Mudar de Vida jornal popularn1www. jornalmudardevida.net foi lançado no último sábado na Casa Viva como um antítodo contra a cicuta governativa socrática e um pontapear na esquerda para que esta acorde da sua apatia
Igreja e Estado, À volta do contraditório bispo do Porto, por António Teixeira Fernandes, uma edição Estratégias Criativas
No presente estudo o autor desenvolve a preocupação e o esforço analítico de enunciar factos, de estabelecer relações, de buscar lógicas, de forma a compreender a situação criada na diocese do Porto e em Portugal com o “caso” do bispo do Porto:
“ Na parenética que lhe vem sendo feita, afirma-se que há um caminhar “até ao deflagrar do afrontamento com o poder, afrontamento que ele assumirá como bispo da Igreja, ao trilhar, sem ser político, os terrenos da política”. Falta aqui análise do sistema político e das diversas modalidades de fazer política no interior da sociedade civil. Em Relações entre a Igreja e o Estado, mostrou-se claramente que o bispo do Porto não terá sido intencionalmente político. A actividade política que nele se desenvolve fluí directamente do seu fundamentalismo. Trata-se de uma visão fundamentalista a extravasar naturalmente para a política, como costuma acontecer com toda a forma de fundamentalismo. Para este, o mundo está constituído na perversidade e na malignidade, que urge, por todos os meios ao alcance salvar, integrando-o adentro da própria Igreja.
Usando a linguagem de Max Weber, dir-se-á que D. António Ferreira Gomes não é profissional da política, sem, contudo, deixar de fazer política como bispo. A imagem que parece ser registada para a história acaba mesmo por ser essencialmente a de um político, embora haja quem, só por ironia, diga que “D. António entregou-se à Igreja e os outros bispos entregaram-se ao Estado”. Tem que se reconhecer que há formas estranhas de se entregar à Igreja. E não faz política, somente através da tribuna que a sua função de bispo lhe oferece. Era-lhe legítimo doutrinar. Isso decorre naturalmente da sua própria missão.” António Teixeira Fernandes, é Doutor em Sociologia, professor catedrático da Universidade do Porto e docente na Faculdade de Letras
Estratégias Criativas
30 outubro, 2007
24 outubro, 2007
Pulga- Mercado Negro avança para mais uma edição lá para finais de Novembro, mais pormenores dentro de momentos
A Editora Estratégias Criativas lança mais dois títulos e uma nota de protesto
Leonardo Coimbra. 1893-1936. Filósofo, Orador, Político
“ Este pequeno volume contém uma síntese biográfica e ideográfica de um dos vultos mais destacados da intelectualidade portuguesa da primeira metade do século XX: Leonardo Coimbra, filósofo, orador, político e professor.
Sentia-se necessidade, há algum tempo, de um estudo global da vida, da obra e do pensamento filosófico do Mestre portuense, pois estava completa a inventariação e publicação dos seus numerosos escritos dispersos e das referências às suas actividades em Periódicos (terminada em 1994), e os seus livros tinham sido escalpelizados do ponto de vista literário, científico, filosófico e pedagógico sucessiva e monograficamente.
Mas havia lacunas no estudo da sua produção literária da primeira fase (1906-1912), bem como da última (1923-1936). O esforço crítico e hermenêutico fora centrado na fase central e mais original da elaboração e difusão do Criacionismo. Por outro lado, o seu pensamento filosófico fora situado predominantemente em contexto cultural e filosófico português, descurando as ligações ao contexto europeu e universal.
Daí a oportunidade de uma síntese acessível, equilibrada, suficientemente elucidativa do conjunto da vida, da obra e do pensamento do Filósofo-Tribuno Portuense.
É o que faz o autor deste livro, conformando-se com o modelo escolhido, para esta colecção de biografias pela Editora Estratégias Criativas.
Nele se contém a biografia mais completa de Leonardo Coimbra, dando conta dos acontecimentos individuais, familiares e sociais que a marcaram e de todas as suas actividades: literária, docente, cultural, oratória e política, situando-as no tempo e no espaço, quantificando e qualificando-as sempre que possível, e apontando as vicissitudes, boas ou más, bem ou mal sucedidas, a quew estiveram sujeitas.
Particular relevo merece a actividade oratória e política, até aqui menos atendida.
O seu pensamento filosófico, pela primeira vez, é tratado na sua totalidade e evolução disringuindo três fases: idealismo libertário, idealismo criacionista, ideorealismo,
Particular desenvolvimento mereceu a transmutação filosófica e religiosa da fase final, relevando a assimilação gradual, e com alguma originalidade, do ideorealismo aristotélico-tomista e o longo percurso de reencontro com a Fé da Igreja Católica.”
“ O CRIACIONISMO de Leonardo Coimbra
Ignorado em obra científica recente
Com data de Setembro de 2007 veio a público o livro Evolução e Criacionismo- Uma relação impossível, e foi objecto de um ciclo de conferências organizado em Lisboa pela Culturgest, nos dias 8 a 12 de Outubro.
Trata-se de um debate que está na moda, vindo dos Estados Unidos, com alguma repercussão na Europa e com indícios de entrada em Portugal
É neste debate que os quatro autores do livro e, a prefaciadora-orientadora, Clara Pinto Correia, se empenham ardorosamente, como biólogos académicos, com intenções pedagógicas e ideológicas: prevenir o assalto do Criacionismo científico às nossas escolas públicas e às nossas mentalidades, ainda regidas por preconceitos criacionistas, quer dizer, teológico-cristãos e mesmo filosóficos.
Fiquei escandalizado ao consultar o Índice de autores das “Referências Bibliográficas” e não encontrar o nome de Leonardo de Coimbra, nem a referência da sua obra O Criacionismo. Porque, que eu saiba, é o único filósofo que deu ao seu sistema filosófico – “esboço de sistema” – este nome, quer em Portugal, quer em qualquer parte do mundo.
Como pode Leonardo Coimbra ser ignorado e estar ausente neste debate, em livro de autores portugueses, ele que tomou posição no mesmo, há um século, precisamente quando era muito acesa a oposição entre Positivismo, ou Cientismo, e Espiritualismo metafísico e religioso? Posição definidora do seu sistema, optando radicalmente pelo Criacionismo, mas sem negar a evolução; antes apoiando-se nela, tal como era formulada então nas ciências físicas, biológicas, psicológicas e sociológicas, como se pode ver na “Análise científica” – a primeira parte do seu primeiro livro de 1912.
