Pulga.Estudios informa que a série Violência Domestica continua a aumentar cada semana que passa
A Noite Cosendo as Feridas
http://www.youtube.com/watch?v=KcanT3j_Pt0&feature=channel_page
O CORPO DANADO cuspindo tormenta
http://www.youtube.com/watch?v=j2sm1QRWFtk&feature=channel_page
22 janeiro, 2009
20 janeiro, 2009
É com enorme prazer que O Centro Nacional de Contracultura lhe proporciona, em exclusivo, excertos do discurso a proferir mais logo, na sua tomada de posse, Barack Obama como 44º presidente dos EUA:
“Concidadãos dos Estados Unidos:
Em cumprimento de um costume tão antigo como o próprio governo, compareço ante vós para vos dirigir umas breves palavras e prestar na vossa presença, o juramento que a Constituição dos Estados Unidos prescreve que o presidente tem de pronunciar “antes de entrar na posse do seu cargo”.
Parece que há apreensão porque a chegada de uma administração por mim liderada ponha em perigo a paz e a segurança nacional. Mas não houve, não há nem haverá uma razão para tal apreensão.
É hoje o dia
É esta a hora
Para todos, de mangas arregaçadas e de mãos dadas, exercermos a grande mudança por mim declarada em todos os meus discursos.
É com a mão nesse Sonho que exercerei a tarefa de restaurar esse sonho maior que esta nação, sob o olhar de Deus, renascerá da sua própria liberdade, e que o governo do povo pelo povo, e para o povo, jamais desaparecerá da face da terra.
Creio que não faço mais do que cumprir com o meu dever, como a própria Constituição expressamente me incumbe, e, até onde alcance a minha capacidade, e cumpri-lo-ei desde que exequível, a menos que o meu legítimo senhor, o povo americano, me retire os meios necessários ou de qualquer modo autorizado, me indique o contrário.
Para isso não é preciso derramar sangue nem violência, e não os haverá a não ser que a tal se force a autoridade nacional.
Usarei o poder que me foi confiado para manter, ocupar e impor a propriedade, a paz e o amor não mais para além do que seja indispensável a tais fins nenhuma pressão existirá nem será usada força contra o povo ou pelo povo em parte alguma.
Onde a hostilidade aos Estados Unidos, dentro e fora, seja tão grande e generalizada que possa redundar em motivos de ódio pelo povo, ainda que o governo tenha o direito estritamente legal de exigir o desempenho da força, procurarei cumprir e fazer cumprir a Constituição.
Destas premissas decorre que nenhum Estado, por sua própria iniciativa, pode separar-se legalmente do nosso Sonho, que as resoluções e ordenações para o efeito são legalmente vãs e que os actos de violência, num ou mais Estados, contra a autoridade dos Estados Unidos, são insurreccionais ou revolucionários, segundo as circunstâncias.
Que haja pessoas que tratam de destruir a Democracia a todo o custo e se alegram a qualquer pretexto para o fazerem, não o irei confirmar nem negar, se existem, não preciso de lhes dirigir a palavra.
Mas por causa disso, não posso falar àqueles que verdadeiramente amam a Democracia?
Antes de se entrar em matéria tão grave como a destruição da nossa Democracia, com todos os seus benefícios, as suas memória, as suas esperanças, não seria mais sensato perguntarmo-nos, precisamente, por que o erguemos?
Dareis vós um passo tão desesperado enquanto persista a possibilidade de que uma parte dos males de que ouvis falar, existam realmente?
Dá-lo-eis, quando os males aos quais vos dirigis são bem maiores do que os que os verdadeiros males de que ouvis falar?
Arriscar-vos-eis a cometer um tão terrível erro?
Confio em que não seja isto entendido com uma ameaça, e antes somente como intenção manifesta de que a Democracia seja defendida e constitucionalmente mantida e assegurada.
…
Com as mãos dadas neste Sonho
Reitero tais sentimentos…
……”
“Concidadãos dos Estados Unidos:
Em cumprimento de um costume tão antigo como o próprio governo, compareço ante vós para vos dirigir umas breves palavras e prestar na vossa presença, o juramento que a Constituição dos Estados Unidos prescreve que o presidente tem de pronunciar “antes de entrar na posse do seu cargo”.
Parece que há apreensão porque a chegada de uma administração por mim liderada ponha em perigo a paz e a segurança nacional. Mas não houve, não há nem haverá uma razão para tal apreensão.
É hoje o dia
É esta a hora
Para todos, de mangas arregaçadas e de mãos dadas, exercermos a grande mudança por mim declarada em todos os meus discursos.
É com a mão nesse Sonho que exercerei a tarefa de restaurar esse sonho maior que esta nação, sob o olhar de Deus, renascerá da sua própria liberdade, e que o governo do povo pelo povo, e para o povo, jamais desaparecerá da face da terra.
