22 dezembro, 2011
16 dezembro, 2011
Ó TUSA, DÁ-ME MUSA!...
| Corvo Anarquista |
1. Homens
«De perto os homens azedam»
2. Desamar-te
« para que porfim saibas amor
como aqui entrar»
14 dezembro, 2011
11 dezembro, 2011
um pouco de memória caótica
3 de Agosto de 1982 - U2 em Vilar de Mouros
Sugestões para a elaboração de uma errata sobre o artigo publicada no nº especial da Blitz dedicado aos U2.
Sendo eu um leitor assíduo da Blitz (já o era do jornal com o mesmo nome), visto a música ser uma das minhas grandes paixões, não pude deixar de adquirir o vosso número especial sobre os U2, lançado poucos dias antes da vinda a Portugal (pela 5ª vez) da, por vós e por muita gente intitulada, "Maior Banda do Mundo".
Li com especial interesse e de fio a pavio esta edição, tendo achado bastante interessante a forma como estava elaborada, com muita informação relevante, tendo servido até para colmatar algumas falhas na minha memória e para ficar a saber de alguns pormenores - nomeadamente sobre a vida pessoal e artística dos músicos, produtores e managers.
O meu interesse por uma banda como os U2 já vem do longínquo ano de 1980, altura em que escutei na rádio o tema "Stories for Boys", do 1º álbum (Boy). Imediatamente tratei de ficar atento a outros temas desta banda emergente, não só do "Boy" mas também do trabalho lançado no ano seguinte ("October"). E foi assim que me apresentei na edição de 1982 do Festival de Vilar de Mouros, devidamente preparado para ouvir ao vivo uma das bandas que mais atenção me chamou dentre aquelas que constituiam o cartaz (as outras eram os Echo & the Bunnymen, os Durutti Column e os A Certain Ratio; os Pig Bag também, mas não apareceram...; as boas surpresas foram os The Gist e os Rip, Rig & Panic).
Não contava, porém, com a oportunidade única na vida de um melómano, de privar de perto (em plenos camarins) com 3 dos elementos dos U2 (o Adam Clayton tinha ido dar uma volta pela aldeia), não imaginando - nem por sombras - que aquela banda viria a dar no que todos hoje sabemos. Como elemento de uma rádio livre do Porto (a Rádio Caos, pioneira no movimento das rádios livres), eu e mais alguns companheiros entrámos pelo "backstage" dentro, tratando logo de entrevistar o The Edge e, durante mais tempo, o próprio Bono (de quem ainda desconheciamos o nome). O Larry estava demasiado entretido com a namorada (pelo que li, deverá ser ainda a actual, e mãe dos seus 3 filhos) para falar. Além de pioneiros (talvez a 1ª rádio portuguesa a entrevistar os U2) fomos também profetas: não é que a conversa incidiu especialmente em temas políticos, sobre a situação na(s) Irlanda(s), sobre a guerra e a situação do mundo? Mas afinal era o Bono Vox que tínhamos pela frente, e não um vulgar rocker naif e hedonista, mesmo com apenas 22 anos (eu estava a um mês de completar 23). Não é pois de admirar a curiosidade especial com que sempre acompanhei a vida desta banda, não sendo, mesmo assim, um fã incondicional da sua música (até falhei os concertos de 1993 e 1997 no nosso país).
Provas deste episódio ocorrido a 3 de Agosto de 1982? Tenho muita pena, meus caros amigos, mas... não há! Não foram tiradas quaisquer fotos (éramos "homens da rádio" e não da imprensa) e a gravação audio (efectuada com microfone rudimentar, em forma de cabo de guarda-chuva, ligado a um gravador de fita) pura e simplesmente não ficou registada: o dito microfone tinha um fio interno desligado. Era a Rádio Caos na sua "melhor" forma, artesanal, dando tiros sem tirar a pistola do coldre!
Mas vamos ao que me motivou a escrever este texto: o vosso artigo, intitulado "1982 - 3 de Agosto", incluído na edição especial sobre os U2. Como já disse, eu estive lá! Por isso, atrevi-me a ressalvar algumas incorrecções no vosso texto, esperando obter da vossa parte a devida compreensão, e aproximar da verdade histórica as estórias que compõem as páginas da Blitz.
