20 junho, 2019

Olhem quem acaba de chegar à banca estúpida7mente incorrecta?

Fragmentos interiores da eSTUPIDa #7 a corromper a corrupção nas literárias bancas e outras zonas do nosso belo horrível submundo

tábua dos conteúdos e seus autores

Amanhã na Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto será lançado o livro «Averno Dei» do Humberto Rocha pelas 18h30m

apresentado por Francisco Mangas, diz o autor, Humberto Rocha: «A presente novela restringe-se a uma narrativa sem manifestações de ordem ideológica ou moralista confinada a uma realidade comprometida com uma história deslocada do real, pretendendo o autor apresentar a condição humana entre a decadência da nobreza nas últimas décadas do século XIX português com as suas tragédias e atribulações duma moralidade corrompida por um poder decrépito e a erupção da Républica de 1910. No teatro humano as personagens humanas por vezes assemelham-se a prodigiosos títeres duma comédia desenhada pelos deuses. E como bem observou Bertold Brecht " o homem tem uma dimensão a menos". É justamente a ausência dessa dimensão a razão principal para confinar as suas personagens a um destino que reside na periferia das suas vidas.»

04 junho, 2019

Com o novo livro de Humberto Rocha, Averno Dei, a sair do forno, a entrada do número 7 da eSTUPIDa Corrupção, como recheio, a nele entrar e o próximo número, o 27, da Piolho em construção, EIS as Edições Mortas em manobras de extinção, diz o poema

A presente novela  restringe-se a uma narrativa sem manifestações de ordem ideológica ou moralista confinada a uma realidade comprometida com uma história deslocada do real, pretendendo o autor apresentar a condição humana entre a decadência da nobreza nas últimas décadas do século XIX português  com as suas tragédias e atribulações duma moralidade corrompida por um poder decrépito e a erupção da Républica de 1910. No teatro humano as personagens humanas por vezes assemelham-se a prodigiosos títeres duma comédia desenhada pelos deuses. E como bem observou Bertold Brecht " o homem tem uma dimensão a menos". É justamente a ausência dessa dimensão  a razão principal para confinar as suas personagens a um destino que reside na periferia das suas vidas.


04 maio, 2019

Primeiro de Maio sempre, trabalhar nunca mais, diz o poema

No deserto a beber um chã bukowski, diz o poema


Nem todos os penalties são ridículos, diz o poema




Poemas quem não os tem no sítio com a pedra da loucura sobre o assunto como um ponto de interrogação, diz o poema



Quem ama, fode

Quem não fode, está fodido, diz o poema


Só pela Revolução
o paraíso
sairá do cinema,
dilu Ente


Tiraste-me os cravos da boca, diz o poema

Quanto mais cravo mais me comprometo, diz o poema




A montanha entrou em greve de parto, diz o poema
Puta que a pariu
Exclama o cadáver de Nietzsche
Agarrado ao pescoço da heroína



A velhice do eterno feminino, diz o poema


Amar para comer, diz o poema


Arde-me com o teu olhar
E lê em voz alta tudo o que te escrevi, diz o poema

Sem o teu corpo sou um desconhecido, diz o poema



pelo sexo morre o peixe e quem não lhe mexe, diz o poema


A greve dos motoristas de materiais perigosos foi um pequeno exemplo do que seria uma greve dos poetas, diz o poema




Com os poemas não se brinca,
certo, pai? respondi-lhe todo babado ao vê-lo a foder o meu livro de apontamentos, diz o poema
Ai se Kafka tivesse tido um filho,
diz o poema










25 abril, 2019

em modo revolucionário, diz o poema

Na madrugada do 25 de Abril de 1974
dormia no vale dos lençóis das minhas quinze primaveras
e alguns sonetos irregulares e pouco pensativos
E fui acordado pelo linguarejar das trevas do meu irmão mais velho 

que desinfiado do quartel foi avisado para comparecer ao serviço 
e predicamente entre foda-se, puta que pariu, lá se fardou e alou 
De regresso aos sonetos, acordei para ir para a "Manhã Submersa" 
CIC, colégio internato dos carvalhos onde soube que tinha havido merda
e que não havia aulas devido à Revolução, chegado a casa "fardei-me" em modo revolucionário
e fui para o Porto,tal marujo ter com o 25 de Abril sempre, diz o poema


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24 abril, 2019

Cá estou, junto ao «sr. A. Bate» em câmara ardente na 3°Bienal Internacional de Arte Gaia, diz o poema

Cá estou, junto ao sr. A. Bate em câmara ardente na 3°Bienal Internacional de Arte Gaia, na curadoria Mente Livre/ Sérgio Almeida. Foto de Ricardo De Pinho Teixeira 

Monumi(n)too ao SR. A.BATE tem um metro e vinte de allturra e oitenta cintemos de laguna e é constituído por um cabeção treevisão: «todo o cego tem a sua maneira de ver, diz o poema», «webcam, montra em execução» e  «Pela boca morre o museu nacional de Arte sobre ligadura onde o Sr. A.Bate limpou o rabo»; por um tronco e com vinte e seis membros e exemplares do livro de poemas « Excrementos» de A. Dasilva O.



