamar por improvisos, diz o poema
28 dezembro, 2017
Latrina, latrina e a literatura passa, diz o poema
Portugal uma antologia de poetas porvir, diz o poema
Cada poeta uma antologia
lumousine ou carro funerário?
mal estacionada
em segunda fila
a limpar pára-brisas,
diz o poema
Em matéria de poesia é quem mais ladra e ninguém tem razão, diz o poema
Todos os poetas são cadáveres esquisitos onde os criticos literários saltam e pincham como nado mortos recém nascidos, diz o poema
Cada poeta uma antologia
lumousine ou carro funerário?
mal estacionada
em segunda fila
a limpar pára-brisas,
diz o poema
Em matéria de poesia é quem mais ladra e ninguém tem razão, diz o poema
Todos os poetas são cadáveres esquisitos onde os criticos literários saltam e pincham como nado mortos recém nascidos, diz o poema
22 dezembro, 2017
Piolho # 24 Natal no passado dia 21 de dezembro APRESENTAÇÃO na Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto: foi mais ou menos por esta desordem o LANÇAMENTO deste número PIOLHA o Natal o vigésimo quarto dezembro 2017

| Sílvia apresentou e leu |
| A. Dasilva O. leu |
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| Lígia leu |
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| Comentou-se |
14 dezembro, 2017
Olhem quem acaba de chegar?, diz Piolho #24 Natal ohohohoh lançamento dia 21, pelas 18.30 na Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto
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| Olhem quem acaba de chegar?, diz Piolho #24 Natal ohohohoh lançamento dia 21, pelas 18.30 na Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto |
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| Meireles de Pinho é o autor de mais uma espectacular capa Piolho |
PIOLHO Revista de Poesia
Junte-se um pouco de José Carlos Ary dos Santos «Natal é sempre o fruto / que há no ventre da mulher » junte-se um pouco de Fernando Pessoa «E toda a gente é contente Porque é dia de o ficar» junte-se um pouco de David Mourão-Ferreira «Há-de vir um Natal e será o primeiro/em que se veja à mesa o meu lugar vazio » junte-se um pouco de Eugénio Andrade «É Natal, nunca estive tão só. » junte-se um pouco de Miguel Torga «Sem um anjo a cantar a cada ouvido. » junte-se um pouco de José Régio « Cada vez o teu Reino é menos deste mundo! » junte-se um pouco de Natália Correia « menino eras de lenha e crepitavas /porque do fogo o nome antigo tinhas » junte-se um pouco de António Gedeão « É dia de passar a mão pelo rosto das crianças, » mas não abuse no mexer pausado para não lhe sair “a Fava” de Vasco Graça Moura « na mais pobre semente a intensa dança/ de tempo adulto e tempo de criança.»
Arnaldo Macedo (ilustrações), Adília César, Maria Afonso, Sílvia Silva, Lígia Casinhas, Maria F. Roldão, Carlos Ramos, José Pedro Leite, Luís Oliveira, Teixeira Moita,
Francisco Cardo, António S. Oliveira,
Fernando Guerreiro, Humberto Rocha,
António Ladeira, Pedro Ludgero, Juan T.
Pomar, Amadeu Baptista, A. Dasilva O, João Meirinhos, Apeles Heleno e Ilias Faukis
fazem mais ou menos por esta desordem este
número
PIOLHA o Natal
o vigésimo quarto dezembro 2017
Arranjo gráfico e Capa: Meireles de Pinho
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| Lançamento, próximo dia 21 pelas 18.30 ,vai ser aqui na Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, na Rua Rodrigues Sampaio, 140 |
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