23 fevereiro, 2017

16 fevereiro, 2017

Ninguém está acima da minha liberdade nem do meu estado de direito, diz o poema: deus me perdoe mas quero pecar, diz o poema pois quando o pratico o mundo pula e avança

 OS POEMAS ESTÃO REUNIDOS EM CONGRESSO, diz o poema, provocam trinta dias de silêncio a Antonio Silva Oliveira, diz Prosa K, até lá zelaremos pela voz deste incompreendido neste perfil allternativo António Sida Oliveira


Eliminámos o conteúdo que publicaste
Eliminámos este conteúdo por não seguir os Padrões da Comunidade do Facebook.
deus me perdoe mas quero pecar, diz o poema pois quando o pratico o mundo pula e avança http://www.facebook.com/JotaMonroe/posts/1717015121855221




a minha liberdade é uma paralela à tua até que o infinito te tire a visão de túnel, diz o poema


a religião não pensa e quando o faz é com a "cabeça de baixo", diz o poema
A minha liberdade, não tem fé, mas um fim, o infinito, diz o poema

Anexo indisponível
Este anexo pode ter sido eliminado ou pessoa pode não ter permissão para o partilhar contigo caro FdP


untada pelos desejos da censura, diz o poema


gente há que me leva muito a sério e não passo de um «pequeno verme nietzschiano» que não fará parte do coro..., diz Piropos, Prosa K e o poema alternativo....curto (também de curtir) e grosso sempre a contra-a-ordem sempre com o automático ligado em modo de gozo...o resto é literatura....


O amor e o ódio beijam-se entre juras de amor eterno, diz o poema
O meu sexo é um anjo de pau feito, diz o poema, que me come a musa com a tusa do bicho carpinteiro
a alegria de qualquer viúva negra que se preze, diz o poema
pela garganta profunda...
 e não omnvíbora

Enquanto a polícia continua "a caça ao homem" os intelectuais tentam caçar o seu fantasma e prendê-lo no seu "livro das crónicas", diz o poema


02 fevereiro, 2017

O Diabo está sem pormenores , diz o poema

o vómito é a minha carne, diz o poema

Padaria portuguesa
que já estou com a piça tesa
e os colhões a abanar
à primeira esporradela
fico cheio de merda

para amassar
para que nada se perda
encho-a de morcela
com os miolos do padeiro
que os dedos lambe no forno cela
a marinar para o alimentar
o anús o dia inteiro.

diz o poema


branco é o que a galinha põe preto, diz o poema

Toda a Pós-verdade
Se baseia
Em fados
Alternativos, diz o poema

quem vê almas não vê corações, diz o poema

O meu papel é sair do papel, diz o poema

A minha alma está cheia de poemas rasgados, diz o poema

É quem mais bóia na maionaise
dum sonho como peixe morto
no coração duma ilusão, diz o poema

Quando Louco nunca melhor, diz o poema







24 janeiro, 2017

Musa Anti-Trump está na rua, diz o poema

Foto de Maria João Lopes Fernandes.
MUSA ANTI-TRUMP, diz o poema
Minha querida, como sabe, sou, Je suis, um misógino anti-Trump, diz o poema, amante do amor livre e consentido


Foto de Antonio Silva Oliveira.A musa misógina e sexista está na rua, diz o poema








somos farinha do mesmo Sonho, diz o poema

Foto de A.Dasilva.O.A Primeira Dama de Todos os tempos, diz o poema


A vagina Fati, efeito criado pelas mão em oração, levou um velho amigo a abandonar a poesia e a dedicar-se a esse ofício de viver além do sagrado e do profano, segundo as suas palavras. A última vez que o vira foi a falar animadamente com um velho marco do correio, hoje em nítida extinção, a caminho dum serviço religioso. A sua amada morrera-lhe e visita-o à noite, diz o poema.


