Lisboa é um deserto natalício todo cagado pelos cães
Colectivo 84, o profissionalismo em acção, leva-me até ao hotel de duas estrelas Asae onde sem abrigo se arrastam algumas memórias da distribuição independente dos finais 70 e inícios de oitenta do século há pouco suicidado.
Passo pela brasa e ouço vozes
Brad Puta
Se fosse mais nova tapava a cona com um pénis e a minha vida era uma alegria a comer cus de vedetas de televisão
Fass Broches
Não te esqueças que estamos na era do silicone todo o sexo é possível… o teu corpo é que não presta
Também na dramarturgia para além da inveja toda a gente tem uma ideia, uma teoria e um grande personagem que é essa criança que vasculha no ferro velho da nossa existência ora grega ora troiana, ora trigo ora joio, ora besta ora bestial
All B saca do Sofocles Rtp e conta uma história urgente com o sr Urgências presente a rasgar as vozes ultramarinas do António um rapaz atrás do Nobel
Sofocles
Não parar posso de vomitar argumentos
All B, esgana Sofocles com o fio da novela fast food e a escrita criativa
Tu conheces-me
Tu tens de continuar a descrever-me
Eugénia Absurda
Em directo para o facebook
Não gosto do tom nem do teatro texto
Inem
Alguém para as urgências do S. João, D. Maria, é que vão fechar por falta de público?
Phedro Ei, o autor ubiquo que publica em duas editoras diferentes o mesmo livro
Declara que está apaixonado pelo presidente da câmara do porto e da crise instalada
na tragédia grega
Putas, gritam, ao verem a miss Universo
O meu corpo é um espectáculo universal do reino dramático
Strip!
Strip!
Strip!
Jorg Humbert
Porque é que me cortaram a Foda ao fundo da garganta?
lá se vai Gin pela sargeta dentro
e o meu nome?
o novelo começa a nevar
Actrix
Senta-se-lhe no colo e vem-se
O meu nome é
Mikas
Chega a hora do Mr Xiu t-sirt molhada
que começa entre linhas a explicar aguda
Mente
Mentes
Putativas
E silenciosas
Tentam aprender a fazer um diálogo
Vass
19 novembro, 2010
09 novembro, 2010
entrevista desassossego dada à Nika por Nanjo Branco, escritor que não escreve para mim mas para as pessoas
anda cá seu iletrado de merda!!! Nanjo Branco tenta agarrar o leitor desprevenido nos Ctt, lê
lê, assedia, insistentemente, Nanjo Branco, este livro que é inspirado no meu próprio pénis
estás a sentir o apelo do escrita? quando se pega na caneta é para se vender...uma histeria bem contada...
as palavras são umas porcas! Sujam qualquer escrita que queira ser límpida e transformam uma história atraente num estafermo
Ñanjo Branco é peremptório, depois do primeiro livro sem palavras, não voltei a deixar que um livro tomasse conta da minha vida
como nasce um história, Nanjo Branco, batendo com o pénis na página em branco?
para começar significa ter muitos leitores...e depois...é uma ideia que se tem...sem espinhas...límpida...e, claro sem palavras
Não, não, esclarece Nanjo, se a masturbação for um suplicio o leitor não lamberá
mas carregada de situação, esclarece a terminar a sua entrevista à Nica, Nanjo Branco, reconhecê-la, agarrá-la e fodê-la
01 novembro, 2010
o Capitalismo Erótico-analógico com cd incluido, finalmente em Portugal
30 outubro, 2010
29 outubro, 2010
27 outubro, 2010
26 outubro, 2010
o perfil do verdadeiro «deletor»
eles estão entre nós mas quem os ouve
não essa coisa de redes sociais e outras tretas
só fazem sentido para denunciar
e horas a fio deliciam-se na nobre arte
de atear fogo amigo
depois é claro que esperas tu
bem faço eu que estou acima dessa porra
mas verdadeiramente
em matéria de facto
estão e masturbam-se
com as deliciosas censuras por eles provocadas
e depois o sistema
e os probes de espírito
limitados da era digital
e por ela perseguidos
estás a ficar paranóide e com a mania da perseguição
acrescentam ao seu perfil
que são atitudes que lhe dignificam
a vida privada
a mim ninguém me toca
sorri com a retina alagada
nas redes sociais
que tanto abomina
não essa coisa de redes sociais e outras tretas
só fazem sentido para denunciar
e horas a fio deliciam-se na nobre arte
de atear fogo amigo
depois é claro que esperas tu
bem faço eu que estou acima dessa porra
mas verdadeiramente
em matéria de facto
estão e masturbam-se
com as deliciosas censuras por eles provocadas
e depois o sistema
e os probes de espírito
limitados da era digital
e por ela perseguidos
estás a ficar paranóide e com a mania da perseguição
acrescentam ao seu perfil
que são atitudes que lhe dignificam
a vida privada
a mim ninguém me toca
sorri com a retina alagada
nas redes sociais
que tanto abomina
25 outubro, 2010
22 outubro, 2010
o declínio moral do team facebook
Carregaste uma foto que viola as nossas Condições de Utilização, por isso, esta foi eliminada. O Facebook não permite fotos que ataquem um indivíduo ou um grupo, ou que contenham nudez, consumo de drogas, violência ou outras violações das Condições de Utilização. Estas políticas são concebidas para garantir que o Facebook continua a ser um ambiente seguro e de confiança para todos os utilizadores, incluindo as muitas crianças que utilizam o site.
