21 junho, 2016

Olhem quem vai dizer, diz o poema, a Vila Nova Foz Côa? O ru-pest(r)e A. DASILVA O. no próximo dia 2 de Julho por volta da 21h30, mesmo a fechar o Festival de Poesia.


Encostado ao poeta
escrevo no seu tronco
com a ponta dum cigarro
diz o poema
diz o poema
diz o poema
cantam as cigarras
e os pirilampo
ardem como isqueiros
sem pedra
diz o poema
diz o poema
diz o poema


Tem um poema que possa arranjar? 
Descupe mas estou a fumar o ultimo 
diz o poema

09 junho, 2016

ESTAMOS EM OBRAS


estamos a preparar o nosso pavilhão, o 666, para mais uma pedrada 
no charco. Está preparado?!! NÃO-LEIA, chocante?!!!, deveras.
NÃO-LEIA durante este fim de semana, mesmo na feira, compre, roube ou peça emprestado um livro ou uma saca deles e passe o fim de semana com ele debaixo do braço ...






E cá estamos nós no pa-bilhão 666 a propor-lhe um desafio, se é uma/um devoradora de livros ou se lê dum fôlego passe pelo nosso pavilão e concorra a este maravilhoso concurso: Quem devora mais livros em menos tempo e habilite-se a milhares de prémios em livros ... Inscreva-se ... Concorra...seja a Leitor,a do ano!!!


Não critique um livro que não leu. Que importa se o livro é roubado, oferecido ou pago?, sim, alguns livros deveriam ser pagos para serem lidos, talvez aumentasse o número de leitores. Nomeadamente os que estão em rendimento minimo, os reformados,..... O querido filosofo vai estar metaforicamente na nossa caverna, sim hoje o nosso pavilhão, 666 de seu número, foi transformado em caverna electrónica para que o pensamento mínimo, frágil e sem rumo possa usufruir das melhores condições para melhor o distanciamento critico e transmissão de pensamento do que nos vai colectivamente na cabeça. Haverá uma Cicuta de Honra não perca o nosso pensamento mais recente...e temos orgulho de não pensarmos por si, mas em si pensamos...o livro é gratuito assim como a entrada na caverna ... contamos consigo



O nosso pavilhão na feira do livro está um casulo de efeitos borboleta, onde amanhã será queimado o judas r santos. Um auto de fé no mar de palha. Um acontecimento obrigatório no pavilhão 666




Amanhã o nosso «pavilão» na feira, 666, vai ser um livro aberto com miúdos


Hoje a CRIança é o nosso livro do dia a 75% mas atenção não aceitamos devolução e a venda só será efectuada a quem comprovar cientificamente que não é pedófilo. O futuro da literatura está na criança que não habita dentro de nós. Visite-a no nosso paivilão, 666

02 junho, 2016

quem nos deu sonhos para rastejar, diz o poema

a minha borboleta preferida, diz o poema

É só para diz eur que continuo com dose pontos mas já tirei o gesso e, sim, continuo na lista negra. Agradeço a todos a preocupação, diz Piropos, mas dentro de 24 vinte e quatro horas, ninguém cala o poeta mesmo com uma cueca em forma de borboleta, a, também, preferida por Nabokov, eduquem-se chairmenes(charruas)do fb, censores, diz o poema


Ser infantil dá muito trabalho, diz o poema 
e quem quer um filho fá-lo por agosto
Altura em que as tipografias estão fechadas
e as árvores não se deixam plantar

só não voa quem não põe os seus poemas em prática, diz o poema





A censura como arte, diz poema

a arte da censura, diz o poema