A minha alma não está, diz o poema
por favor, depois do sinal verde
saia da frente


Eu não me considero um parasita social, diz o poema

não sei nada acerca de mim, diz o poema, sou um ilustre desconhecido

sou tão culto e dizsidente
que não tenho papas
na língua, diz o poema
que arroto a poeta morto
e peido rosas velho
quando na nova ignorância
me venho
num broche à chuveiro



Só dentro de ti
diz o poema, me conheço
a ti imenso

diz conhecido lustre

A poesia está pela hora da morte, diz o poema,
e como seus restos mortais
comemarramos nesse mistério
de não saber do destino
dos restos imortais


O «tempo» é um reaccionário criativo, diz o poema

Queres um poema?, diz o poema: tira-me do coração e puxa


15 janeiro, 2017

Como são belos e horríveis os meus queridos poemas, diz o poema, e que bem reflectem a merda que sou fruto duma época intelectualmente podre e corruPuta. Atenção leitor se por azar os encontrares não os leias, rasga-os e queima-os, se não queres ser queimado, diz o poema

Um pedrada no charco na História da Literatura Portuguesa, diz o poema
foto: Diogo Ferreira
O Poeta no seu gueto tenta matar os piolhos com a sua poesia reunida em livro brochado e cozido, diz o poema


http://www.correiodoporto.pt/do-porto/a-dasilva-o-1958





onde tudo começou. foto de Helena Gpfs

cara de nobel, foto de Helena Cpfs

a outra face, foto de Helena Cpfs
Toda a gente me adora
Que sou impossível
Diz que se não existisse
Teria de ser inventado
Oh que chatice
Disse para os meus botões
E dediquei-me a criar
Dúvidas para subir de nível
Não metódicas mas em estado
De comer e deitar por fora


o anjo da contracultura, foto de Helena Cpfs


onde tudo se imprimiu

onde tudo começou
o quebra corações, foto de Diogo

04 janeiro, 2017

Sou uma cobra que não muda de pele, diz o poema

foto de Rui Ribeiro Azevedo
como sabem sou um falso modesto, diz o poema, e para bom fingidor, diz o poema, sem meias palavras preparo armas e bagagens para me dirigir
perigosamente à minha zona de confronto na rua de sta catarina, nº 787, Poto no próximo dia 7 
com a Maria de Guerra, como minha madrinha   « No sábado, diz ela, estarei a acompanhar/comentar a maratona A. Dasilva O na ªSede. Momento central de divulgação e discussão da intervenção cultural e artística no Porto desde os anos 80, mas também das publicações independentes, do DIY, da resistência 
Antonio da Silva Oliveira (A. Dasilva O., 1958), não sendo um caso isolado, era um caso único. Publicava e ajudava a publicar. Não apenas fanzines, mas também revistas e livros. E não apenas revistas e livros, mas também projectos ligados aos mais diversos domínios da intervenção cultural e artística.»
    e demais companhias 
no http://bicho-ruim-blog.blogspot.pt/: Rui Manuel Amaral:
«...Em cerca de 40 anos de contínua produção, António da Silva Oliveira impôs uma marca indelével e sem paralelo na cultura e contracultura da cidade. Uma parte importante da edição alternativa e independente, que vive hoje um momento de particular dinamismo, é devedora do trabalho pioneiro, exigente, insubmisso e heterodoxo de Oliveira e do seu grupo de colaboradores. Um trabalho que, de forma assumida pelo próprio ou em resultado da acção cega dos diferentes poderes políticos, culturais e académicos, foi sempre mais visível a partir da margem. A margem, que é onde tudo começa e onde tudo acaba...»


29 dezembro, 2016

Todos os fins são tristes mesmo fingindo ser finais felizes, diz o poema

toda a minha vida
e mais seis meses
tenho martelado
num teclado de murano vidro, diz o poema