03 abril, 2019

Estou com as mãos sujas de poesia, diz o poema

Cheira-me a sangue
Estás naqueles dias, Musa
em que a violência doméstica não passa duma metáfora do amor máximo, diz o poema



deixa arder que é no inferno, diz o poema


O futuro é negro
daí o racismo do presente,
diz o poema



Quando morrer matai as minhas viúvas, diz o poema

O vento engole a flor, diz o poema

Ah sombra 
A bananeira masturba-se 
com uma natureza morta, diz o poema


As minhas erecções foram finalmente ouvidas, diz o poema




A angústia é a minha refeição, diz o poema



Correspondência amorosa entre o Amor e o Ódio, diz o poema
O amor e o ódio beijam-se entre juras de amor eterno, diz o poema


Não passamos de sonhos ah beira dum pesadelo, diz o poema


se poema dou
só ao povo devo
tudo o que escrevo
e lhe sobrou
diz o poema

É quem mais coloca as ossadas da poesia ao sol, diz o poema


a poesia é uma festa do quinto caralho mais u-iva , diz o poema

quanto mais rima
mais se lhe arrima
diz o poema

Quando Deus nos abandonou na sua última morada, diz o poema

O céu tem luas, diz poema


sou um criador de mim e não meu criado, diz o poema

Prefiro uma mulher a uma musa, diz o poema


a minha poesia está louca por ti, diz o poema


na saudade e na doença a poesia ainda nos comove com a sua indeferença, diz o poema

Fui à praia e enchi vários poemas com lixo
e num deles a minha cabeça,
diz o poema





madrugada que te espera a nós todos
menos às suas sumidades que nas correntes d'escrita
antes desta dar o peido, debicam, segundo a antena 2, a madrugada da sofia
com requintes de neto de moura
para quem a nossa dela madrugada
não é o que estavam à espera
se a madrugada dela e nossa não é foi
o que estavam à espera
só lhes resta a outra a da noite dos tempos
da velha senhora que nos bate batia nos sentidos todos
ao amanhecer
e houve muitos aplausos aos abutres
e vem o pacheco armado em falso amigo dos ignorantes
alertar para as redes sociais e seus ninhos da noite dos tempos sem a dela nossa madrugada,
diz o poema



04 março, 2019

Pobre daquele que enriquece depois de morto, dilu Ente

Pobre daquele que enriquece
depois de morto,
dilu Ente

Poesia reunida
por favor
não incomode
dilu Ente

Afasto as nuvens para acordar o dia
tal mulher a dias
Aurora. é seu nome
a rezar a asma enquanto limpa os escritórios ao vazio
dilu Ente

Sobre todas as coisas invisíveis
o misterioso electricista
muda os fusíveis
em plena luz do dia
dilu Ente


Os vivos dão voltas no túmulo
que deixou de dar novos mundos
ao mundo
Os mortos dão voltas ao túmulo
à espera que o juízo final
os ressuscite
dilu Ente

Resta-me o tédio
que feliz brinca com a minha cauda
Tal animal doméstico
dilu Ente

Um homem em silêncio 
rebenta pelas costuras
O banho de multidão

dilu Ente

A tensão a tensão poética da traça, diz o poema

27 fevereiro, 2019

hah mulheres que trazeis a minha esperma nos olhos, diz o poema


Lua cheia 
barriga vazia
lolita
dildo come
na web cam, diz o poema

hah mulheres 
que trazeis a minha esperma
nos olhos, diz o poema


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Cheira-me a sangue
Estás naqueles dias, Musa
em que a violência doméstica não passa 
duma metáfora do amor máximo, 
diz o poema


Voa
a cor
rente
gado
contra,
diz
o
po
ema


Espanca a florbela Pessoa e Pessoa nega
que mal pode foder
com a cabeça cheia de orgasmo
que a florbela espanca
Espanca na sua pança
, diz o poema

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Se você quisesse
poderia dizer-lhe tudo o que já sabe
mas que ainda não teve tempo 
de pensar nisso, diz o poema




Quando de rastos
A voz de comando, do estado em modo de voo,
Aconselha voos obrigatórios
Entre avisos vermelho e amarelo
dos escravos livres
de todas mauditorias,

diz o poema

A tensão a tensão poética curtir zona, diz o poema

A tensão a tensão poética do reverso comovido do meu movimento artístico...

