29 junho, 2011
27 junho, 2011
22 junho, 2011
17 junho, 2011
15 junho, 2011
Convidado do mês de Junho de 2011: A. DASILVA O. FALOU E DISSE SEM TIRAR O CHAPÉU A TALHO DE FOICE | WAF www.worldartfriends.com
P: Como tudo começou?
R: Nas cagadeiras do Estado Poético .
P: Trinta anos?
R: Entre as balas, sempre a cavar a mesma trincheira, vala comum
denunciando os cadáveres que os Cães –assassinos enterram desde a noite dos tempos
P: E …o resto…será Literatura?
R: Será o que Deus não quer
P: ?
R: Sorriso
P: Então esse Gajo não está morto?
R: E bem morto, como todos os poetas.
Somos a prova da sua Morte.
P: Então estou a entrevistar um morto?
R: Enquanto cava a tua sepultura
11 junho, 2011
10 junho, 2011
09 junho, 2011
07 junho, 2011
Carta aberta aos eleitores:de regresso de uma viagem à Utopia onde contraí a malária, poeta moribundo me confesso vomitando as sagradas escrituras que preparam os festejos da chegada do Impossível
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| queda do pano |
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| local do crime relvado |
vendo que a sua acção não tivera qualquer tipo de destaque voltou ao local do crime onde uma nuvem de insectos se lhe abraçou depois de afastar o pano
entra em cena e tenta mostrar as injustiças quando é baleado o pano cai ainda se ouvem as palmas mas nada de acção
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| o bom fim democrático |
02 junho, 2011
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