1. " o programa tinha início num sábado, 31 de Julho, com actuações dos Heróis do Mar, Echo & The Bunnymen (...) e Stranglers ". Pois acontece que quem abriu o festival, apresentados por Jorge Lima Barreto e Vítor Rua, foram precisamente os... Echo & The Bunnymen. Os Heróis não puseram lá os pés (tal como outros nomes inicialmente incluídos no cartaz, durante os 9 dias que o festival durou; os tempos eram outros... sabiamos quem iria actuar à noite, através de carros com altifalantes que percorriam, durante o dia, as ruas de Caminha).
2. " no domingo 1 de Agosto houve (...) um concerto de jazz com Don Cherry e Charlie Haden ". Era para ser um quarteto, com o Ed Blackwell e outro músico cujo nome não me recordo, mas qual quê? Jazz, nem visto nem ouvido. Sem obter qualquer explicação, a "malta do jazz" que até lá se tinha deslocado propositadamente para este concerto, rumou para casa, desconsolada, logo após o desfile de Zés Pereiras, que rematou a actuação da Orquestra Sinfónica do Porto, conduzida pelo maestro A. Vitorino d'Almeida (a propósito, a filha deste, Maria Medeiros, foi espectadora deste festival... estive "alapado" durante algum tempo a pouquíssimos metros dela).
3. " terça dia 3 foi a data em que o cartaz foi encabeçado pelos U2 (...) ". Se o cabeça de cartaz é aquele que actua em último lugar, então os U2 não o foram definitivamente, pois quem fechou essa longa noite foi a Johnny Copeland Chicago Blues Band, num concerto que me pareceu interminável.
4. "(...) e que compreendeu ainda actuações (...) dos portugueses Roxigénio e Jáfu'mega ". Estes últimos, sim. Os Roxigénio, meus amigos, actuaram na 5ª feira (dia 5) ou no dia seguinte (não me lembro bem, mas não foi, de certeza, no dia dos U2). Quem actuou, além dos mencionados e do Theodorakis, foi... Carlos do Carmo (mesmo com algumas assobiadelas; os festivais ainda não tinham os divertimentos de agora, nem outros palcos, que permitissem que o pessoal "formatasse" a sua estadia ao seu próprio gosto).
5. " Mas isto significa que os U2 foram cabeças de cartaz quando ainda só se conhecia Boy em Portugal ". Além de não serem "cabeças de cartaz" (como atrás referi), Portugal já conhecia "October", lançado no ano anterior. Não foi por acaso que eu e muitos outros correram para a boca do palco logo que se ouviram os primeiros acordes do "Gloria".
Não me lembro dos preços dos bilhetes, mas confio que, neste capítulo, a Blitz tenha acertado.
Termino, louvando e concordando absolutamente com a frase com que a Blitz terminou este artigo: " Este foi, sem dúvida, um dos mais míticos concertos que teve lugar em solo nacional ".
Atenciosamente
Alfredo Bastos Silva (Fritz)
Ler mais: http://blitz.aeiou.pt/3-de-agosto-de-1982-u2-em-vilar-de-mouros=f66626#ixzz1gEvlr4ie
10 dezembro, 2011
07 dezembro, 2011
02 dezembro, 2011
01 dezembro, 2011
29 novembro, 2011
Piolho, revista de poesia, o sétimo, dedicado à critica presente nos últimos dias do Mercado Negro que tem início na próxima segunda feira, dia 5 às 16h e fechará sábado, dia 10 pelas vinte e duas. Mais novidades estarão no Mercado Negro como o "Teorias" de manuel a. domingos...
PIOLHO Revista de Poesia (na Pluralcores tipografia)
«O crítico enquanto artista falhado é uma figura
vulgar» Spephen Vizinczey
Rodrigo Miragaia(ilustrações), Carlos Nogueira, Rui Azevedo Ribeiro, Francisco Félix, Sylvia Beirute, Sílvia C. Silva, Maria Conceição Caleiro, Pedro S. Martins, A. Pedro Ribeiro, Ricardo Marques, Amândio Reis, Rui Tinoco, Humberto Rocha, A. Dasilva O., Nuno Brito, Pedro Jofre, Fernando Esteves Pinto, Hugo Pinto Santos, Renée Brock, Henrique Manuel Bento Fialho,Sérgio Almeida e António S. Oliveira
fazem mais ou menos por esta desordem este
número
o sétimo Novembro 2011
Coordenado por Sílvia C. Silva, Meireles de Pinho (capa e arranjo gráfico),Fernando Guerreiro e A. Dasilva O
23 novembro, 2011
Novo rumo, remar contra a maré em acção directa
Os Ocidentes começaram a invadir, também nos tempos modernos, todos aqueles países que não viviam em democracia, leia-se mercados
agora, tempos pós-modernos, os mercados invadem os países que vivem em Democracia e tentam suspendê-la no cofre forte da dívida soberana
obrigando os Cretinos chefes de estado ocidentes a mendigar junto das ditaduras sem fronteiras num banho sujo de ouro negro e paz podre
agora, tempos pós-modernos, os mercados invadem os países que vivem em Democracia e tentam suspendê-la no cofre forte da dívida soberana
obrigando os Cretinos chefes de estado ocidentes a mendigar junto das ditaduras sem fronteiras num banho sujo de ouro negro e paz podre
22 novembro, 2011
SUITE 605, uma proposta
Começa a ser necessário pensar se, em vez de suspender a democracia, não seria melhor suspender o partido ou partidos, por uma legislatura, das eleições nacionais, sendo provado que os seus dirigentes foram/são corruptos no exercício das suas funções.