Para o Filòsofo portuense, a relação entre a Evolução e Criacionismo, em vez de impossível é necessária – quer dizer, impõe-se por força da lógica do pensamento, do princípio de inteligibilidade ou de razão suficiente (para ele concretizado no princípio da máxima racionalização que rege todo o esforço de construção da ciência); e é mesmo imprescindível, para que o homem não se veja mutilado da sua dimensão metafísica e religiosa. Portanto, o seu Criacionismo é filosófico (metafísico e teista) com demonstração racional a partir de base científica experimental, tendo em conta o facto da evolução cósmica e biológica, tal como então se entendia cientificamente, com formação e informação perfeitamente actualizada
O seu Criacionismo do pensamento humano que, em alongação assimptótica, põe a hipótese do Criacionismo divino, teria, pois, de ser classificado pelos autores citados como exemplo de “Criacionismo científico”, isto é, invadindo os domínios da ciência, com “preconceitos” filosóficos e cristãos. Pois, como sabemos, a doutrina criacionista do Universo e do Homem tem origem bíblico-cristã e foi aceite e fundamentada durante séculos pela filosofia espiritualista, teista, de inspiração teológica cristã. A evolução, por sua vez, é um facto comummente aceite pelos cientistas nos dias de hoje e já no século passado, com explicações e interpretações teóricas divergentes, quer quanto ao conteúdo, quer quanto ao grau de certeza científica, dado tratar-se de um fenómeno registado no tempo, sujeito à historicidade, e irrepetível em observação directa ou em laboratório, ou seja, verdadeira e experimentalmente verificável.
Leonardo Coimbra nem sequer é citado a par de Bergson, este com uma brevíssima referência no capítulo 5, pela influência que teve o seu livro de 1907 L’Évolution créatrice, na divulgação das ideias evolucionistas em França, maior do que a teoria de Darwin. Ora, é sabido que este livro foi certamente uma fonte para Leonardo Coimbra na elaboração do seu Criacionismo, como consta em seus escritos, a partir de 1908. Mas, dele se afastou desde logo, recusando o carácter misterioso do “élan vital” e o anti-intelectualismo subjacente ao conceito de “intuição”, como acesso único ao fundo da realidade. Leonardo Coimbra opta por uma postura gnosiológica, racionalista, idealista, sintética, dialéctica, ascensional. Na evolução biológica, tal como a Razão experimental (científica) a elabora teoricamente ou nocionalmente, encontra a prova do criacionismo do pensamentto, ou do seu sistema filosófico.
Não podiam, pois, os autores do livro em referência deixar de o contar entre os representantes do “ Criacionismo científico “malgré lui” com alguma influência entre nós na actualidade, pois saiu recentemente a quarta edição do seu livro O Criacionismo, foi realizado um Colóquio sobre “ Filosofia e Ciéncia na Obra de Leonardo Coimbra”, em 1992, e acaba de ser publicada uma biografia do Filósofo e Tribuno portuense, incluindo uma síntese de todo o seu pensamento filosófico, diferenciado em três fases, sob o título “Leonardo Coimbra. 1893 – 1936. Filósofo, Orador e Político.”
Bem merecia, ao menos, uma “menção honrosa”, para ele e para a Filosofia portuguesa.
Ângelo Alves”
A Editora Estratégias Criativas lança mais dois títulos e uma nota de protesto
Leonardo Coimbra. 1893-1936. Filósofo, Orador, Político
“ Este pequeno volume contém uma síntese biográfica e ideográfica de um dos vultos mais destacados da intelectualidade portuguesa da primeira metade do século XX: Leonardo Coimbra, filósofo, orador, político e professor.
Sentia-se necessidade, há algum tempo, de um estudo global da vida, da obra e do pensamento filosófico do Mestre portuense, pois estava completa a inventariação e publicação dos seus numerosos escritos dispersos e das referências às suas actividades em Periódicos (terminada em 1994), e os seus livros tinham sido escalpelizados do ponto de vista literário, científico, filosófico e pedagógico sucessiva e monograficamente.
Mas havia lacunas no estudo da sua produção literária da primeira fase (1906-1912), bem como da última (1923-1936). O esforço crítico e hermenêutico fora centrado na fase central e mais original da elaboração e difusão do Criacionismo. Por outro lado, o seu pensamento filosófico fora situado predominantemente em contexto cultural e filosófico português, descurando as ligações ao contexto europeu e universal.
Daí a oportunidade de uma síntese acessível, equilibrada, suficientemente elucidativa do conjunto da vida, da obra e do pensamento do Filósofo-Tribuno Portuense.
É o que faz o autor deste livro, conformando-se com o modelo escolhido, para esta colecção de biografias pela Editora Estratégias Criativas.
Nele se contém a biografia mais completa de Leonardo Coimbra, dando conta dos acontecimentos individuais, familiares e sociais que a marcaram e de todas as suas actividades: literária, docente, cultural, oratória e política, situando-as no tempo e no espaço, quantificando e qualificando-as sempre que possível, e apontando as vicissitudes, boas ou más, bem ou mal sucedidas, a quew estiveram sujeitas.
Particular relevo merece a actividade oratória e política, até aqui menos atendida.
O seu pensamento filosófico, pela primeira vez, é tratado na sua totalidade e evolução disringuindo três fases: idealismo libertário, idealismo criacionista, ideorealismo,
Particular desenvolvimento mereceu a transmutação filosófica e religiosa da fase final, relevando a assimilação gradual, e com alguma originalidade, do ideorealismo aristotélico-tomista e o longo percurso de reencontro com a Fé da Igreja Católica.”
“ O CRIACIONISMO de Leonardo Coimbra
Ignorado em obra científica recente
Com data de Setembro de 2007 veio a público o livro Evolução e Criacionismo- Uma relação impossível, e foi objecto de um ciclo de conferências organizado em Lisboa pela Culturgest, nos dias 8 a 12 de Outubro.
Trata-se de um debate que está na moda, vindo dos Estados Unidos, com alguma repercussão na Europa e com indícios de entrada em Portugal
É neste debate que os quatro autores do livro e, a prefaciadora-orientadora, Clara Pinto Correia, se empenham ardorosamente, como biólogos académicos, com intenções pedagógicas e ideológicas: prevenir o assalto do Criacionismo científico às nossas escolas públicas e às nossas mentalidades, ainda regidas por preconceitos criacionistas, quer dizer, teológico-cristãos e mesmo filosóficos.
