20 maio, 2011

O que não te mata torna-te mais forte

PIM PAM PUM

10 Razões pelas quais não faz qualquer sentido surgir o PAN, deve
apagar já esta mensagem e não ver de modo nenhum este video:
https://www.youtube.com/watch?v=z3H97ptqIdc&feature=player_embedded


1 - A política e os políticos portugueses são exemplares e não faz
qualquer sentido surgir algo completamente novo e diferente.

2 - Portugal é um país-modelo e um paraíso no tratamento dos seres
humanos, dos animais e da natureza e não faz qualquer sentido surgir
um partido de Causas, que une a causa animal, humanitária e ecológica
e quer fazer aprovar leis que protejam o direito de homens e animais
ao bem-estar e à felicidade.

3 - Portugal tem partidos éticos, que colocam o bem comum acima dos
interesses partidários, não promovem carreiras e clientelas e não
obedecem a lobbies económicos. Por isso não faz qualquer sentido
surgir um partido de Valores, um Partido Inteiro, pelo bem de tudo e
de todos.

4 - Portugal tem uma política económica em que a produção da riqueza
está ao serviço da satisfação das necessidades fundamentais da
população e por isso não faz qualquer sentido surgir um partido que
defende uma economia de mercado subordinada ao bem social e ecológico.

5 - Portugal é um exemplo europeu e mundial de justiça social e fiscal
e de moralidade nos salários da administração pública e por isso não
faz qualquer sentido surgir um partido que defende a redução das
assimetrias sociais, tectos nos salários e reformas dos gestores
públicos e contributos fiscais proporcionais aos rendimentos, que não
penalizem sistematicamente os médios e baixos rendimentos decorrentes
do trabalho.

6 - Portugal é um país autosustentável, que não depende de importações
em áreas vitais,  e por isso não faz qualquer sentido surgir um
partido que defende a agricultura e as energias renováveis como
sectores estratégicos.

7 - Portugal tem tido sucessivos governos que têm investido demasiado
na cultura e na educação, bem como na qualidade e dignidade do ensino,
e por isso não faz qualquer sentido surgir um partido que considera
que isso deve ser um investimento central do Orçamento de Estado e que
os professores devem ser social e profissionalmente redignificados
como fundamentais para a formação de pessoas solidárias com o outro,
seja o homem, o animal ou a natureza.

8 - Portugal tem um excelente Serviço Nacional de Saúde, de qualidade,
rápido e acessível a todos, e por isso não faz qualquer sentido surgir
um partido que afirma que esta é uma das grandes promessas por cumprir
desde o 25 de Abril de 1974, que deve incluir a medicina dentária e as
medicinas alternativas devidamente regulamentadas.

9 - Os portugueses têm excelentes hábitos alimentares e não sofrem de
doenças causadas por uma nutrição desequilibrada. Por isso não faz
qualquer sentido aparecer um partido que defende uma redução
pedagógica do consumo de carne, sobretudo industrial, bem como a
promoção de alternativas vegetarianas, em prol da saúde humana, do
bem-estar animal e do equilíbrio ecológico.

10 - Portugal tem uma democracia e cidadania activa e consciente, os
cidadãos participam maioritária e entusiasticamente na vida política,
confiam no Estado e nos seus representantes eleitos, que sacrificam os
seus interesses pessoais e partidários para se consagrarem
inteiramente ao bem comum. Por isso não faz qualquer sentido surgir um
partido que defende que os deputados não possam acumular funções e que
assume ser a voz dos abstencionistas, dos que votam em branco e nulo e
de todos os descrentes na política, mobilizando-os para um exercício
mais pleno da cidadania e para a renovação da democracia.


Por estas e por muitas outras razões o surgimento do PAN - Partido
pelos Animais e pela Natureza - é um absurdo. Se não apagou já esta
mensagem é o momento de o fazer. Sobretudo não a divulgue, para que
este perigo não se propague mais. É que pode tornar-se contagiante e
originar uma PANdemia. Portugal ainda se arrisca a ser um país a
sério.


www.partidoanimaisnatureza.com

18 maio, 2011

Rui Rio deve dar voltas no túmulo para entender


Caros Amigos.
Na próxima sexta-feira , 20 de Maio ás 17, 30h inauguro a livraria
"Homemdoslivros" sita na Tr. de S. Carlos, 19 no Porto.
Muito me agradaria contar com a vossa presença e incentivo.
Um abraço amigo.
Duarte
www.homemdoslivros.com
espaço da editora Estratégias Criativas inaugurado no passado dia 14

Rua Sá de Noronha, 157

Porto, Portugal                                                                      

17 maio, 2011

Todos à Feira do Livro Anarquista| Abaixo as Guilhotinas e os Aterros Sanitários

http://feiradolivroanarquista.blogspot.com/

Aparece& Divulga!!!