Creio que não faço mais do que cumprir com o meu dever, como a própria Constituição expressamente me incumbe, e, até onde alcance a minha capacidade, e cumpri-lo-ei desde que exequível, a menos que o meu legítimo senhor, o povo americano, me retire os meios necessários ou de qualquer modo autorizado, me indique o contrário.
Para isso não é preciso derramar sangue nem violência, e não os haverá a não ser que a tal se force a autoridade nacional.
Usarei o poder que me foi confiado para manter, ocupar e impor a propriedade, a paz e o amor não mais para além do que seja indispensável a tais fins nenhuma pressão existirá nem será usada força contra o povo ou pelo povo em parte alguma.
Onde a hostilidade aos Estados Unidos, dentro e fora, seja tão grande e generalizada que possa redundar em motivos de ódio pelo povo, ainda que o governo tenha o direito estritamente legal de exigir o desempenho da força, procurarei cumprir e fazer cumprir a Constituição.
Destas premissas decorre que nenhum Estado, por sua própria iniciativa, pode separar-se legalmente do nosso Sonho, que as resoluções e ordenações para o efeito são legalmente vãs e que os actos de violência, num ou mais Estados, contra a autoridade dos Estados Unidos, são insurreccionais ou revolucionários, segundo as circunstâncias.
Que haja pessoas que tratam de destruir a Democracia a todo o custo e se alegram a qualquer pretexto para o fazerem, não o irei confirmar nem negar, se existem, não preciso de lhes dirigir a palavra.
Mas por causa disso, não posso falar àqueles que verdadeiramente amam a Democracia?
Antes de se entrar em matéria tão grave como a destruição da nossa Democracia, com todos os seus benefícios, as suas memória, as suas esperanças, não seria mais sensato perguntarmo-nos, precisamente, por que o erguemos?
Dareis vós um passo tão desesperado enquanto persista a possibilidade de que uma parte dos males de que ouvis falar, existam realmente?
Dá-lo-eis, quando os males aos quais vos dirigis são bem maiores do que os que os verdadeiros males de que ouvis falar?
Arriscar-vos-eis a cometer um tão terrível erro?
Confio em que não seja isto entendido com uma ameaça, e antes somente como intenção manifesta de que a Democracia seja defendida e constitucionalmente mantida e assegurada.
…
Com as mãos dadas neste Sonho
Reitero tais sentimentos…
……”
13 janeiro, 2009
Este negro ano inicia bem
Pulga.Estúdios@gmail.com informa que Violência Doméstica continua com mais dois episódios
divirtam~se
Por aí, não obrigado!http://www.youtube.com/watch?v=6TroeNGwXso&feature=channel Eu Vejo a Luz aos Saltos e aos Pinoteshttp://www.youtube.com/watch?v=0aN-2Ad9l84&feature=channel O Murohttp://www.youtube.com/watch?v=pujKFdH3TP4&feature=channel
Pulga.Estúdios@gmail.com informa que Violência Doméstica continua com mais dois episódios
divirtam~se
Por aí, não obrigado!http://www.youtube.com/watch?v=6TroeNGwXso&feature=channel Eu Vejo a Luz aos Saltos e aos Pinoteshttp://www.youtube.com/watch?v=0aN-2Ad9l84&feature=channel O Murohttp://www.youtube.com/watch?v=pujKFdH3TP4&feature=channel
10 janeiro, 2009
NEVA NO MEU QUINTAL
É quem mais dá soluções para a crise
Parem lá com essa merda
Metam-se na vossa vida
Puta que pariu a crise e todas as suas soluções
Estupidamente correctas
E olhem a neve a cair
Eu adoro fazer parte do problema
E o banco já me concedeu um crédito cartão
A fim de pagar a crise, promover offshores (é assim
Que se escreve? Peço desculpas, vivo
Numa zona morta apesar de ser informado
Dos meus domesticados cancros
Do útero à próstata, diariamente) e o eterno
Capitalismo selvagem
Um euro por dia a cada cidadão?
Dou dois
Como pede emprestado aquele caralho
Que deambula pela urbe a pedir emprestadado
Sempre é melhor que aturar alguns poetas
E as suas iluminadas propriedades intelectuais
(não vai muito tempo alguns manifestavam-se
Vivamente contra o copyright, é assim que se escreve?
Sorry pois está protegido pela videovigilância
Para sua protecção) devidamente registadas
Pelo antivírus da senilidade
Por mim façam o favor de pilhar
E plagiar e saquear
Enquanto neva no meu quintal
é um orgulho ver dez milhões de anões
a brincar com a neve
neste país adormecido
É quem mais dá soluções para a crise
Parem lá com essa merda
Metam-se na vossa vida
Puta que pariu a crise e todas as suas soluções
Estupidamente correctas
E olhem a neve a cair
Eu adoro fazer parte do problema
E o banco já me concedeu um crédito cartão
A fim de pagar a crise, promover offshores (é assim
Que se escreve? Peço desculpas, vivo
Numa zona morta apesar de ser informado
Dos meus domesticados cancros
Do útero à próstata, diariamente) e o eterno
Capitalismo selvagem
Um euro por dia a cada cidadão?