Fiquei escandalizado ao consultar o Índice de autores das “Referências Bibliográficas” e não encontrar o nome de Leonardo de Coimbra, nem a referência da sua obra O Criacionismo. Porque, que eu saiba, é o único filósofo que deu ao seu sistema filosófico – “esboço de sistema” – este nome, quer em Portugal, quer em qualquer parte do mundo.
Como pode Leonardo Coimbra ser ignorado e estar ausente neste debate, em livro de autores portugueses, ele que tomou posição no mesmo, há um século, precisamente quando era muito acesa a oposição entre Positivismo, ou Cientismo, e Espiritualismo metafísico e religioso? Posição definidora do seu sistema, optando radicalmente pelo Criacionismo, mas sem negar a evolução; antes apoiando-se nela, tal como era formulada então nas ciências físicas, biológicas, psicológicas e sociológicas, como se pode ver na “Análise científica” – a primeira parte do seu primeiro livro de 1912.
Para o Filòsofo portuense, a relação entre a Evolução e Criacionismo, em vez de impossível é necessária – quer dizer, impõe-se por força da lógica do pensamento, do princípio de inteligibilidade ou de razão suficiente (para ele concretizado no princípio da máxima racionalização que rege todo o esforço de construção da ciência); e é mesmo imprescindível, para que o homem não se veja mutilado da sua dimensão metafísica e religiosa. Portanto, o seu Criacionismo é filosófico (metafísico e teista) com demonstração racional a partir de base científica experimental, tendo em conta o facto da evolução cósmica e biológica, tal como então se entendia cientificamente, com formação e informação perfeitamente actualizada
O seu Criacionismo do pensamento humano que, em alongação assimptótica, põe a hipótese do Criacionismo divino, teria, pois, de ser classificado pelos autores citados como exemplo de “Criacionismo científico”, isto é, invadindo os domínios da ciência, com “preconceitos” filosóficos e cristãos. Pois, como sabemos, a doutrina criacionista do Universo e do Homem tem origem bíblico-cristã e foi aceite e fundamentada durante séculos pela filosofia espiritualista, teista, de inspiração teológica cristã. A evolução, por sua vez, é um facto comummente aceite pelos cientistas nos dias de hoje e já no século passado, com explicações e interpretações teóricas divergentes, quer quanto ao conteúdo, quer quanto ao grau de certeza científica, dado tratar-se de um fenómeno registado no tempo, sujeito à historicidade, e irrepetível em observação directa ou em laboratório, ou seja, verdadeira e experimentalmente verificável.
Leonardo Coimbra nem sequer é citado a par de Bergson, este com uma brevíssima referência no capítulo 5, pela influência que teve o seu livro de 1907 L’Évolution créatrice, na divulgação das ideias evolucionistas em França, maior do que a teoria de Darwin. Ora, é sabido que este livro foi certamente uma fonte para Leonardo Coimbra na elaboração do seu Criacionismo, como consta em seus escritos, a partir de 1908. Mas, dele se afastou desde logo, recusando o carácter misterioso do “élan vital” e o anti-intelectualismo subjacente ao conceito de “intuição”, como acesso único ao fundo da realidade. Leonardo Coimbra opta por uma postura gnosiológica, racionalista, idealista, sintética, dialéctica, ascensional. Na evolução biológica, tal como a Razão experimental (científica) a elabora teoricamente ou nocionalmente, encontra a prova do criacionismo do pensamentto, ou do seu sistema filosófico.
Não podiam, pois, os autores do livro em referência deixar de o contar entre os representantes do “ Criacionismo científico “malgré lui” com alguma influência entre nós na actualidade, pois saiu recentemente a quarta edição do seu livro O Criacionismo, foi realizado um Colóquio sobre “ Filosofia e Ciéncia na Obra de Leonardo Coimbra”, em 1992, e acaba de ser publicada uma biografia do Filósofo e Tribuno portuense, incluindo uma síntese de todo o seu pensamento filosófico, diferenciado em três fases, sob o título “Leonardo Coimbra. 1893 – 1936. Filósofo, Orador e Político.”
Bem merecia, ao menos, uma “menção honrosa”, para ele e para a Filosofia portuguesa.
Ângelo Alves”
“Imaginário Turístico e Sociabilidades de Viagem é o título da obra de Rachid Amirou, recentemente editada pela Editora Estratégias Criativas, em co-edição com a Associação Portuguesa de Turismologia (APTUR).
O autor propõe neste trabalho um exame diacrónico dos comportamentos de viagem, investigando os possíveis contributos e vestígios de antigas formas de mobilidade humanas, e um exame sincrónico, pondo em evidência as motivações e as significações imputadas, nos nossos dias, à ideia de viagem nas suas diferentes formas.
Professor de Sociologia e Antropologia na Universidade de Perpignan, doutor em Ciências Humanas, Rachid Amirou propõe uma nova visão para o Turismo e para o Lazer, distinguindo três dimensões, que, segundo afirma, marcam a experiência do turista: a relação consigo próprio (a procura do sentido), a relação com o espaço (a procura do alhures) e a relação com os outros (a procura de novas sociabilidades, mais genuínas e naturais).
Colocando o imaginário turístico como elemento central da análise, o autor apresenta o Turismo como lugar de inovação societal, através do qual o homem moderno procura reconstituir uma sociabilidade perdida: a communitas. A viagem, as férias, são assim para Amirou, uma espécie de laboratório, uma área de jogo, que facilita a transição entre dois mundo: o mundo familiar de sujeito e o mundo desconhecido. Graças ao exotismo, entendido como um dos principais elementos do imaginário turístico, o desconhecido assume uma aura de atractividade, deixando de ser percebido como ameaçador.
Segundo Amirou “aqui o sujeito não é tanto o individuo – tão caro aos economistas neo – clássicos – mas sim a persona, com as suas dimensões de jogo identitário, de máscaras societais…”.
a obra poderá ser adquirida por 14 Euros (+ IVA) em diversas livrarias.”
O autor propõe neste trabalho um exame diacrónico dos comportamentos de viagem, investigando os possíveis contributos e vestígios de antigas formas de mobilidade humanas, e um exame sincrónico, pondo em evidência as motivações e as significações imputadas, nos nossos dias, à ideia de viagem nas suas diferentes formas.