Se tiveres alguma dúvida ou receio, podes visitar a nossa página» aceito mas não concordo que o texto ao qual associei a ilustração fosse apagado, censurado: -Psd Coelho sacrificialmente preparando-se para o banho orçamental- .
19 outubro, 2010
18 outubro, 2010
PIOLHO, revista de Poesia,As Edições Mortas e a Black Sun editores têm o prazer de o/a convidar para o lançamento informal da revista de Poesia, Piolho, no próximo dia 23 de Outubro com inicio às 16h, no Café Piolho, local: Praça Parada Leitão nº45 Porto, Portugal
15 outubro, 2010
08 outubro, 2010
Danças com abutres
«Um viajante chega a uma cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção,
entrega duas notas de 100,00 euros e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante inspecciona os quartos, o gerente do hotel sai
correndo com as duas notas de 100,00 euros e vai à mercearia ao lado
pagar uma dívida antiga, exactamente de 200 euros.
Surpreendido pelo pagamento inesperado da dívida, o merceeiro
aproveita para pagar a um fornecedor uma dívida também de 200 euros
que tinha há muito.
O fornecedor, por sua vez, pega também nas duas notas e corre à
farmácia para liquidar uma dívida que aí tinha de... 200,00 euros.
O farmacêutico, com as duas notas na mão, corre disparado e vai a uma
casa de alterne ali ao lado liquidar uma dívida com uma prostituta.
Coincidentemente, a dívida era de 200 euros.
A prostituta agradecida, sai com o dinheiro em direcção ao hotel,
lugar onde habitualmente levava os seus clientes e que ultimamente não
havia pago pelas acomodações. Valor total da dívida: 200 euros. Ela
avisa o gerente que está a pagar a conta e coloca as notas em cima do
balcão.
Nesse preciso momento, o viajante retorna do quarto, diz não ser o que
esperava, pega nas duas notas de volta, agradece e sai do hotel.
Ninguém ganhou ou gastou um cêntimo, porém agora toda a cidade vive
sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com
confiança!»
O nº 11 da revista 'O Comuneiro' está em linha
O aspirador centrípeto da grande finança internacional aperta as suas tenazes sobre os trabalhadores e a “classe média” portuguesa, por intermédio do servil governo de Lisboa. O povo do Maputo saíu à rua contra a fome e o governo da FRELIMO sujou as mãos com o seu sangue, para depois recuar. Enquanto isso, no Brasil vive-se uma hora fugaz de euforia afirmativa do “seu” capitalismo no mundo, pela mão de um ex-operário barbudo que sempre soube “dar um jeito”. A grande roda da história vai girando com seu rangido de fundo monótono, por vezes com lances inesperados e irónicas piruetas, mas sempre amassando impiedosamente a carne viva das multidões laboriosas para dela extrair o suco da riqueza social apropriada por uns quantos, na forma de artefactos civilizacionais, que nestes tempos de decadência capitalista são cada vez mais um miasma de ostentação impudente e presunçosa insignificância.
Neste número de ‘O Comuneiro’, abrimos com um ensaio, já de há alguns anos, do filósofo madrileno Santiago Alba Rico, que, apesar de relativamente jovem, é um dos mais profundos críticos contemporâneos do capitalismo e do feérico dilaceramento antropológico que ele produz. ‘El naufrágio del hombre’ é precisamente o título do seu último livro, escrito em colaboração com o seu companheiro intelectual de há muitos anos Carlos Fernandez Líria, de quem publicamos igualmente um artigo. Trata-se de uma homenagem a Paul Lafargue, genro de Marx e membro destacado da primeira geração de intelectuais marxistas franceses, que é também um elogio ao sistema produtivo actualmente vigente da sua nativa Cuba, precisamente naquilo em que ele soube superar (por desígnio ou por necessidade) o modelo estalinista de desenvolvimento industrial extensivo e ecocida.
É precisamente da Cuba actual, na sua encruzilhada histórica, que nos fala o artigo de Narciso Isa Conde - comunista da vizinha ilha da Hispaniola e acompanhante da revolução cubana desde a primeira hora – nesta hora em que se preparam reformas profundas na sua estrutura de emprego e o seu próprio "modelo económico" está em discussão, da qual nos chegam apenas alguns reflexos maliciosamente distorcidos por intermédio da grande imprensa corporativa transnacional. Emir Sader fala-nos também de outros equívocos ideológicos correntes na análise dos acontecimentos sociais e políticos contemporâneos, em particular na América Latina.