Dou dois
Como pede emprestado aquele caralho
Que deambula pela urbe a pedir emprestadado
Sempre é melhor que aturar alguns poetas
E as suas iluminadas propriedades intelectuais
(não vai muito tempo alguns manifestavam-se
Vivamente contra o copyright, é assim que se escreve?
Sorry pois está protegido pela videovigilância
Para sua protecção) devidamente registadas
Pelo antivírus da senilidade
Por mim façam o favor de pilhar
E plagiar e saquear
Enquanto neva no meu quintal
é um orgulho ver dez milhões de anões
a brincar com a neve
neste país adormecido
07 janeiro, 2009
Prontos, já cá estamos, desculpem o mau hálito, é da ressaca, o balanço segue dentro de momentos.............
Pulga sem sair do CNCC criou um caseiro Pulga.Estúdio no youtube.com onde pode ver o videopoema "Por aí, não, obrigado"
Pulga aconselha uma visita ao blog http://oanodamortedejosesaramago.blogspot.com/dum tal Ricardo Reis
desculpem mas estou com tonturas, náuseas e vómitos...
Pulga sem sair do CNCC criou um caseiro Pulga.Estúdio no youtube.com onde pode ver o videopoema "Por aí, não, obrigado"
Pulga aconselha uma visita ao blog http://oanodamortedejosesaramago.blogspot.com/dum tal Ricardo Reis
desculpem mas estou com tonturas, náuseas e vómitos...
31 dezembro, 2008
19 dezembro, 2008

Pois estamos combinados, no próximo sábado pelas 21h30m, lá estaremos de corpo e alma neste evento único que a nossa Alma Gêmea as Ed. Mortas e a Livraria Gato Vadio nos facultam presenteando-nos com a presença ao vivo e a cores dos Mitómanos e Figurantes extremos:
A Dasilva O, Virgílio Liquito e Sílvia C. Silva
" É Natal, É Natal, É Natal
Já nasceu Jesus
Não faz mal, não faz mal e não faz mal
penduramo-lo numa cruz "
Pregão natalício, editado na Rádio Caos
17 dezembro, 2008

CAUSA MAIOR
A Globalização vomitou o seu herói-anti-herói
Madoff que chafurda na pós-moderna depressão
Como o mais eficaz timoneiro revolucionário
Bin Laden, Chavez e outros alegres pretendentes não passam de anjinhos duma Bd natalícia onde o Fim da História se desfaz em lições de Democracia
Às globais crianças que se manifestam a alta velocidade
Nas auto-estradas da informação
Via Magalhães
O velho Maio de 68 agita a sua algália
Contra a sociedade do espectáculo
A Autoridade do Estado pavoneia-se nua e crua
Nas carteiras que a Europa arrasta , tal sem abrigo,
pelos centros históricos
ideológicos
Mendigando às Máfias uma sopa
Bush rendeu-se ao Islão depois de levar com uns socos
Consta que nogoceia com o governo português um asilo dourado
Na base das Lajes
Ao mesmo tempo que Obama lança
Um sabonete para combater o efeito estufa
A Globalização vomitou o seu herói-anti-herói
Madoff que chafurda na pós-moderna depressão
Como o mais eficaz timoneiro revolucionário
Bin Laden, Chavez e outros alegres pretendentes não passam de anjinhos duma Bd natalícia onde o Fim da História se desfaz em lições de Democracia
Às globais crianças que se manifestam a alta velocidade
Nas auto-estradas da informação
Via Magalhães
O velho Maio de 68 agita a sua algália
Contra a sociedade do espectáculo
A Autoridade do Estado pavoneia-se nua e crua
Nas carteiras que a Europa arrasta , tal sem abrigo,
pelos centros históricos
ideológicos
Mendigando às Máfias uma sopa
Bush rendeu-se ao Islão depois de levar com uns socos
Consta que nogoceia com o governo português um asilo dourado
Na base das Lajes
Ao mesmo tempo que Obama lança
Um sabonete para combater o efeito estufa
08 dezembro, 2008
REFÚGIO DOS PECADORES
de A. Dasilva O.
No dia em que recusei servir a Deus
Este condenou-me ao eterno retorno
Com uma faca em cada mão
A da abstracção e a da significação
Em direcção ao útero
Movo-me no escuro
Com os olhos fixos na Sua máscara
E em todo o seu movimento no vácuo
Abraçado pelo sagrado
E todas as suas especiarias
Restos mortais
Aproximo-me da figura humana
E renasço das cinzas
de A. Dasilva O.