Professor de Sociologia e Antropologia na Universidade de Perpignan, doutor em Ciências Humanas, Rachid Amirou propõe uma nova visão para o Turismo e para o Lazer, distinguindo três dimensões, que, segundo afirma, marcam a experiência do turista: a relação consigo próprio (a procura do sentido), a relação com o espaço (a procura do alhures) e a relação com os outros (a procura de novas sociabilidades, mais genuínas e naturais).
Colocando o imaginário turístico como elemento central da análise, o autor apresenta o Turismo como lugar de inovação societal, através do qual o homem moderno procura reconstituir uma sociabilidade perdida: a communitas. A viagem, as férias, são assim para Amirou, uma espécie de laboratório, uma área de jogo, que facilita a transição entre dois mundo: o mundo familiar de sujeito e o mundo desconhecido. Graças ao exotismo, entendido como um dos principais elementos do imaginário turístico, o desconhecido assume uma aura de atractividade, deixando de ser percebido como ameaçador.
Segundo Amirou “aqui o sujeito não é tanto o individuo – tão caro aos economistas neo – clássicos – mas sim a persona, com as suas dimensões de jogo identitário, de máscaras societais…”.
a obra poderá ser adquirida por 14 Euros (+ IVA) em diversas livrarias.”
17 outubro, 2007
Sim, pedimos desculpa mas por razões de sobrevivência temos andado a arrumar carros dentro das novas oportunidades a ver se conseguimos o choque, leia-se cheque, tecnológico necessário.
Sim temos estado a reflectir sobre o estado imundo do real no campo das hipóteses observando as ratos a circularem nos nossos cornos genealógicos
e neste sentido pedimos desculpa por esta interrupção
Sim temos estado a reflectir sobre o estado imundo do real no campo das hipóteses observando as ratos a circularem nos nossos cornos genealógicos
e neste sentido pedimos desculpa por esta interrupção
31 julho, 2007
Pedro Parcerias deixou-nos na sexta-feira passada. Quebramos o silêncio para lhe prestar a mais sublime e sentida das homenagens…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….
04 julho, 2007
Obras e manobras não impedem Pulga de dar notícia de algumas chegadas: a Canto Escuro, www.edicoescantoescuro.blogspot.com, com duas novidades “Vertigem” de M. Parissy, e “As Noites Contadas” de Vítor Vicente ambos originais de poesia. Já sabem podem pedir ao homem-pulga que anda pelas ruas …da urbe, claro via tlm ou melhor ainda, directamente à editora
Durante os próximos meses, 2?, a Pulga deve estar a funcionar na nossa página. A Pulga-mar,ginal devido à logística também não se realizará na Foz. Estudam-se alternativas…a ver vamos
“HÚMUS, Revista Anarquista, #3 Abril 07” também cá está e no http:ccl.yoll.net “…A revista Húmus é uma publicação do Centro de Cultura Libertária, em Almada, que queremos fazer sair de quatro em quatro meses. Com a revista Húmus, pretendemos retomar o bom hábito crítico de expressar por escrito as reflexões e debates que realizamos, os textos e contextos que nos agradam. Já anteriormente existiram publicações do CCL, que se tornaram bastante importantes para o movimento libertário do seu tempo, como a Voz Anarquista, nos anos 70, a Antítese na década de 80, e o Boletim de informação Anarquista, nos anos 90.
…” introduzem e complementam, entre outros, “Prolegómeno para uma prática sem sentido”, “Teorias da Conspurcação, o grupo de Bilderberg” e o “destaque” a Jean Baudrillard sobre o niilismo, textos próprios e comentário sobre o “Jardim Devastado …”
Durante os próximos meses, 2?, a Pulga deve estar a funcionar na nossa página. A Pulga-mar,ginal devido à logística também não se realizará na Foz. Estudam-se alternativas…a ver vamos
“HÚMUS, Revista Anarquista, #3 Abril 07” também cá está e no http:ccl.yoll.net “…A revista Húmus é uma publicação do Centro de Cultura Libertária, em Almada, que queremos fazer sair de quatro em quatro meses. Com a revista Húmus, pretendemos retomar o bom hábito crítico de expressar por escrito as reflexões e debates que realizamos, os textos e contextos que nos agradam. Já anteriormente existiram publicações do CCL, que se tornaram bastante importantes para o movimento libertário do seu tempo, como a Voz Anarquista, nos anos 70, a Antítese na década de 80, e o Boletim de informação Anarquista, nos anos 90.
…” introduzem e complementam, entre outros, “Prolegómeno para uma prática sem sentido”, “Teorias da Conspurcação, o grupo de Bilderberg” e o “destaque” a Jean Baudrillard sobre o niilismo, textos próprios e comentário sobre o “Jardim Devastado …”
30 junho, 2007
27 junho, 2007
É já no sábado, dia 30 de Junho, pelas 18h30m, que A Dasilva O intervirá, na sala estúdio da Casa-Viva.blogspot.com, numa leitura encenada de UX, um original estupidamente dramático onde o autor-leitor se imagina em férias hospedado num quarto do hotel Obersalzberg, outrora lugar onde o núcleo duro nazi se reunia, mais conhecido por ninho das águias.
