02 junho, 2020
27 maio, 2020
26 maio, 2020
Ide ao barbeiro fazer as barbáries, diz o poema
A casa de deus
é um saco de gatas
a tentar erguer-se
Entre
as três assoalhadas
servem os segredos
do amor máximo,
dilu Ente
12 maio, 2020
09 maio, 2020
Como sempre, por esta lua, o Luís Miguel Queirós lá peregrina até à capital poética e ilhas adjacentes para vasculhar nos cestos de papeis das pequenas editoras em busca dum novo-Sena e ou vice-versa dum novo-Joaquim e, só encontra «anões» em alto estado de composição; e mete-os a todos no mesmo saco que o Changuito vergasta com ironia. E Lisboa parece adorar, diz Prosa K
sexta-feira| 8 maio 2020| publicoculturaipsilon
05 maio, 2020
04 maio, 2020
See or not ser, diz o poema
Quando um gajo se vem
Está tudo dito, diz
O grande masturbador
depois de ordenhar a Quarentena
e atirar o leite para a lua
Ide e comei o vírus
Disse em formato
Ser mão
Aos espermatozóides,
diz o poema
Um poema não chora
A morte do seu autor
Mas a do seu amor,
A morte do seu autor
Mas a do seu amor,
diz o poema
Sou tão útil
À sociedade
que ninguém
me quer
comprar,
À sociedade
que ninguém
me quer
comprar,
diz o poema
Todo o obscuro
curo
com lixívia,
curo
com lixívia,
dilu Ente
O poema é a caixa negra
da linguagem,
dilu Ente
da linguagem,
dilu Ente
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| Comunico com o coração em lágrimas, sou filho de várias mães mas duma só quarentena, a Absoluta romântica, | diz Prosa K |
Mais cedo ou mais tarde
não passarei duma frase
maldita na boca dum ignorante,
diz o poema
O meu caos
não é
deste mundo,
dilu Ente
03 maio, 2020
29 abril, 2020
25 abril, 2020
21 abril, 2020
17 abril, 2020
15 abril, 2020
Uma modesta contribuição para que as livrarias possam abrir dada a necessidade dos nossos bens de primeira qualidade, diz Prosa K
14 abril, 2020
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