A tensão a tensão poética do meu movimento artístico, diz o poema

10 fevereiro, 2019

Se basta a «meia-palavra» impressa no JN de hoje. Conveniente nos parece, dar a palavra toda, às questões colocadas, diz o poema

1 O teu percurso literário é indissociável das revistas. O que representam para ti estas publicações? Como consegues manter o entusiasmo ao fim de 40 anos?

- Sim. O meu carreiro nasceu no seio da « Sema» revista, Lisboa, 1978, a partir do segundo número. Depois foi um abrir de pulsos à realidade, à política, à cultura com um metralhar de intervenções, publicações e pedradas no charco do cerco do Porto.
- O meu entusiasmo não reside, vagueia na liberdade livre de não saber fazer mais nada do que ser colectivo. Como tenho dito «O Poema não nasce sozinho» e o Mal tem de ser regado tal flor

2 Contrariamente ao que se poderia pensar, a Internet não fez diminuir o número de publicações literárias. Que razões encontras para isso?
- A internet recriou, o seu próprio movimento literário que não passa de uma gravidez de gases, copy past e de inventar frases feitas de autores de renome. O que me diverte, pois desmistifica o academismo que se vê assaltado na sua inteligência intelectual e daí o recurso às publicações mistas, papel e digital ou ambos os suportes, o que é excelente.
No entanto, a internet e suas redes sociais são óptimas plataformas de divulgação e venda.
No entanto a maior parte dessas publicações apenas têm como objectivo de existência, manifesto, a de ocupar «um vazio» .

3 Como avalias o panorama atual das revistas literárias em Portugal (eventuais pontos fortes e fracos)?
 - julgo ter respondido na questão 2
4 O que distingue as publicações que diriges das restantes?

- Admito o fracasso, falha humana, delas e a necessidade da sua existência dado os objectivos colectivos se manterem vivos e os seus inimigos, visíveis e invisíveis, com necessidade de serem combatidos. A resistência deve ser louvada. E a liberdade em todas as suas expressões deve ser promovida contra o discurso da ordem e seus acólitos.  

05 fevereiro, 2019

Estado SNS, diz o poema




14.01.019

E prontos escorreguei e caí iiiiiiii e parti parti para o H. Santos Silva ao colo do Inem



Fausto, meu filho, esteve cá ontem para minha grande emoção, a visitar me aqui, na Enfermaria 5, Santos Silva, e pintou a minha Situação. Aproveito para agradecer a vossa visita, e não, hoje não entrei em jejum como nos últimos cinco dias

Operação tornozelo, segundo dia sem jejum depois de quatro com
Hai Kai
Santos Silva

Na Enfermaria os enfermos fazem zaping 
Com o medo, diz o poema

Faz, por esta hora, oito dias que dei o tombo num atalho, a caminho para uma consulta no centro de saúde. O meu subconsciente mostrou as imagens video, ontem durante o sono; escorreguei o pé direito e o pé esquerdo em defesa girou sobre si e o tornozelo partiu-se como um coração.

Na cama dum hospital 
dou à morte os últimos socorros, 
diz o poema 
Alimentando-a com frutos secos 
da sociedade 
que moribunda em torno duma estética que o passado recusou




Oito dias depois, na primeira hora sou amigavelmente recebido pelo dr. Raul que acaricia-me o pé enquanto me desfaço na narrativa... rodeiam mais seus colegas simpáticos e uma enfermeira que me aconselha que a olhe nos olhos. Dr Raul agarra no dedo pé que levara com o tacho quando verificava a limpeza no dia anterior à queda. E num golpe de requinte o dr. Raul obriga o tornozelo a voltar ao útero ; à sua zona de conforto.

De volta ao estaleiro da urgência mais pareço o lobo antunes, por esta hora, passados oito dias. Um mundo de saca luvas, tira luvas. Um vespeiro onde todos ralham e todos têm razão, a urgência, uma caverna de Platão, onde não há espaço para fantasmas. 
Ainda em jejum começo a ter dúvidas sobre a intervenção cirúrgica. Procuram-me cama. Os enfermos, os enfermeiros e pessoal auxiliar tentam dar cura aos ferimentos do SNS

Faz, por esta hora, oito dias que me encontraram Enfermaria, 6?, risos, não, melhor, 5, uma mão cheia de amor e carinho do SNS. Lavagem a quatro mãos , curativos e quatro refeições no leito. Hoje já posso deslocar-me e fazer a minha higiene pessoal e impessoal. Receber visitas como se estivesse no café Piolho. 
Chego à Enfermaria G, ponto? Risos. E sou recebido por quatro Theckoves. Faz hoje oito dias.