15 junho, 2007
Querem saldos? Muito bem há que dar um salto à nossa página edicoes-mortas.com e os nossos títulos disponiveis estão a 50% mais baratos do preço por lá praticado até finais de julho
sim, as novidades também
Hoje em Braga às 18h o nosso Saloon A.Pedro Ribeiro estará à vossa disposição na deliciosa 100ª página livraria. Rui Lage far-lhe-á companhia
O homem-pulga estará mais tarde, pelas 22h noPinguim, Porto, com o Manual do Desempregado, o Liberato autor e o pregador: dizeur António Pedro
sim, as novidades também
Hoje em Braga às 18h o nosso Saloon A.Pedro Ribeiro estará à vossa disposição na deliciosa 100ª página livraria. Rui Lage far-lhe-á companhia
O homem-pulga estará mais tarde, pelas 22h noPinguim, Porto, com o Manual do Desempregado, o Liberato autor e o pregador: dizeur António Pedro
06 junho, 2007
Prontos. Pulga saiu do corredor da morte de cabeça erguida, via injecção letal. Voltou ao útero materno Casa-Museu A Dasilva O. Onde calmamente irá renascer das cinzas, começando por abrir os caixões e devolver, o mais depressa possível, os livros aos editores que connosco –cumpliciaram- e que continuarão já que o quintal desprezado da Casa-Museu A Dasilva O realizará talvez final do próximo mês com uma feira Pulga e onde será lançado o Sangue dos Poetas, o vinho é fabuloso, o poema é no mínimo medíocre (mais pormenores com o andar da carruagem, esteja atento aos próximos capítulos, risos) Pulga será também uma querida livraria digital no sitio das www.edicoes-mortas.com e uma revista digital e tudo…
Pulga Mar-ginal feira é uma hipótese, lá para a Foz do Porto lá para finais, também do final do próximo mês
O homem-pulga voltará ao seu nomadismo pela urbe, sem lugar fixo, mas facilmente reconhecível já que transportará o seu abjecto caixão
No próximo dia 8 pelas 21,30 estará na Póvoa do Varzim no Diana Bar transformado metaforicamente no livro Saloon de A. Pedro Ribeiro
E o que mais se verá
Sempre no Outro lado da Literatura
Pulga Mar-ginal feira é uma hipótese, lá para a Foz do Porto lá para finais, também do final do próximo mês
O homem-pulga voltará ao seu nomadismo pela urbe, sem lugar fixo, mas facilmente reconhecível já que transportará o seu abjecto caixão
No próximo dia 8 pelas 21,30 estará na Póvoa do Varzim no Diana Bar transformado metaforicamente no livro Saloon de A. Pedro Ribeiro
E o que mais se verá
Sempre no Outro lado da Literatura
22 maio, 2007
No próximo dia 31, PULGA, a minha querida livraria - do tamanho de um livro -, vai desta para melhor como tem sido notícia no corredor da morte.
As festas da Agonia começam pois amanhã com as Edições Mortas e outras editoras alternativas a servirem pratos de literatura alternativa a preços, como diria o outro, de perder a cabeça e claro com uma pequena zona de roubo
Entretanto chegou-nos CARNE revista trimestral nº1, 1€, pedidos www.carneeditora.blogspot.com e mais PRODUÇÕES GÉRMEN: literaturas e culturas nº 24, nº26, distribuição gratuita: Gérmen cadernos literários, nº12, 4ª série, 2,5€; e A OUTRA SEREIA, livro de poemas de Pedro Águas, 8€, pedidos para: Largo Zeca Afonso, lote 2, 1º E, 7570- 133 Grândola
As festas da Agonia começam pois amanhã com as Edições Mortas e outras editoras alternativas a servirem pratos de literatura alternativa a preços, como diria o outro, de perder a cabeça e claro com uma pequena zona de roubo
Entretanto chegou-nos CARNE revista trimestral nº1, 1€, pedidos www.carneeditora.blogspot.com e mais PRODUÇÕES GÉRMEN: literaturas e culturas nº 24, nº26, distribuição gratuita: Gérmen cadernos literários, nº12, 4ª série, 2,5€; e A OUTRA SEREIA, livro de poemas de Pedro Águas, 8€, pedidos para: Largo Zeca Afonso, lote 2, 1º E, 7570- 133 Grândola
04 maio, 2007
Mais
Nada.com.pt, chegou o nº 9, 8,57€, vezes “da consciência quântica aos mundos tecnoxamânicos” por Roy Ascott, “ Notas para uma genealogia da arte computacional” entrevista a André Favilla, “Desaparecimento, falha e êxodo” entrevista a João Tabarra, “O livro Porético” por Silva Carvalho e “ Corpos fragmentados e domesticados na reprodução assistida
mais contacto@sempreempe.pt, edições iniciam uma nova colecção: Cadernos Schumacher para a sustentabilidade com dois títulos: 1, “Criar Cidades Sustentáveis” por Herbert Girardet, 8€; 2, “Transformar a Economia, desafio para o Terceiro Milénio, por James Robertson, 8€
Nada.com.pt, chegou o nº 9, 8,57€, vezes “da consciência quântica aos mundos tecnoxamânicos” por Roy Ascott, “ Notas para uma genealogia da arte computacional” entrevista a André Favilla, “Desaparecimento, falha e êxodo” entrevista a João Tabarra, “O livro Porético” por Silva Carvalho e “ Corpos fragmentados e domesticados na reprodução assistida
mais contacto@sempreempe.pt, edições iniciam uma nova colecção: Cadernos Schumacher para a sustentabilidade com dois títulos: 1, “Criar Cidades Sustentáveis” por Herbert Girardet, 8€; 2, “Transformar a Economia, desafio para o Terceiro Milénio, por James Robertson, 8€
27 abril, 2007
O 25deAbril foi ontem violentamente espancado, arrastado e preso na comemoração dos seus trinta e três anos pelo terrorismo doméstico dum estado bipolar e intelectualmente desonesto atirando os seus cães à Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
33 anos depois a Pide, cheia de lantejolas pós-modernas, oxigenada e mascarada de força da ordem ressuscitou das cinzas
13 abril, 2007
Estamos, Edições Mortas, presentes na feira do livro de Braga no pavilhão da Letra Livre. Estamos lá, entre outros, os mais recentes.
Via Deflagra chegou o oitavo jornal-coice-de-mula@hotmail.com, 2€, “Na aceleração da velocidade que a máquina omnipresente ordena, já rumo a Marte e acumulando destroços, vamos morrendo um pouco mais uns para os outros. Por falta de tempo. Com a exaustão a apoderar-se da alma do mundo, na lunar paisagem interior alastram os buracos negros por onde a luz se despenha. Talvez o vazio assim criado à nossa volta anuncie um outro mundo”
E neste sentido ou, talvez, não, Fernando Morais enche a Pulga de ternura com o seu último livro de poemas “ um Pedacinho de Amor”, 7€.
Via Deflagra chegou o oitavo jornal-coice-de-mula@hotmail.com, 2€, “Na aceleração da velocidade que a máquina omnipresente ordena, já rumo a Marte e acumulando destroços, vamos morrendo um pouco mais uns para os outros. Por falta de tempo. Com a exaustão a apoderar-se da alma do mundo, na lunar paisagem interior alastram os buracos negros por onde a luz se despenha. Talvez o vazio assim criado à nossa volta anuncie um outro mundo”
E neste sentido ou, talvez, não, Fernando Morais enche a Pulga de ternura com o seu último livro de poemas “ um Pedacinho de Amor”, 7€.