13 novembro, 2011
11 novembro, 2011
Talvez assim a EDP alcance a luz(cidez)
foto antónio s. oliveira «Para fazer circular o + possível de forma a ter impacto nacional e
fazer-se sentir
Talvez assim a EDP acorde
Eu vou fazê-lo, é de graça e pode resultar, acho que vale a pena tentar!
A EDP já teme os prejuízos desta medida na escala dos vários milhões
de portugueses, que estão conscientes do abuso a que estão sujeitos.
CONTINUEM A PARTILHAR
A EDP mantém um nível de lucros totalmente incompatível com o estado
do país e com os sacrifícios exigidos a todos nós.
A EDP tem mais poder que o Governo de Portugal e conseguiu (vá-se lá
saber por que vias...) impedir uma medida que visava minorar os
brutais aumentos da energia que se estão a verificar , e que vão,
certamente, aumentar ainda mais os ditos lucros.
A EDP mantém um monopólio (não de jure, mas de facto) uma vez que a
concorrência não oferece aos consumidores domésticos (por exemplo)
taxas bi-horárias. Coisa que existia antes, permitindo uma gestão
familiar mais económica.
PROPOSTA:
- No dia 20 de Novembro de 2011, às 15:00, a nível nacional, vamos,
todos nós consumidores domésticos, desligar TUDO durante uma hora (os
nossos congeladores aguentam mais do que isso quando há uma "anomalia"
na rede que nos deixa sem energia, e as baterias dos nossos portáteis,
computadores ou outros, também aguentarão );
- Vamos repetir a acção até a EDP ter de nos PEDIR para parar com
isto. Na qualidade de bons cidadãos, pararemos, mas só se os preços
forem ajustados de forma a que os lucros da EDP se acertem pelo
razoável, pelo socialmente justo e pelo moralmente correcto.
Se gostarem da ideia, espalhem... veremos no que dá.
Eu gosto e acho que tem pernas para andar !
Tome nota na agenda
!!! = 20 NOV das15h ás 16h ! =»
reproduzimos e partilhamos «Como um grego ensina a um alemão a História das dívidas»
Um cidadão alemão escreveu uma carta aberta aos gregos, publicada na revista Stern. Um grego, Georgios P. Psomas respondeu-lhe pondo os pontos em todos os iis.Ambas foram traduzidas pelo Sérgio Ribeiro e encontrei uma versão em inglês. Esta roca de correspondência já data de 2010. Georgios conta-nos aquilo que toda a imprensa europeia cala. Merece ser lida, sobretudo por todos aqueles que têm tratado os gregos como culpados de tudo, incluindo o pecado original. e vou aqui transcrever os dois textos.