Na cama dum hospital nenhum romance é impossível nem impossível os versos dados como último desejo dum poeta entre a vida e morte, diz o poema
As águas rebentam e um não ser recusa recusa toda a narrativa
Tudo pode ser mudado para que a morte da humanidade seja impossível apesar da ordem do dia
Humano contra humano, demasiadamente com quem refúgio procura no vazio da sua matéria
Um planeta para que a humanidade possa enterrar os seus entes queridos
, diz o poema
Húmus necessário para que o humano possa habitar com todas as coisas e causas, diz o poema
Um planeta biblioteca a Terra se transforma como Impossível




A Democracia está doente. A Comunicação social está doente. A Liberdade de expressão está em constante perigo de extinção. Faz oito dias que uma doente de enfermarias contíguas, trincou e engoliu um dos seus dedos indicador.

Perna com coração partido 
De mal a pior fui mudado de enfermaria, da G para a D., de forma indigna. a « A morte de Virgílio» começou a ladrar-me. Pensou que lhe queria roubar o seu moribundo?.

Na cama dum hospital quando a morte se sente abandonada e traída tudo faz para nos expulsar do seu ninho pois no corredor da morte amontoam-se os seus novos amantes, diz o poema 
A morte não quer que ninguém morra mas que a vida corra, diz o povo



Faz hoje oito dias que teve início uma série de jejuns para nada. 
Já sabe a partir da meia noite está de jejum até ordem em contrário. Dez horas depois... pode comer ainda não está em condições de operar e já sabe a partir da meia-noite está de novo em jejum. 14h depois: pois ainda não está em condições e, já sabe, jejum a partir da meia-noite. Pequena pausa para explicar que o médico nunca é o mesmo. 18h depois, pois desta feita nenhum clínico apareceu, por ser sábado?, mas entrei em soro juntamente com as refeições.



Os Davos estão lançados, diz Piropos 
Entre o Ma duro e o Trump entre 
o
Chega d e Democracia 
Entre a Polícia e a Colonização Doméstica entre a minha entrada em jejum a partir da meia-noite, para possível ida ao bloco e a greve dos enfermeiros no Santos Silva


Em jejum e em dia de greve dos enfermeiros a doutora ortopedista em urgência visitou-me e abriu o penso ao tornozelo e fotografou e espero enfermeira, o e saber se está em condições de operar ou sair do jejum ou vice versa, percebeu? Eu também não. Mas calma nada de perder o direito a estar doente e reler mentalmente o Hegel para quem o homem não passa dum animal doente


Serve a presente para vos pedir um favor e como estarei em jejum a partir da meia-noite, tentem não se magoarem gravemente durante o dia de amanhã, a ver se consigo bloco operatório a fim do meu tornozelo ser consertado. Claro que tudo irá depender do diagnóstico do ortopedista a quando do curativo e a quem desejo que nada lhe aconteça de grave. E, claro, que a mim nenhuma recaída surja. Grato a todos pela atenção e carinho.

De tanto jejuar ainda vou cagar um jesuíta, diz Piropos


E, quinze depois lá fui ao bloco ( operatório) para logo sair afim de dar lugar a uma urgência emergente como por cá se diz. Mil desculpas e continuo em jejum dada a possibilidade de ser operado mais logo à noitinha.


Serve a presente para todos avisar que acabo de operado, a todos o meu obrigado

30.01.019
Em alta a caminho da casa museu



Quando de rastos A voz de comando, do estado em modo de voo,
Aconselha voos obrigatórios
Entre avisos vermelho e amarelo
dos escravos livres
de todas mauditorias,

diz o poema


A minha recente e louca experiência hospitalar devido a uma queda e fractura do tornozelo lembra a releitura em tempo real, pos-moderna, da História da Loucura (Michel Foulcaut) , onde como leitor e como tal fui enfiado numa, s enfermaria com outros enfermos de maleitas variadas. Tal como no séc XV, XVI se decidiu prender na mesma cela mendigos, dementes, chulos, putas e alcoólicos de vinho verde e afins.



Um país da queda do carmo e da trindade
No sitio onde me aconteceu a queda não está longe do mesmo local onde o meu avô materno foi há oito dezenas de anos atacado cobardemente por mesarios da nossa senhora do Carmo por ter denunciado desvio de fundos. Foi atacado por três, trindade, ao alvorecer quando se dirigia para o serviço religioso. Dado o seu jogo de pau partiu um braço a um dos atacantes que os fez fugir. Vindo a reconhece-lo quando em futuros serviços apareceu de braço engessado ao peito. Quando inquirido denunciou o mandante da coça que era simplesmente um sujeito que meu avô muito respeitava e que altivo lhe "cuspiu" : "os amigos são os primeiros a foder" . Esse digno filho da puta da sua santa terra ainda hoje dá nome a uma das maiores ruas da minha freguesia por altos serviços ao fascismo e ah corrupção.