07 abril, 2007
Big Ode 1, big-ode.blogspot .com, 7euros, chegou “com a participação de autores que contribuem para a continuidade da poesia visual, poesia experimental e apresentando-se como um projecto de investigação, pelo seu trabalho de pesquisa e antologia”
Águas Furtadas 10, revista-aguasfurtadas.blogspot.com de literatura, música e artes visuais, 11,40euros, pela Pulga nadam alguns números anteriores: 4/5, 8 e 9 “ desde o primeiro número que se pretende dar a conhecer nomes inéditos nas várias áreas da literatura e das artes, pondo-as ao lado de autores com algum relevo”
Entre aspas as palavras dos respectivos editores
Águas Furtadas 10, revista-aguasfurtadas.blogspot.com de literatura, música e artes visuais, 11,40euros, pela Pulga nadam alguns números anteriores: 4/5, 8 e 9 “ desde o primeiro número que se pretende dar a conhecer nomes inéditos nas várias áreas da literatura e das artes, pondo-as ao lado de autores com algum relevo”
Entre aspas as palavras dos respectivos editores
03 abril, 2007
O corredor da morte anda preocupado, não pára de receber telefonemas anónimos. Cristo pergunta-lhe se tem inimigos? O corredor da morte sorri. E responde-lhe com uma pergunta, qual foi, desta vez, o que pedira para a última ceia? Cristo sorriu, CIANETO gargalhou, vamos lá ver se desta não volto ao corredor da morte ao terceiro dia
Pulga para esta quadra aconselha Chili Com Carne, nomeadamente o Macaco Tozé, de Janus, 9,40 cada dose
Pulga para esta quadra aconselha Chili Com Carne, nomeadamente o Macaco Tozé, de Janus, 9,40 cada dose
21 março, 2007
O corredor da morte está cheio de tesão e é ouvi-lo tal rouxinol neste inicio de primavera e dia mundial de poesia estupidamente correcta e, claro é um orgasmo ver Noami Campbell a passar o corredor a pano
“O POETA A VIR-SE
a. dasilva o.
Você quer ver com os seus próprios olhos
Como nasce um poema? Você quer saber até às últimas consequências como um poema se desenvolve tal tumor maligno na linguagem?
Cuidado! Você será sujeito a uma experiência limite
Com consequências imprevisíveis
Para o seu bem-estar
Social, político, cultural e especialmente espiritual
Cuidado! No passado recente temos sido acusados, devido às nossas intervenções públicas, nomeadamente “Os Malefícios da Literatura”, ultimamente e no passado mais longínquo “Leite, Literatura e Assassinos” acusados dizia eu, - este eu é um eu desarticulado, fendido e insultado na sua inteligência – de sermos causadores de graves danos, por vezes mortais e é nesse sentido que está avisado: Você passará a partir deste momento a ser uma pessoa que vê e sabe demais
Levante-se pois uma ponta do véu:
Eis o Poeta em pleno acto criativo
No melhor corpo cai a noite
De quem a sete selos
Tenta criar o paraíso
Terreno num beco sem saída
Estou a vir-me
Num espelho escrito por dentro
E por fora
Estou a vir-me
Enjaulado em mim
Distorcido
De um lado para o outro
Cabalístico
Estou a vir-me
As banhas, as cicatrizes,
As chicotadas psicológicas,
Os olhares psicóticos,
As taras, os traumas:
Exercícios de esquecimento
Interdito
Estou a vir-me
À volta do corpo,
Essa embarcação hostil,
Estou a vir-me
À volta do corpo
Os passos perdidos do desconhecido
Estou a vir-me
Tal cão saindo dum banho de sangue
Estou a vir-me
Num banho de vozes
A sete chaves
Que nada dizem
Estou a vir-me
À base
De plásticas e constante
Arrancar de costelas
Estou a vir-me
No desconhecido
Ser que morre como nasce
Escrito, tatuado por dentro e por fora
Com a miséria mental
A tapar-lhe os olhos,
Estou a vir-me
Absolutamente
Perdido
Em sonhos, banhas,
Cicatrizes para e psicológicas, chicotadas
Psicóticas em eternos
Exercícios de esquecimento
Estou a vir-me
Há três dias e três noites
Só me apetece delirar
Neste beco sem saída
Que é o corpo
Em permanente banho de multidão
Estou a vir-me
Em flagelo
A vir-me para o conhecido
Livro dos sete selos
E nas suas sete taças
Escritas por dentro
E por fora
Estou a vir-me”
“O POETA A VIR-SE
a. dasilva o.
Você quer ver com os seus próprios olhos
Como nasce um poema? Você quer saber até às últimas consequências como um poema se desenvolve tal tumor maligno na linguagem?
Cuidado! Você será sujeito a uma experiência limite
Com consequências imprevisíveis
Para o seu bem-estar
Social, político, cultural e especialmente espiritual
Cuidado! No passado recente temos sido acusados, devido às nossas intervenções públicas, nomeadamente “Os Malefícios da Literatura”, ultimamente e no passado mais longínquo “Leite, Literatura e Assassinos” acusados dizia eu, - este eu é um eu desarticulado, fendido e insultado na sua inteligência – de sermos causadores de graves danos, por vezes mortais e é nesse sentido que está avisado: Você passará a partir deste momento a ser uma pessoa que vê e sabe demais
Levante-se pois uma ponta do véu:
Eis o Poeta em pleno acto criativo
No melhor corpo cai a noite
De quem a sete selos
Tenta criar o paraíso
Terreno num beco sem saída
Estou a vir-me
Num espelho escrito por dentro
E por fora
Estou a vir-me
Enjaulado em mim
Distorcido
De um lado para o outro
Cabalístico
Estou a vir-me
As banhas, as cicatrizes,
As chicotadas psicológicas,
Os olhares psicóticos,
As taras, os traumas:
Exercícios de esquecimento
Interdito
Estou a vir-me
À volta do corpo,
Essa embarcação hostil,
Estou a vir-me
À volta do corpo
Os passos perdidos do desconhecido
Estou a vir-me
Tal cão saindo dum banho de sangue
Estou a vir-me
Num banho de vozes
A sete chaves
Que nada dizem
Estou a vir-me
À base
De plásticas e constante
Arrancar de costelas
Estou a vir-me
No desconhecido
Ser que morre como nasce
Escrito, tatuado por dentro e por fora
Com a miséria mental
A tapar-lhe os olhos,
Estou a vir-me
Absolutamente
Perdido
Em sonhos, banhas,
Cicatrizes para e psicológicas, chicotadas
Psicóticas em eternos
Exercícios de esquecimento
Estou a vir-me
Há três dias e três noites
Só me apetece delirar
Neste beco sem saída
Que é o corpo
Em permanente banho de multidão
Estou a vir-me
Em flagelo
A vir-me para o conhecido
Livro dos sete selos
E nas suas sete taças
Escritas por dentro
E por fora
Estou a vir-me”
13 março, 2007
06 março, 2007
27 fevereiro, 2007
o Corredor da Morte já tem novo bispo,
foi com estatológica alegria recebida a noticia
no local do crime
a ordem está restablecida já
se pode jogar xadrês
com clemente
xeque-mate
É pecado não ler a revista semestral de Poesia e Tradução Di Versos editada pela www.sempreempe.pt na Pulga já cá canta o nº 10, 8,55€, preço pulga, os nºs 9,8,7,6 andam por cá
Livraria da Praça, em Viseu, fechou, má noticia, esperemos que devolvam os livros consignados, obrigado
Sérgio Polvo, por falar nisso, ainda não deu noticias, nem pagou, o contabilista nunca mais chega de férias, dá para ler as tretas aqui mesmo neste blogue logo nos inicios, nem devolveu livros (fat.521, 7.3.05: 16,80 €)
Abril em Maio, Maçarico era bom que não lavasses as mãos, como parece ter feito Eduarda Dionísio e… devolvesses os livros ed. Mortas
Anastácio Bento, livraria Ler com Prazer, há quase dois anos que dizes que vais fazer a transferência, bancária, montante em causa: 20 (fact.535, 3.10. 05)
Liuvraria Americana mandou-nos a alteração de morada para entrega de encomendas e…ainda não efectuou o pagamento da nossa fact. Nº 438, 26,60€ de 31 de Janeiro de 2003
Ainda se lamentam do corredor da morte, morte aos livreiros fingidores, um dia destes aí estamos: o esquadrão da morte.