Depois da Alemanha ter tido de salvar os bancos, agora tem de salvar também a Grécia
OS GREGOS, QUE PRIMEIROS FIZERAM ALQUIMIAS COM O EURO, AGORA, EM VEZ DE FAZEREM ECONOMIAS, FAZEM GREVESCaros gregos,Desde 1981 pertencemos à mesma família.Nós, os alemães, contribuímos como ninguém mais para um Fundo comum, com mais de 200 mil milhões de euros, enquanto a Grécia recebeu cerca de 100 mil milhões dessa verba, ou seja a maior parcela per capita de qualquer outro povo da U.E.Nunca nenhum povo até agora ajudou tanto outro povo e durante tanto tempo.Vocês são, sinceramente, os amigos mais caros que nós temos.O caso é que não só se enganam a vocês mesmos, como nos enganam a nós.No essencial, vocês nunca mostraram ser merecedores do nosso Euro. Desde a sua incorporação como moeda da Grécia, nunca conseguiram, até agora, cumprir os critérios de estabilidade. Dentro da U.E., são o povo que mais gasta em bens de consumoVocês descobriram a democracia, por isso devem saber que se governa através da vontade do povo, que é, no fundo, quem tem a responsabilidade. Não digam, por isso, que só os políticos têm a responsabilidade do desastre. Ninguém vos obrigou a durante anos fugir aos impostos, a opor-se a qualquer política coerente para reduzir os gastos públicos e ninguém vos obrigou a eleger os governantes que têm tido e têm.Os gregos são quem nos mostrou o caminho da Democracia, da Filosofia e dos primeiros conhecimentos da Economia Nacional.Mas, agora, mostram-nos um caminho errado. E chegaram onde chegaram, não vão mais adiante!!!Walter Wuelleenweber
Resposta de Georgios Psomás
Caro Walter,Chamo-me Georgios Psomás. Sou funcionário público e não “empregado público” como, depreciativamente, como insulto, se referem a nós os meus compatriotas e os teus compatriotas.O meu salário é de 1.000 euros. Por mês, hem!… não vás pensar que por dia, como te querem fazer crer no teu País. Repara que ganho um número que nem sequer é inferior em 1.000 euros ao teu, que é de vários milhares.Desde 1981, tens razão, estamos na mesma família. Só que nós vos concedemos, em exclusividade, um montão de privilégios, como serem os principais fornecedores do povo grego de tecnologia, armas, infraestruturas (duas autoestradas e dois aeroportos internacionais), telecomunicações, produtos de consumo, automóveis, etc.. Se me esqueço de alguma coisa, desculpa. Chamo-te a atenção para o facto de sermos, dentro da U.E., os maiores importadores de produtos de consumo que são fabricados nas fábricas alemãs.A verdade é que não responsabilizamos apenas os nossos políticos pelo desastre da Grécia. Para ele contribuíram muito algumas grandes empresas alemãs, as que pagaram enormes “comissões” aos nossos políticos para terem contratos, para nos venderem de tudo, e uns quantos submarinos fora de uso, que postos no mar, continuam tombados de costas para o ar.Sei que ainda não dás crédito ao que te escrevo. Tem paciência, espera, lê toda a carta, e se não conseguir convencer-te, autorizo-te a que me expulses da Eurozona, esse lugar de VERDADE, de PROSPERIDADE, da JUSTIÇA e do CORRECTO.Estimado Walter,Passou mais de meio século desde que a 2ª Guerra Mundial terminou. QUER DIZER MAIS DE 50 ANOS desde a época em que a Alemanha deveria ter saldado as suas obrigações para com a Grécia.Estas dívidas, QUE SÓ A ALEMANHA até agora resiste a saldar com a Grécia (Bulgária e Roménia cumpriram, ao pagar as indemnizações estipuladas), e que consistem em:1. Uma dívida de 80 milhões de marcos alemães por indemnizações, que ficou por pagar da 1ª Guerra Mundial;2. Dívidas por diferenças de clearing, no período entre-guerras, que ascendem hoje a 593.873.000 dólares EUA.3. Os empréstimos em obrigações que contraíu o III Reich em nome da Grécia, na ocupação alemã, que ascendem a 3,5 mil milhões de dólares durante todo o período de ocupação.4. As reparações que deve a Alemanha à Grécia, pelas confiscações, perseguições, execuções e destruições de povoações inteiras, estradas, pontes, linhas férreas, portos, produto do III Reich, e que, segundo o determinado pelos tribunais aliados, ascende a 7,1 mil milhões de dólares, dos quais a Grécia não viu sequer uma nota.5. As imensuráveis reparações da Alemanha pela morte de 1.125.960 gregos (38,960 executados, 12 mil mortos como dano colateral, 70 mil mortos em combate, 105 mil mortos em campos de concentração na Alemanha, 600 mil mortos de fome, etc., etc.).6. A tremenda e imensurável ofensa moral provocada ao povo grego e