A Feira do Livro anarquista, na sua 4ª edição de 20 a 22 de Maio, cria uma vez mais espaço para a divulgação das ideias anarquistas a partir dos livros e das publicações, levando a debate as ideias e análises sobre questões que nos assaltam a vida em tempos de guerra social.

Dedicamos um dos dias à crítica do desenvolvimento que o capitalismo e o Estado tentam impor. Partindo dos seus projectos e das suas investidas contra a Natureza e os locais onde vivemos, queremos discutir formas de travar esse desenvolvimento e passarmos nós ao ataque.

Noutro dia questionamos as recentes manifestações de descontentamento nas ruas reflectindo sobre os caminhos que nos poderão levar a uma ruptura com o Estado e com a economia. Duas questões que, embora separadas, se cruzam inevitavelmente.
Procuramos estimular a luta, a solidariedade e a reflexão como formas de combate às várias faces da autoridade 





16 maio, 2011

É o Povo, Pá?!! É o carralho dos falsos amigos do Povo, Pá, a suicidá-lo assistido-colectivamente, Pá?!!!

foto de antónio s. oliveira

Coragem Portugueses!!!

FMI!FMI!FMI!
«Sócrates de Passos Coelho Portas consulta uma vidente:

A vidente concentra-se, fecha os olhos longamente e diz:
- Vejo o senhor a passar numa avenida, num carro aberto, e o povo a acenar.
Sorri e pergunta:
- Essa multidão está feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- E o povo corre atrás do carro?
- Sim, à volta do carro, como loucos. Os polícias até têm dificuldade
em abrir caminho.
- As pessoas carregam bandeiras?
- Sim, bandeiras de Portugal e faixas com palavras de esperança e de
 um futuro melhor.
- A sério? E as pessoas gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança: 'Agora sim!!! Agora tudo melhorará! '
- E eu, como é que reajo a tudo isso?
- Não dá pra ver.
- Porque não?
- porque, responde em transe a vidente FMI, o caixão está fechado» 
baseado em e-mail chegado

15 maio, 2011

e lá soltamos a Piolho na afectuosa Capítulos Soltos livraria



fotos: 50kg
Edições 50kg: Foi mais ou menos assim...: "Apresentação do número 4 da revista de poesia Piolho e o opúsculo poético Rendimento Mínimo na Livraria Capítulos Soltos - Braga em 14 de M..."

04 maio, 2011

Piolho, revista de Poesia, irá invadir Braga na livraria Capítulos Soltos

Sábado, 14 de Maio · 18:00 - 19:30

Local
Rua de Santo André, nº93RC 4710-308 Braga

Estaremos no próximo dia 14 pelas 18h num lançamento informal do projecto de poesia Piolho com Rui Azevedo Ribeiro, Rui Tinoco, Raul Simões Pinto e A. Dasilva O. entre uns e outros com e sem rendimento mínimo

03 maio, 2011

Situation Novela, último episódio da temporada 2001-2011: inimigo morto em acção democrática


Seals, mãos ao ar, em nome do presidente da democracia!!!
Bin, virando-se para o seu escudo pessoal, ó rapariga não consigo adormecer 
que merda é essa que estás a ver?!!
É a telenovela Troika...agora é que está a ficar boa...Portugal, 
sempre vai juntar os trapinhos com a Espanha e vão ser felizes pra sempre
Bin, estou feito ao bife...
Seals, digo e repito: mãos ao ar...
Bin, acende a luz da mesinha de cabeceira, que raio queres tu e 
porque estás com uma arma apontada...são os meus novos guarda costas?!!
Somos os Seals Navys uns gajos muito perigosos e estamos aqui em nome do presidente do EUA
Bin, o Trump?
Seals, não o Osama, não osama não carago, o Obama
Bin, gargalha, o que tem a mania que é o Gerónimo
Calem-se, ordena Escudo Humano, ide para outro quarto falar dos vossos machismos globais
Seals, dispara sobre a Fibra, não estou aqui para brincadeiras...
levantas-te em nome da Democracia para ser abatido condignamente
ou vais mesmo assim para as profundezas arábicas?
Bin, o Obama nasceu mesmo em Guantanamo?...prontos... e nem a um julgamento
 tenho democraticamente direito? 
... e debaixo do travesseiro tenta retirar um livro de direito 
internacional quando se ouvem rajadas.... 
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não saia do seu lugar
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02 maio, 2011

uma história mal enlatada

Ó Wanted o Bin foi desta pra melhor?
mais um milagre do beato João Paulo!!
não foi um ataque com Oral B, como se vê num video TVI?
não, esse é uma montagem porno da noite de núpcias
dos príncipes do Reino mal fodido!!!
Que confusão e atiraram com o gajo pró mar? Porra vou deixar de comer peixe
e enlatados!!!
Mais contra-informação, Sangue Gordo
o gajo foi atirado para a basílica São Pedro.
podes continuar a comer a tua prima à vontadinha!!!