imperdoável
E já sabem, Sábado, dia 3, entre as 17h e as 19h, Pulga será um imenso Saloon com A.Pedro Ribeiro a andar à roda
foi com estatológica alegria recebida a noticia
no local do crime
a ordem está restablecida já
se pode jogar xadrês
com clemente
xeque-mate
É pecado não ler a revista semestral de Poesia e Tradução Di Versos editada pela www.sempreempe.pt na Pulga já cá canta o nº 10, 8,55€, preço pulga, os nºs 9,8,7,6 andam por cá
Livraria da Praça, em Viseu, fechou, má noticia, esperemos que devolvam os livros consignados, obrigado
Sérgio Polvo, por falar nisso, ainda não deu noticias, nem pagou, o contabilista nunca mais chega de férias, dá para ler as tretas aqui mesmo neste blogue logo nos inicios, nem devolveu livros (fat.521, 7.3.05: 16,80 €)
Abril em Maio, Maçarico era bom que não lavasses as mãos, como parece ter feito Eduarda Dionísio e… devolvesses os livros ed. Mortas
Anastácio Bento, livraria Ler com Prazer, há quase dois anos que dizes que vais fazer a transferência, bancária, montante em causa: 20 (fact.535, 3.10. 05)
Liuvraria Americana mandou-nos a alteração de morada para entrega de encomendas e…ainda não efectuou o pagamento da nossa fact. Nº 438, 26,60€ de 31 de Janeiro de 2003
Ainda se lamentam do corredor da morte, morte aos livreiros fingidores, um dia destes aí estamos: o esquadrão da morte.
imperdoável
E já sabem, Sábado, dia 3, entre as 17h e as 19h, Pulga será um imenso Saloon com A.Pedro Ribeiro a andar à roda
22 fevereiro, 2007
No próximo dia 3 de Março, A. Pedro Ribeiro estará na Pulga das 17h às 19 com o seu novo livro “Saloon” ed. Mortas para o que der e vier
No corredor da morte os fantasmas estão em balanço entre contas de cabeça a tentar não perder o fio à meada
Pulga já tem último número da Bíblia, 5€, biblia. Werhure.com , cimagomes@gmail.com, o 26º “ esta edição da revista Bíblia é dedicada a África e tem a participação de autores portugueses, santomenses, angolanos, brasileiros, nigerianos, tanzanianos e espanhóis…”
No corredor da morte os fantasmas estão em balanço entre contas de cabeça a tentar não perder o fio à meada
Pulga já tem último número da Bíblia, 5€, biblia. Werhure.com , cimagomes@gmail.com, o 26º “ esta edição da revista Bíblia é dedicada a África e tem a participação de autores portugueses, santomenses, angolanos, brasileiros, nigerianos, tanzanianos e espanhóis…”
25 janeiro, 2007
Lançamentos Pulga
- MANUAL DO DESEMPREGADO, DE LIBERATO, DIA 3 DE FEVEREIRO 2007, COM LEITURA DO ACTOR ANTÓNIO PEDRO, DAS 15H-17H
- A INSCRIÇÃO NA LÁPIDE, DE FERNANDO MORAIS, DIA 10 DE FEVEREIRO 2007, DAS 17H-19H
O corredor da morte está cheio de luz, parece um túnel encharcado de abortos, vítimas do discurso da ordem e, ou canónico, e todos os seus boletins noticiosos onde as mães, balzaquianas pós-modernas se sentem impotentes para explicar aos filhos, o real noticiado pelas televisões no horário nobre, preferindo filmes de acção dando razão a A Dasilva O quando há tempos propunha numa reunião pública a exibição diária, em vez dos telejornais, do filme O Império dos Sentidos, sim aquele, que proporcionou a um senhor bispo conhecimentos que uma vida quase inteira não lhe tinha ensinado. Bom o rapaz esteve para lhe acontecer o mesmo que a Saddam e a uma dúzia de crianças que brincam com coisas sérias. E depois temos o Limbo, há pouco renegado, onde o discurso da ordem e, ou canónico enterrou as suas vítimas, tal aterro sanitário e, ou limpeza ética. Há quem diga que vão lá erguer um enorme complexo clínico privado para que o discurso da ordem, correcto e canónico prossiga a sua missão evangélica. Para tal é necessário que o não vença para o bem voltar a atacar.