No dia em que recusei servir a Deus
Este condenou-me ao eterno retorno
Com uma faca em cada mão
A da abstracção e a da significação
Em direcção ao útero
Movo-me no escuro
Com os olhos fixos na Sua máscara
E em todo o seu movimento no vácuo
Abraçado pelo sagrado
E todas as suas especiarias
Restos mortais
Aproximo-me da figura humana
E renasço das cinzas
28 novembro, 2008

Como sabem o lançamento da detritos será neste dia 29, Sábado, com uma primeira metade a partir das 18:00 na livraria Inc. e a segunda metade a partir das 22:00 no Passos manuel, com apresentacao conjunta. Segundo o boletim metereológico é capaz de chover no Sábado. Esperemos que nao senao a Inc. fica a abarrotar... e lá se vai a perspectiva agradável de usar também a rua..
De qualquer forma espero que todos possam estar presentes -.
Lançamento da Detritos #02
Revista de Arte e Ensaio
29 de Novembro, Sábado, Porto
18h Livraria Inc. - Rua da Boa Nova 168, Porto
22h Cinema Passos Manuel
Sumário
O Abominável Homem das Letras - A. DaSilva O.
Desejo em Estrada - Susana Caló
Imagens da Moda - Pedro Bandeira
Da sustentabilidade à Ecologia Radical - Godofredo Pereira
O Humanista- Ricardo Tinoco
PMI - Axel Von Freyhold
Untitled - Carlos Lobo
Ontem - André Cepeda
Aloé - Ksénia Tinoco
O que é um Idiota? - Miguel Oliveira
Artur Barrio e a Política Afectiva do Lixo na Rua - Nuno Rodrigues
Actividades Urbanas Informais - Oliver Scheffler
A Evasão do Espectáculo - Bernardo Amaral
Programa
//18h Livraria Inc.
Eventos:
Apresentação da Revista
O homem-detritos fala ao Povo – A. DaSilva O.
Zonas de Guerra - Godofredo Pereira com acompanhamento de Carlos Lobo
Pintura Suicida - Miguel Oliveira
http://www.inc-livros.pt//
//22-24h Cinema Passos Manuel
Música: Caos
Debate: com A. DaSilva O., Pedro Bandeira, Godofredo Pereira, Ricardo Tinoco, Susana Caló, Miguel Oliveira e Bernardo Amaral.
http://www.passosmanuel.net/
--
Detritos
Revista de Arte e Ensaio
http://revistadetritos.com/
revistadetritos@gmail.com
De qualquer forma espero que todos possam estar presentes -.
Lançamento da Detritos #02
Revista de Arte e Ensaio
29 de Novembro, Sábado, Porto
18h Livraria Inc. - Rua da Boa Nova 168, Porto
22h Cinema Passos Manuel
Sumário
O Abominável Homem das Letras - A. DaSilva O.
Desejo em Estrada - Susana Caló
Imagens da Moda - Pedro Bandeira
Da sustentabilidade à Ecologia Radical - Godofredo Pereira
O Humanista- Ricardo Tinoco
PMI - Axel Von Freyhold
Untitled - Carlos Lobo
Ontem - André Cepeda
Aloé - Ksénia Tinoco
O que é um Idiota? - Miguel Oliveira
Artur Barrio e a Política Afectiva do Lixo na Rua - Nuno Rodrigues
Actividades Urbanas Informais - Oliver Scheffler
A Evasão do Espectáculo - Bernardo Amaral
Programa
//18h Livraria Inc.
Eventos:
Apresentação da Revista
O homem-detritos fala ao Povo – A. DaSilva O.
Zonas de Guerra - Godofredo Pereira com acompanhamento de Carlos Lobo
Pintura Suicida - Miguel Oliveira
http://www.inc-livros.pt//
//22-24h Cinema Passos Manuel
Música: Caos
Debate: com A. DaSilva O., Pedro Bandeira, Godofredo Pereira, Ricardo Tinoco, Susana Caló, Miguel Oliveira e Bernardo Amaral.
http://www.passosmanuel.net/
--
Detritos
Revista de Arte e Ensaio
http://revistadetritos.com/
revistadetritos@gmail.com
20 novembro, 2008

Aí está a capa do Pastelereira City 3ªed que será lançado no dia 12 de Dezembro, no Bairro da Pasteleira (mais pormenores lá para finais do corrente mês) .
Entretanto já na próxima sexta e na Gato Vadio podem contar com o lançamento do livro " História com Pénis e Cabeça" de Vitor Vicente entre outros lançamentos
A data do lançamento de " Um Asno a Caminho da Terra Santa" de Virgílio Liquito também na Gato Vadio em breve anunciaremos a data
06 novembro, 2008
Pulga está toda contente com o resultado das eleições.