Na frente de luta que se constitui contra as ameaças aportadas à civilização e à própria humanidade por este capitalismo agonizante, foi dado um importante passo, com a realização da I Conferência Mundial dos Povos sobre Mudança Climática e os Direitos da Mãe Terra, na cidade boliviana de Cochabamba, cidade lutadora e vencedora, dez anos atrás, contra os criminosos planos de privatização da sua água municipal. Publicamos neste número de ‘O Comuneiro’ o documento final aprovado nesta conferência, que é uma peça política de grande significado - na linha do eco-socialismo e de uma certa ressacralização da relação humana com a natureza – com objectivos políticos político traçados de forma muito concreta e tangível.
A parte mais destituída da humanidade está confrontada com um perigo muito real e imediato de fome, em grande escala, em resultado das especulação bolsistas com colheitas e produtos alimentares, conforme nos expõe com clareza e penetração Michael Krätke, um grande pensador social contemporâneo que nos vamos esforçar por manter entre os nossos colaboradores regulares.
A crise da finanças públicas atacou de frente a Europa, mais exposta à agressão por parte dos grandes especuladores mundiais, dada a sua fragilidade e incongruência institucional. Neste número publicamos um interessantíssimo documento fundador do ‘Comité Grego contra a Dívida’, cujos princípios bem gostaríamos de ver transpostos e replicados em Portugal. Publicamos também o ‘Manifesto dos economistas aterrados’, que embora distante dos nossos próprios propósitos e concepções, é um documento de grande valia e interesse, na crítica à continuada hegemonia da ortodoxia neoliberal na Europa, e também por assinalar a emergência de focos de inquietação e vozes dissidentes, em favor de uma “outra Europa”, no seio das suas próprias classes profissionais dirigentes.
De Michael Lebowitz, que já é nosso amigo a colaborador habitual, publicamos dois documentos de reflexão muito sintética sobre os desafios que a situação política actual no mundo coloca aos intelectuais apostados na sua transformação revolucionária. Do veterano Edgar Morin e de André Tosel, publicamos um interessante diálogo sobre a relevância do pensamento de Marx para os desafios do nosso tempo. Finalmente, o nosso editor Ângelo Novo faz um breve apanhado descritivo e analítico sobre a proposta de criação de uma “Quinta Internacional”.
Ângelo Novo
Ronaldo Fonseca
07 outubro, 2010
02 outubro, 2010
25 setembro, 2010
24 setembro, 2010
Quando o tlm toca
- Boa noite, fala Afonso Henriques e pergunto-lhe se tem cinco minutos do seu tempo, para responder a um pequeno inquérito sobre a relação que tem com o seu gestor de contas e pontuar de um a dez ?
- sim, gosto muito do meu gestor de conta, apesar de não o conhecer pessoalmente, respondo
- sendo assim não sei se pode responder ao inquérito, aguarde um momento que vou tentar saber se pode
Lady Gaga aparece com o seu fato de carne e osso e voz de zombie
interrupção
- obrigado por ter esperado, mas estava com razão não conhecendo pessoalmente o seu gestor de conta não poderá responder ao inquérito
pum
foto: António S. Oliveira
- sim, gosto muito do meu gestor de conta, apesar de não o conhecer pessoalmente, respondo
- sendo assim não sei se pode responder ao inquérito, aguarde um momento que vou tentar saber se pode
Lady Gaga aparece com o seu fato de carne e osso e voz de zombie
interrupção
- obrigado por ter esperado, mas estava com razão não conhecendo pessoalmente o seu gestor de conta não poderá responder ao inquérito
pum
foto: António S. Oliveira
21 setembro, 2010
Luckas Blade vs. A. Dasilva O.
acabamos de ser informados que o sr Luckas Blade não permite uma página na Wikipedia sobre o poeta A. Dasilva O.
21h42min de 14 de setembro de 2010 Luckas Blade (discussão
contribs) apagou "A. Dasilva O." (: o conteúdo era: '{{Usuário:Salebot/Lixo
Salebot (discussão) 21h02min de 14 de setembro de 2010 (UTC)}} '''A. Dasilva O.''' não nasceu foi inventado. É poeta: entre outros editou na Casa Museu ..)
21h42min de 14 de setembro de 2010 Luckas Blade (discussão
contribs) apagou "A. Dasilva O." (: o conteúdo era: '{{Usuário:Salebot/Lixo
Salebot (discussão) 21h02min de 14 de setembro de 2010 (UTC)}} '''A. Dasilva O.''' não nasceu foi inventado. É poeta: entre outros editou na Casa Museu ..)
15 setembro, 2010
14 setembro, 2010
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