- MANUAL DO DESEMPREGADO, DE LIBERATO, DIA 3 DE FEVEREIRO 2007, COM LEITURA DO ACTOR ANTÓNIO PEDRO, DAS 15H-17H
- A INSCRIÇÃO NA LÁPIDE, DE FERNANDO MORAIS, DIA 10 DE FEVEREIRO 2007, DAS 17H-19H
O corredor da morte está cheio de luz, parece um túnel encharcado de abortos, vítimas do discurso da ordem e, ou canónico, e todos os seus boletins noticiosos onde as mães, balzaquianas pós-modernas se sentem impotentes para explicar aos filhos, o real noticiado pelas televisões no horário nobre, preferindo filmes de acção dando razão a A Dasilva O quando há tempos propunha numa reunião pública a exibição diária, em vez dos telejornais, do filme O Império dos Sentidos, sim aquele, que proporcionou a um senhor bispo conhecimentos que uma vida quase inteira não lhe tinha ensinado. Bom o rapaz esteve para lhe acontecer o mesmo que a Saddam e a uma dúzia de crianças que brincam com coisas sérias. E depois temos o Limbo, há pouco renegado, onde o discurso da ordem e, ou canónico enterrou as suas vítimas, tal aterro sanitário e, ou limpeza ética. Há quem diga que vão lá erguer um enorme complexo clínico privado para que o discurso da ordem, correcto e canónico prossiga a sua missão evangélica. Para tal é necessário que o não vença para o bem voltar a atacar.
20 janeiro, 2007
É no dia 10 de Fevereiro que o livro “ A Inscrição na Lápide”, de Fernando Morais, edições mortas, será lançado, aqui, na Pulga
Cá está o nº 11 de Gérmen, Cadernos literários, com “ O sr. Pantera e a Magnífica Alma, de Pedro Águas, Comércio de Ideias, de Carlos Ramos e Poesia de António Garção, Carlos Ramos, José Aragão,...,- só para consulta, vai na 4ª série, é editado por Pedro Águas e Carlos Correia, pedidos (5euros) para Largo Zeca Afonso, lote 2, 1ºE, 7570-133 Grândola
Mais uma BOCA DE INFERNO, nº duplo 4-5, 7,50euros, uma edição aquilo.teatro@sapo.pt – bocadeincendio@gmail.com projecto que vem de longe, do interior “onde a periferia está exactamente no centro”, como dizem no 1 nº onde privilegiam a literatura e as artes plásticas. “ esta revista não será um terreno para a doutrina e a unilateralidade, mas um espaço de liberdade, de qualidade, de diálogo e de optimismo. Se assim não for, fecharemos por motivo de...pantomima propagandística.” Formulam Américo Rodrigues e António Godinho. Este duplo nº está recheado com Meios e Fins, Crimes Exemplares, Sete quadras sem sabor popular, três filmes, A máquina do mundo trivisitada, poemas, portas para o quotidiano, bestiário, arquivo e violência,..., entre outras.
Cá está o nº 11 de Gérmen, Cadernos literários, com “ O sr. Pantera e a Magnífica Alma, de Pedro Águas, Comércio de Ideias, de Carlos Ramos e Poesia de António Garção, Carlos Ramos, José Aragão,...,- só para consulta, vai na 4ª série, é editado por Pedro Águas e Carlos Correia, pedidos (5euros) para Largo Zeca Afonso, lote 2, 1ºE, 7570-133 Grândola
Mais uma BOCA DE INFERNO, nº duplo 4-5, 7,50euros, uma edição aquilo.teatro@sapo.pt – bocadeincendio@gmail.com projecto que vem de longe, do interior “onde a periferia está exactamente no centro”, como dizem no 1 nº onde privilegiam a literatura e as artes plásticas. “ esta revista não será um terreno para a doutrina e a unilateralidade, mas um espaço de liberdade, de qualidade, de diálogo e de optimismo. Se assim não for, fecharemos por motivo de...pantomima propagandística.” Formulam Américo Rodrigues e António Godinho. Este duplo nº está recheado com Meios e Fins, Crimes Exemplares, Sete quadras sem sabor popular, três filmes, A máquina do mundo trivisitada, poemas, portas para o quotidiano, bestiário, arquivo e violência,..., entre outras.
16 janeiro, 2007
É no dia 3 de Fevereiro que o livro “ Manual do Desempregado” de Liberato, edições mortas, será lançado aqui na Pulga, com leituras do actor António Pedro. Há que não esquecer.
Entretanto “ Saloon”, de A. Pedro Ribeiro e “Teatro d’Abjecção”, de A. Dasilva O , continuam bloqueados pelo aldabrão tipográfico que nos os promete lá para finais de Janeiro
Chama-se Big Ode, bigodemagazine@gmail.com, é uma revista, 7euros, em inicio de actividade, este é o número zero: “ Big Ode é uma revista que procura ideias no seu estado mais puro, mais sujo...” começa o seu editorial. Este nº tem com participantes: Gonçalo Cabaça, Pedro Morgado, Raquel Coelho, Fernando Aguiar, uma entrevista com o bíblico Tiago Gomes, Maria João Lopes Fernandes, Rodrigo Miragaia, António Salvador, Carla Carbone, Elsa Lima, José Feitor, Paulo vilela e Fernanda Prata.
À Pulga chega, também, pela mão dafne.com.pt, a novidade Arquitectura em Portugal, de Gabriele Basilico, na colecção Equações de Arquitectura, 15euros. Um roteiro fotográfico no trilho da exposição desenho nas cidades comissariada por Álvaro Siza com Maddalena d’Alfonso, João Soares, António Madureira e André Tavares
Entretanto “ Saloon”, de A. Pedro Ribeiro e “Teatro d’Abjecção”, de A. Dasilva O , continuam bloqueados pelo aldabrão tipográfico que nos os promete lá para finais de Janeiro
Chama-se Big Ode, bigodemagazine@gmail.com, é uma revista, 7euros, em inicio de actividade, este é o número zero: “ Big Ode é uma revista que procura ideias no seu estado mais puro, mais sujo...” começa o seu editorial. Este nº tem com participantes: Gonçalo Cabaça, Pedro Morgado, Raquel Coelho, Fernando Aguiar, uma entrevista com o bíblico Tiago Gomes, Maria João Lopes Fernandes, Rodrigo Miragaia, António Salvador, Carla Carbone, Elsa Lima, José Feitor, Paulo vilela e Fernanda Prata.
À Pulga chega, também, pela mão dafne.com.pt, a novidade Arquitectura em Portugal, de Gabriele Basilico, na colecção Equações de Arquitectura, 15euros. Um roteiro fotográfico no trilho da exposição desenho nas cidades comissariada por Álvaro Siza com Maddalena d’Alfonso, João Soares, António Madureira e André Tavares
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