O politicamente correcto já sonha
protegido pelo efeito estufa
do discurso da ordem
Pulga folheia a Telhados de Vidro nº 12 www.editora-averno.blogspot.com
A Garrafa Flutuante de Pedro Águas e publicado pelas Peter Waters edições
e as Literaturas e Culturas nº 28,nº29 e nº 30 qualquer é escrever para: Largo Zeca Afonso. lote 2, 1ºE, 7570 Grândola
O politicamente correcto já sonha
protegido pelo efeito estufa
do discurso da ordem
Pulga folheia a Telhados de Vidro nº 12 www.editora-averno.blogspot.com
A Garrafa Flutuante de Pedro Águas e publicado pelas Peter Waters edições
e as Literaturas e Culturas nº 28,nº29 e nº 30 qualquer é escrever para: Largo Zeca Afonso. lote 2, 1ºE, 7570 Grândola
17 outubro, 2008
Seja mais rápido que um AVC
Eis a palavra de ordem de momento
Capital, Money e Cifrão
Divagam, disfarçados de vagabundos,
Pelas Wall Streets da aldeia global
A fazerem grafitos
Comemorando a morte do capitalismo
Selvagem e a derrocada do todo o seu mundo
Neo-ultra-liberal, nas montras das lojas
Suástica, Dachau, Balneário,
Fio Dental, Solução Final Investimento
Compra e venda de valores e direitos
Humanos e inumano e outras marcas por demais conhecidas
Gatafunham restos mortais de velhos
Discursos adivinhatórios
E outras teses paranóico-políticas
À volta do Estado Providência e afinal do seu Santo Ofício
Por cá diz-se poesia
Já que para lá de não falar
O dinheiro não imagina
Puta que o pariu
Declama o dizeur enquanto faz
Um broche a Deus
Reza-se por alma dos recentemente desaparecidos
Na literatura
O grande vazio criado pela sua morte
Para gáudio deste povo sofredor
Dado que é portador de um intelecto doentio
Segundo as últimas análises ao sangue, às urinas, esperma
Para além de várias radiografias, raios-x, electrocardiogramas
E diárias provas de esforço
Assim como do seu animal de estimação preferido
O Abutre que influenciado pelo efeito estufa
Começa a devorar as suas vítimas
Muito antes de estas falecerem e saciados
Pelos recentemente mortos
Rejubilam pelo vómito todo poderoso
Que inunda por completo o grande vazio
Em forma de uma língua
Eis a palavra de ordem de momento
Capital, Money e Cifrão
Divagam, disfarçados de vagabundos,
Pelas Wall Streets da aldeia global
A fazerem grafitos
Comemorando a morte do capitalismo
Selvagem e a derrocada do todo o seu mundo
Neo-ultra-liberal, nas montras das lojas
Suástica, Dachau, Balneário,
Fio Dental, Solução Final Investimento
Compra e venda de valores e direitos
Humanos e inumano e outras marcas por demais conhecidas
Gatafunham restos mortais de velhos
Discursos adivinhatórios
E outras teses paranóico-políticas
À volta do Estado Providência e afinal do seu Santo Ofício
Por cá diz-se poesia
Já que para lá de não falar
O dinheiro não imagina
Puta que o pariu
Declama o dizeur enquanto faz
Um broche a Deus
Reza-se por alma dos recentemente desaparecidos
Na literatura
O grande vazio criado pela sua morte
Para gáudio deste povo sofredor
Dado que é portador de um intelecto doentio
Segundo as últimas análises ao sangue, às urinas, esperma
Para além de várias radiografias, raios-x, electrocardiogramas
E diárias provas de esforço
Assim como do seu animal de estimação preferido
O Abutre que influenciado pelo efeito estufa
Começa a devorar as suas vítimas
Muito antes de estas falecerem e saciados
Pelos recentemente mortos
Rejubilam pelo vómito todo poderoso
Que inunda por completo o grande vazio
Em forma de uma língua
07 outubro, 2008
25 setembro, 2008
02 setembro, 2008

Nisto é que somos bons. Um país que vai para as competições internacionais exibindo as medalhas do seu triunfo
Por cá os mergulhos, nas nossas piscinas vazias, continuam:
“ onde está o dia de verão em que vi pela primeira vez girar a terra revestida de verdura e homens e mulheres caminhar como panteras? Onde está a suave música gorgulhante …? Aonde irei eu se por toda a parte há alçapões e esqueletos de riso escarninho …? Onde vou repousar a minha cabeça …? Vou caminhar eternamente ao longo desta interminável rua … ? O mundo tornou-se um dédalo místico erigido por um grupo de carpinteiros durante a noite. Tudo é mentira, tudo é falso.” H. Miller
O Viajante, solitário, mergulha de cabeça, tal prego no olho cosmológico:
“O homem só tem conhecido solidão nas regiões superiores onde se é poeta ou louco, ou criminoso” H. Miller
Na janela da biblioteca do CNCC Pulga observa romanticamente o voo desesperado dos helicópteros, tal mosquitos, em busca de água. No plasma os proprietários que impedem a recolha cobrindo as suas piscinas, presas e tanques, argumentam:
“ Deixem arder que é no mato!”