Bem é melhor continuar a ler a Dica

16 abril, 2011

aí está «O comuneiro» no seu 12 número



«O governo português e o consenso geral das forças dirigentes do país aprofundam a sua política de submissão aos ditames da grande finança internacional, com um pedido de resgate que é uma gravíssima e irreversível hipoteca para o destino coletivo deste povo. O PCP e o Bloco de Esquerda tiveram um inédito encontro, mas ainda não foram capazes de, em conjunto ou cada um deles por si próprio, propor ao país, o repúdio de todos os PECs e dos ajustes estruturais impostos, a saída imediata do euro, a suspensão dos pagamentos e a reavaliação devidamente ponderada de toda a dívida externa soberana, o que quererá dizer, sem dúvida, a prazo, o abandono desta União Europeia. Estas medidas “extremistas”, devidamente enquadradas pela nacionalização dos sectores estratégicos, com um rigoroso planeamento económico de emergência e outro de projecção a médio prazo, com novas opções internacionais, são as únicas possíveis de ser encaradas, não diremos já por socialistas, mas por quem queira manter um mínimo de decoro nacional e respeito formal pela virtus republicana. Como o velho Marx gostava de citar do seu Esopo: Hic Rhodus, hic salta!

Este número do Comuneiro propõe aos seus leitores quatro ensaios de reflexão histórico-mundial, a partir da crise actual do capitalismo, por quatro grandes pensadores marxistas contemporâneos, dos quatro cantos do globo. Samir Amin, ensaísta de origem egípcia e africano adotivo, convoca-nos a pensar a nova vaga de luta emancipadora dos povos, nações e Estados da periferia, como sendo o grande desafio ao atual sistema capitalista dos monopólios generalizados. O argentino Jorge Beinstein prevê uma nova recessão profunda na economia mundial, como uma parte apenas da multifacetada crise da civilização capitalista, em declínio histórico. O indiano Prabhat Patnaik revisita a teoria leninista do imperialismo, confronta-a com as condições do capitalismo atual e conclui pela existência de alianças de classe diferenciadas, no centro e na periferia, como sendo os atores da luta anticapitalista que temos em perspetiva. O britânico David Harvey, professor em Nova Iorque, reflete sobre a lógica da acumulação de capital e as dificuldades atuais que o sistema encontra para superar pontos de estrangulamento e conseguir um crescimento agregado sustentável a prazo. As ideias expostas sobre o sujeito revolucionário são especialmente provocadoras.

O nosso editor Ronaldo Fonseca traz-nos uma reflexão sobre a importância dos aparatos repressivos do Estado, com destaque para o militar, na preservação do regime social de dominação burguesa, à luz de várias experiências históricas recentes, em especial na Europa e América Latina. Ângelo Novo, o outro editor de ‘O Comuneiro’, debruça-se sobre a revolução democrática em curso no mundo árabe, as perspectivas históricas por ela abertas e a posição de conjunto que se impõe tomar sobre ela.

Em seguida temos a colaboração de vários ensaístas de e sobre o Brasil. Valério Arcary faz algumas escavações estatísticas no admirável mundo novo do lulismo, descobrindo um país em crescimento mas com uma estrutura social persistentemente desigual. Ivonaldo Leite traça uma história recente do sindicalismo brasileiro, para denunciar um quadro de confrangedora perda de autonomia da CUT, arauto de um novo sindicalismo de Estado. Rodrigo Jurucê Gonçalves estuda, no seu contexto original, o conceito gramsciano de “revolução passiva” e faz algumas observações sobre o bom uso a fazer de Gramsci, no Brasil de hoje. José Brendan Macdonald reflecte sobre o significado de alguns pontos de contato entre o marxismo e a teologia da libertação, no contexto social das lutas dos povos da América Latina.

Passam este ano 140 anos sobre a Comuna de Paris, a primeira revolução proletária e socialista do mundo. Armando Boito defende-a de algumas tentativas historiográficas de descaraterização, ainda insistentemente em curso. Alistair Davidson transporta-nos para a extrema contemporaneidade, com uma reflexão sobre a wikileaks e outros fenómenos de transparência e comunismo espontâneos, emergentes pela ação de criadores dos novos meios eletrónicos de comunicação.

Agradecemos toda a divulgação possível, nomeadamente em listas de correio ou redes sociais de língua portuguesa. Gostaríamos de poder contar sempre com a fidelidade dos nossos leitores, e que esta seja também um compromisso de luta pela possibilidade de um outro mundo.»  


Pela Redação de ‘O Comuneiro’


Ângelo Novo

Ronaldo Fonseca