aos ideais humanísticos da cultura grega.Amigo Walter, sei que não te deve agradar nada o que escrevo. Lamento-o.Mas mais me magoa o que a Alemanha quer fazer comigo e com os meus compatriotas.Amigo Walter: na Grécia laboram 130 empresas alemãs, entre as quais se incluem todos os colossos da indústria do teu País, as quais têm lucros anuais de 6,5 mil milhões de euros. Muito em breve, se as coisas continuarem assim, não poderei comprar mais produtos alemães porque cada vez tenho menos dinheiro. Eu e os meus compatriotas crescemos sempre com privações, vamos aguentar, não tenhas problema. Podemos viver sem BMW, sem Mercedes, sem Opel, sem Skoda. Deixaremos de comprar produtos do Lidl, do Praktiker, da IKEA.Mas vocês, Walter, como se vão arranjar com os desempregados que esta situação criará, que por aí vos vai obrigar a baixar o seu nível de vida, perder os seus carros de luxo, as suas férias no estrangeiro, as suas excursões sexuais à Tailândia?Vocês (alemães, suecos, holandeses, e restantes “compatriotas” da Eurozona) pretendem que saíamos da Europa, da Eurozona e não sei mais de onde.Creio firmemente que devemos fazê-lo, para nos salvarmos de uma União que é um bando de especuladores financeiros, uma equipa em que só jogamos se consumirmos os produtos que vocês oferecem: empréstimos, bens industriais, bens de consumo, obras faraónicas, etc.E, finalmente, Walter, devemos “acertar” um outro ponto importante, já que vocês também são devedores da Grécia:EXIGIMOS QUE NOS DEVOLVAM A CIVILIZAÇÃO QUE NOS ROUBARAM!!!Queremos de volta à Grécia as imortais obras dos nosos antepassados, que estão guardadas nos museus de Berlim, de Munique, de Paris, de Roma e de Londres.E EXIJO QUE SEJA AGORA!! Já que posso morrer de fome, quero morrer ao lado das obras dos meus antepassados.Cordialmente,Georgios Psomás»
10 novembro, 2011
09 novembro, 2011
Como seria noticiada hoje, em Portugal, a história do Capuchinho Vermelho...
TELEJORNAL - RTP1
"Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de
ontem... mas a actuação de um caçador evitou uma tragédia"
JORNAL DA NOITE - SIC
"Vamos agora dar-lhe conta de uma notícia de última hora. Uma menina
foi literalmente engolida por um lobo quando se dirigia para casa da
sua avó! Esta é uma história aterradora mas com um final feliz... o
Sr. telespectador não vai acreditar mas, esta linda criança foi
retirada viva da barriga do lobo! Simplesmente genial!"
JORNAL NACIONAL - TVI
"... onde vamos parar, onde estão as autoridades deste país?! A menina
ia sozinha para a casa da avó a pé! Não existe transporte público
naquela zona? Onde está a família desta menina? E a Comissão de
Protecção de Menores? Tragicamente esta criança foi devorada viva por
um lobo. Em épocas de crise, até os lobos, animais em vias de
extinção, resolvem aparecer?? Isto é uma lambada na cara da actual
governação portuguesa."
Entretanto manifeste a sua opinião e ligue para:
707696901 se acha que a culpa é do lobo
707696902 se acha que a culpa é do capuchinho
707696903 se acha que a culpa é do governo
CORREIO DA MANHÃ
"Governo envolvido no escândalo do Lobo"
JORNAL DE NOTICIAS
"Como chegar à casa da avozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho"
Revista MARIA
"Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama"
A BOLA
"Lobo será reforço de inverno na Luz"
JOGO
"Mourinho quer Caçador no Real"
LUX
"Na cama com o lobo e a avó"
EXPRESSO
Legenda da foto: "Capuchinho, à direita, aperta a mão do seu salvador".
Na reportagem, caixa com um zoólogo explicando os hábitos alimentares
dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Capuchinho foi
devorada e depois salva pelo lenhador.
PÚBLICO
"Lobo que devorou Capuchinho Vermelho seria filiado no PS"
O PRIMEIRO DE JANEIRO
"Sangue e tragédia na casa da avozinha"
CARAS
Ensaio fotográfico com Capuchinho na semana seguinte:
Na banheira de hidromassagem, Capuchinho fala à CARAS: "Até ser
devorada, eu não dava valor à vida. Hoje sou outra pessoa."
MAXMEN
Ensaio fotográfico no mês seguinte:
"Veja o que só o lobo viu"
SOL
"Gravações revelam que lobo foi assessor político de grande influência"
__,_._,___
04 novembro, 2011
psst!!!Psst!!!PSSST aproxima-se mais uma edição, a nona, do Mercado Negro.
estamos a preparar mais
uma edição
a oitava
com a ZONA DE ROUBO controlada pela TROIKA
e uma ACÇÃO DIRECTA como novidade
nesta edição voltamos às origens
ao Passeio das Virtudes, 14
Escola Artística e Profissional Árvore
Subscrever:
Mensagens (Atom)