Pulga sorri e pega no recente livro de crónicas: AMOR, CITTÀ APERTA, de Danyel Guerra : http://www.danyelguerra.com/ Armazém Literário
Por cá os mergulhos, nas nossas piscinas vazias, continuam:
“ onde está o dia de verão em que vi pela primeira vez girar a terra revestida de verdura e homens e mulheres caminhar como panteras? Onde está a suave música gorgulhante …? Aonde irei eu se por toda a parte há alçapões e esqueletos de riso escarninho …? Onde vou repousar a minha cabeça …? Vou caminhar eternamente ao longo desta interminável rua … ? O mundo tornou-se um dédalo místico erigido por um grupo de carpinteiros durante a noite. Tudo é mentira, tudo é falso.” H. Miller
O Viajante, solitário, mergulha de cabeça, tal prego no olho cosmológico:
“O homem só tem conhecido solidão nas regiões superiores onde se é poeta ou louco, ou criminoso” H. Miller
Na janela da biblioteca do CNCC Pulga observa romanticamente o voo desesperado dos helicópteros, tal mosquitos, em busca de água. No plasma os proprietários que impedem a recolha cobrindo as suas piscinas, presas e tanques, argumentam:
“ Deixem arder que é no mato!”
Pulga sorri e pega no recente livro de crónicas: AMOR, CITTÀ APERTA, de Danyel Guerra : http://www.danyelguerra.com/ Armazém Literário
19 agosto, 2008
Sim, como abaixo repetimos mesmo junto às piscinas vazias onde os nossos Eliminados, iluminados se desfazem em humanos, não paramos de trabalhar na Caos em livro e nesse sentido você se participou com ou nalgum programa e tem algo a acrescentar para lá do óbvio, faça o favor de nos fazer prova com um pequeno testemunho para info@edicões-mortas.com, até finais do mês de Setembro. Agradecemos a sua capacidade de síntese assim como o direito que nos reservará à selecção dos mesmos. O que agradecemos desde já.Está a fazer, em lume brando, vinte anos que o Movimento de Rádios Livres fechou portas. Foram 7, 8 anos em que provocamos orgasmos sucessivos à jovem democracia e desesperamos todos os donos da liberdade. Hoje a rádio não passa de um pequeno electrodoméstico da paz podre e das suas horas de ponta.
As Edições Mortas pensam dar à luz até finais do ano um livro sobre a Caos, Rádio Caos.
14 agosto, 2008
O Grito Contrafeito
Da Europa
Atirando-se para essa enorme piscina do meio
Tal criança
Onde cada povo
Esconde o seu genocídio
Vendendo as suas ossadas
Como objectos únicos
Desse ancestral saber
Portugal desfaz-se em feiras medievais
O trigo e o joio traficam o kitch
Cadáver que finge que é um cadáver
Onde o sacrifício é andar por aí
A terra a quem a trabalha
O essencial, o que será isso?, é para esquecer
Os sonhos a quem os interpreta
Ao ricos, de espírito?, que paguem
A miséria económica
O regresso à natureza?
Só com prosac
Os amanhãs cantam em playback
Enquanto os deuses do olimpo
Fazem quimioterapia
Da Europa
Atirando-se para essa enorme piscina do meio
Tal criança
Onde cada povo
Esconde o seu genocídio
Vendendo as suas ossadas
Como objectos únicos
Desse ancestral saber
Portugal desfaz-se em feiras medievais
O trigo e o joio traficam o kitch
Cadáver que finge que é um cadáver
Onde o sacrifício é andar por aí
A terra a quem a trabalha
O essencial, o que será isso?, é para esquecer
Os sonhos a quem os interpreta
Ao ricos, de espírito?, que paguem
A miséria económica
O regresso à natureza?
Só com prosac
Os amanhãs cantam em playback
Enquanto os deuses do olimpo
Fazem quimioterapia
09 agosto, 2008
06 agosto, 2008
Ora quem apareceu por cá hoje junto às nossas fabulosas piscinas foi o nosso amigo e autor da casa Humberto Rocha, mais extenso desta feita, com o seu novo livro Pão & Circo editado pela Afrontamento: www.edicoesafrontamento.pt. Um livro de memórias: “Recordar é morrer… é como abrir túmulos: « Dulce et decorum est pró pátria mori».No próximo mês será lançado aos quatro ventos
“ Em Portugal os escritores temem falar dos fedorentos. E eu até os entendo. Como se pode escrever sobre coisas que se desconhece? Descer à tripa cagueira era o que faltava! Mais valia escrever uns poeminhas saloios, as croniquetas da Maria Cachucha!
Agora descrever chagas e misérias encobertas em grandezas de pano roto, arrotos e suspiros da ralé! É deixá-las lá encafuada nos seus refúgios.
São personagens pouco apresentáveis, sem tiques nem falas mansas. Quem se vai inspirar em seres fátuos, sem grandezas, só misérias? Espoliados a vida inteira, a catar o cu e a cabeça, limitando a reles vida a partir pedra e a fazer filhos para a guerra.”