O meu silêncio é a tua liberdade de expressão, diz o poema

a minha imaginação é a tua doença, diz o poema

O eterno feminino quando retorna, diz o poema, até o caos chora sobre o leite derramado, a humanidade que o beba como sangue do seu mal-estar

alimento um sapo que tenho no estômago, diz o poema



Foto de A.Dasilva.O.toda a gente parece saber o que penso e se passa comigo, menos eu, diz o poema, que me limito a lavar e dar a ferro às negras, porcas e doentias nuvens




o efeito é uma borboleta, diz o poema

O Poema caiu 

e todos foram informados
para se manterem em casa
As crianças deliciam-se
brincando com as suas banhas
e ossadas de outrora
Os adultos brincam
com a infância
que nunca tiveram
é black friday
onde os mercados
expõem o fruto da sua má fé negocial
as tvs cospem
banalidades de base
diz o poema






com quatro versos se faz uma canoa, diz o poema

O Esteio, inesquecível de tão esquecido, diz o poema

tenho um poema no sapato que não se cala, diz o poema

Acendo um cigarro nos pulmões, diz o poema

estou a comer um sonho, diz o poema

Acendi uma vela no coração, diz o poema

Só não ama quem tem amor, diz o poema

Os poetas conhecem-me, diz o poema

20 dezembro, 2016

diz o poema «Venho aqui para me repetir e vos dividir. Há novecentos anos que não faço outra coisa, senão anunciar ventos e tempestades onde cada poema, é uma tentativa de suicídio onde vos roubo o bem de pensar, como traficante de órgãos poéticos, estéticos e éticos para me embriagar na vossa excrescência de vos atiçar o fogo interior da minha poesia que é um poema ferido de morte...» in Desobediência Poética, de A. Dasilva O., 2002, Black Sun editores.

ªSede https://www.facebook.com/asedenoporto/ 

retoma a sua actividade no dia 7 de Janeiro com uma sessão antológica dedicada à estimulante e multifacetada obra de António da Silva Oliveira (A. Dasilva O.).
A sessão conta com a participação da Prof.ª Paula Guerra, investigadora na área da sociologia da arte e da cultura.



Informo pessoall mente: 
Como sabem a rua santa catarina, porto, ainda é a minha rua escura onde vergo e sempre ataquei,  alinhando nesta «colonoscopia virtuall» que se efectuará mesmo à frente da ex-sede e estúdios da RADIO CAOS até 1986. E claro pelo convite da malta d' aSede, na pessoa de  Rui Manuel Amaral. Lá estarei com o meu aberto  «Coração Sujo» e meus «Excrementos» a dar «Sete Beijos na Pedra» e carregado de Piolhos e acompanhado pela «Estúpida».

12 dezembro, 2016

depois da matança, a bonança, diz o poema

Ar legenda menu

o poema tem espinhal meditacção

a poesia serve-se dos seus próprios remor ossos

Os poemas são as hossa(d)nas da morte

09 dezembro, 2016

Eis o local do crime, diz o poema, onde a Matança do Poema acontece; onde há factos, não há poesia, diz o poema

videovi deos e estúdios pulga apresentam:

eis o lugar do crime, diz o poema
onde a Matança se exerceu com requintes poéticos
onde o quotidiano tal Abel mata o poema 
para gáudio
do real e ilusão e a sua eterna violência doméstica e gratuita  












é aqui que sou criado em cativeiro, diz o poema, por intelectuais da ileteracia 

06 dezembro, 2016

DIZ O POEMA , exposição fragmentos duma MATANÇA do POEMA

videoaqui se reproduz num trabalho caseiro da Vi Deos da exposição DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA que esteve eis-às-postas na casa museu A. DASILVA O. durante 3 dias, depois ressuscitou o morto e ex-às-postas como diz o poema, para me comerem, têm de me cortar às postas
DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA
DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA
DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA


DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA

DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA


DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA
DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA

DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA
DIZ O POEMA, exposição fragmentos duma MATANÇA

A MATANÇA DO POEMA

O poeta morreu
em clara lucidez
quando esta possuía
em todos os tabuleiros
fisi cus e merda mistíticulos
E é
quem mais parte
e reparte
a sua arte
até encher a pança



Piolhos d'Orfeu lançamento da Piolho # 20 em Coimbra no passado dia 26 de novembro, no café Santa Cruz, vimos agradecer a todos quanto participaram, entre outros, João Rasteiro, António Amaral Tavares e Meireles de Pinho autor desta reportagem fotográfica