Muito bem, leitor, lave-se bem lavado e prepare-se
03 agosto, 2008
Zé Ninguém prepara-se para mergulhar. É Belo e o fio dental fica-lhe a matar
Enquanto se concentra
É bom ouvir à volta da piscina vazia
Tal como nas longas noites de Inverno
Junto à lareira, o Encoberto, o Esfolado, Inumano, o Falso Amigo do Povo,
o Pato Bravo, o Franco Atirador, …,
Entre outros ilustres desconhecidos
Neste sentido
Fica já fica avisado de duas coisas da maior importância:
1. Está aberto a doação de cadáveres para alimentar a fogueira dessas noites longas e mais informamos que temos duas belas câmaras frigoríficas, último grito, para que os respectivos familiares possam acompanhar até essa noite de Fado em que o seu ente querido terá direito aos seus legítimos quinze minutos de fama
2. Também informamos que a inscrição para os Altos Estudos no Instituto Superior da Mediocridade, estão abertas
Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje
Entretanto Zé Ninguém com tanta concentração, adormeceu na forma na ponta da prancha
mas o Franco Atirador acorda-o com pólvora seco
e é bom de ver Zé Ninguém mergulhar na piscina vazia:
“ « O tipo é megalomaníaco! Está completamente doido»” E,ZN
Enquanto se concentra
É bom ouvir à volta da piscina vazia
Tal como nas longas noites de Inverno
Junto à lareira, o Encoberto, o Esfolado, Inumano, o Falso Amigo do Povo,
o Pato Bravo, o Franco Atirador, …,
Entre outros ilustres desconhecidos
Neste sentido
Fica já fica avisado de duas coisas da maior importância:
1. Está aberto a doação de cadáveres para alimentar a fogueira dessas noites longas e mais informamos que temos duas belas câmaras frigoríficas, último grito, para que os respectivos familiares possam acompanhar até essa noite de Fado em que o seu ente querido terá direito aos seus legítimos quinze minutos de fama
2. Também informamos que a inscrição para os Altos Estudos no Instituto Superior da Mediocridade, estão abertas
Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje
Entretanto Zé Ninguém com tanta concentração, adormeceu na forma na ponta da prancha
mas o Franco Atirador acorda-o com pólvora seco
e é bom de ver Zé Ninguém mergulhar na piscina vazia:
“ « O tipo é megalomaníaco! Está completamente doido»” E,ZN
26 julho, 2008
24 julho, 2008
O Encoberto:
“ Por vezes, faço como o Oliveira Martins, e nas longas, ríspidas noites de Inverno aspérrimo do Norte, deixo-me já por casa; aconchego, embrulho-me no capote caturra de inquirições e recordações. Cogito na imensa ignorância do povo português e cismo como não vibra aqui concatenada relação entre a reminiscência erudita e a espontaneidade ideativa. A nação ignora-se.
De modo que, verdadeiramente e no rigor do termo, não há uma pátria portuguesa, porque não existe comunicação afectiva entre e os que sabem e os ignorantes, os quais, entre nós, são-o por completo e em absoluto.” SB
Ouve-se um estrondo na Ilha Encoberta
Quem acaba de mergulhar na vazia piscina?
Desculpem-me, apesar das tiragens e de alguns autores “ia-me esquecendo que o povo não sabe ler.”
Mas compra, duas e três vazes o mesmo título, para oferecer a quem não tem, também, segundo eles, tempo para ler, apesar do tempo que perdem para pagar impostos
“ «O tempo levou a verdade, falsificou a honra, comprou a indústria, tirou o crédito, vendeu a razão. A fortuna desterrou o zelo, acanhou as esperanças, trocou o poder, acrescentou a miséria e deu louvor ao dinheiro. Os fados levaram o reino às costas, nu e desamparado, e deram com ele na sepultura para sempre, que são juízos de Deus, que, posto que se possam conjecturar as cousas, ninguém pode saber os fins delas, se Ele os não comunicar, pelo que se deve, com muita razão, chorar de Babilónia o mal presente e de Sião o tempo passado» Luís de Torres de Lima” SB
Faço como Sampaio Bruno e dirijo-me à Ilha Encoberta para visitar a campa do meu perdido país. Sou recebido nessas 21gramas, leito, por Babilónia e Sião e por todos os seus segredos do amor máximo
Ir de Vela
“ Por vezes, faço como o Oliveira Martins, e nas longas, ríspidas noites de Inverno aspérrimo do Norte, deixo-me já por casa; aconchego, embrulho-me no capote caturra de inquirições e recordações. Cogito na imensa ignorância do povo português e cismo como não vibra aqui concatenada relação entre a reminiscência erudita e a espontaneidade ideativa. A nação ignora-se.
De modo que, verdadeiramente e no rigor do termo, não há uma pátria portuguesa, porque não existe comunicação afectiva entre e os que sabem e os ignorantes, os quais, entre nós, são-o por completo e em absoluto.” SB
Ouve-se um estrondo na Ilha Encoberta
Quem acaba de mergulhar na vazia piscina?
Desculpem-me, apesar das tiragens e de alguns autores “ia-me esquecendo que o povo não sabe ler.”
Mas compra, duas e três vazes o mesmo título, para oferecer a quem não tem, também, segundo eles, tempo para ler, apesar do tempo que perdem para pagar impostos
“ «O tempo levou a verdade, falsificou a honra, comprou a indústria, tirou o crédito, vendeu a razão. A fortuna desterrou o zelo, acanhou as esperanças, trocou o poder, acrescentou a miséria e deu louvor ao dinheiro. Os fados levaram o reino às costas, nu e desamparado, e deram com ele na sepultura para sempre, que são juízos de Deus, que, posto que se possam conjecturar as cousas, ninguém pode saber os fins delas, se Ele os não comunicar, pelo que se deve, com muita razão, chorar de Babilónia o mal presente e de Sião o tempo passado» Luís de Torres de Lima” SB
Faço como Sampaio Bruno e dirijo-me à Ilha Encoberta para visitar a campa do meu perdido país. Sou recebido nessas 21gramas, leito, por Babilónia e Sião e por todos os seus segredos do amor máximo
Ir de Vela
21 julho, 2008
Ir de Vela:
Vou por ali. Devo permanecer, por lá, três dias e três noites. Depois dou uma volta. Vou por ali. Contra a mão. Por aí. Não no sentido contrário. Um dia, calculo. Sempre a descer com muito cuidado. A descer todos os sentidos ajudam. O sexto sentido. Este só ajuda a subir. Em sentido contrário. Dois dias. Sempre em frente. De peito aberto.
A Morte sem destino
Mais um mergulho, o do Esfolado, numa piscina vazia:
“ Oferecendo-me como nudez (interior), nuamente em todo o seu despojamento: eis os meus órgãos, eis o meu novo corpo, parece dizer-nos. Correspondendo ao apelo do belo interior do corpo… a nova carne (viva) do Esfolado (Mársias), pulsante e sangrenta …” FG
Vou por ali. Devo permanecer, por lá, três dias e três noites. Depois dou uma volta. Vou por ali. Contra a mão. Por aí. Não no sentido contrário. Um dia, calculo. Sempre a descer com muito cuidado. A descer todos os sentidos ajudam. O sexto sentido. Este só ajuda a subir. Em sentido contrário. Dois dias. Sempre em frente. De peito aberto.
A Morte sem destino
Mais um mergulho, o do Esfolado, numa piscina vazia:
“ Oferecendo-me como nudez (interior), nuamente em todo o seu despojamento: eis os meus órgãos, eis o meu novo corpo, parece dizer-nos. Correspondendo ao apelo do belo interior do corpo… a nova carne (viva) do Esfolado (Mársias), pulsante e sangrenta …” FG
15 julho, 2008
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Cá estamos nós no Limbo entre campos de golfe, ténis e de sexo em grupo a psicanalizar a velha Questão Coimbra na tentativa de mais uma vez tentar dar resposta aos velhos e eternos ventos da mudança que sopram para que tudo continue na mesma.
Assim revoltados até sabe melhor saltar para piscinas vazias
E foi nesse sentido que o Centro Nacional de Contracultura decidiu abrir os seus putrefactos, outrora suspensos, jardins a algumas piscinas artificiais onde as forças vivas locais, nacionais e globais mergulharão profundamente, sempre com o dedo na ferida, nos reais problemas e nas escravas soluções dos últimos dias da humanidade.
Há que estar atento. O inimigo espreita. Com um sorriso de quem nos está a psicanalizar
E o primeiro a mergulhar para uma piscina vazia:
O MACACO NU:
“ …a conversa, grooming talking, consiste no cavaco cortês e sem sentido dos encontros sociais. Não tem nada que ver com o intercâmbio de ideias ou informações importantes, nem exprime os verdadeiros sentimentos…”
Pulga
A nossa biblotecária agradece a Melusine de Mattos “ As 13 Chagas do Desejo, poemas gnóstico-eróticos para os tempos do apocalipse”, uma edição Zéfiro e junto reproduzimos as costas do livro onde bóia o testemunho de Gilberto, o Lascariz
Assim revoltados até sabe melhor saltar para piscinas vazias
E foi nesse sentido que o Centro Nacional de Contracultura decidiu abrir os seus putrefactos, outrora suspensos, jardins a algumas piscinas artificiais onde as forças vivas locais, nacionais e globais mergulharão profundamente, sempre com o dedo na ferida, nos reais problemas e nas escravas soluções dos últimos dias da humanidade.
Há que estar atento. O inimigo espreita. Com um sorriso de quem nos está a psicanalizar
E o primeiro a mergulhar para uma piscina vazia:
O MACACO NU:
“ …a conversa, grooming talking, consiste no cavaco cortês e sem sentido dos encontros sociais. Não tem nada que ver com o intercâmbio de ideias ou informações importantes, nem exprime os verdadeiros sentimentos…”
Pulga
A nossa biblotecária agradece a Melusine de Mattos “ As 13 Chagas do Desejo, poemas gnóstico-eróticos para os tempos do apocalipse”, uma edição Zéfiro e junto reproduzimos as costas do livro onde bóia o testemunho de Gilberto, o Lascariz
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