30 junho, 2015
22 junho, 2015
diz o poema: grito extremo
Yghfvkg hghhgjggfdf nfdvvnckdk cvbvfdk
Kgjcdk daxf, diz o poema
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk lbkjggjkgddj oó ooooooooô
Gghhhkgrgjffjhdwjbv
Ncxuegofdk, diz o poema
Glugggluuugglo glg lol, diz o poema, glugloogluo gluggulohfsvgdhjgv pddst pst
Rsrsrsrsrsrsrsrsrs nhrsedfsquyyu mmmmmm nvgfdg, diz o poema, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk pooooop poop pum
Plutgkn
Duytfdhljgd
Diz o poema
Žzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz, diz o poema
1xx=5318987 ????????? ,!!!!!!!!!!!!!!463679*()()/)/(*(((;*-9-/-44
Dtritrtu
Diz o poema
Pó pó pó poooooo oó oó oó kkhkhthdyuhfgfmmmnjgggfvudfjjhfdsaghhghgjjc, diz o poema
Pst pst psssstpstpssst, diz o poema
Vrumummmm rummm vrummmm
Prumpum
Catrapum pum pum, diz o poema
Pst pstttt pssst ummmm pum
Catrsppuymnhg humhumhmhu
Vrrrvrrrrumrrr
Diz o poema
Nhrrrnhgfrrryif nhtrtrtreeeee ççççççççççççç
Trrrrimmmmmtim tim tlm trihhhnhhj
Fuuuuthofdhul, diz o poema
Timtlim tim tim tlumvgkggdhg
Pussddffghhfsdhfhh
Rsrsrsrtdudjf
Diz o poema
Opsopspos ufffghfjjuf uf
Ufufufufuf aoaiaiai ufff aiiiiiiiiufff, diz o poema, jjjjjjjjjjjjjj juhhghghghghguuuuu brrrrrrrr
Aí. Uiuiuuuiuuiuii uufffufifggg
Pjjeeeeeeerrrkgfdshsjkçrfc
Diz o poema
Kgjcdk daxf, diz o poema
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk lbkjggjkgddj oó ooooooooô
Gghhhkgrgjffjhdwjbv
Ncxuegofdk, diz o poema
Glugggluuugglo glg lol, diz o poema, glugloogluo gluggulohfsvgdhjgv pddst pst
Rsrsrsrsrsrsrsrsrs nhrsedfsquyyu mmmmmm nvgfdg, diz o poema, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk pooooop poop pum
Plutgkn
Duytfdhljgd
Diz o poema
Žzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz, diz o poema
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Dtritrtu
Diz o poema
Pó pó pó poooooo oó oó oó kkhkhthdyuhfgfmmmnjgggfvudfjjhfdsaghhghgjjc, diz o poema
Pst pst psssstpstpssst, diz o poema
Vrumummmm rummm vrummmm
Prumpum
Catrapum pum pum, diz o poema
Pst pstttt pssst ummmm pum
Catrsppuymnhg humhumhmhu
Vrrrvrrrrumrrr
Diz o poema
Nhrrrnhgfrrryif nhtrtrtreeeee ççççççççççççç
Trrrrimmmmmtim tim tlm trihhhnhhj
Fuuuuthofdhul, diz o poema
Timtlim tim tim tlumvgkggdhg
Pussddffghhfsdhfhh
Rsrsrsrtdudjf
Diz o poema
Opsopspos ufffghfjjuf uf
Ufufufufuf aoaiaiai ufff aiiiiiiiiufff, diz o poema, jjjjjjjjjjjjjj juhhghghghghguuuuu brrrrrrrr
Aí. Uiuiuuuiuuiuii uufffufifggg
Pjjeeeeeeerrrkgfdshsjkçrfc
Diz o poema
18 junho, 2015
Porca miséria, diz o poema
Porca miséria, diz o poema,
ainda há quem saia da trincheira,
Vala comum,
Zona de confronto
ainda há quem saia da trincheira,
Vala comum,
Zona de confronto
para receber uma bala
de prata
da casa,
Diz o poema
de prata
da casa,
Diz o poema
06 junho, 2015
04 junho, 2015
Quanto mais conheço os poetas, mais prefiro as putas, diz o poema
Quem me rouba, chama-me de ladrão,
diz o poema, e dá-me lições de moral e
de empreendorismo e de auto-estima
Ora a ora Deus melhora*, diz o poema
Eu sei, é fácil escrever
sem sentir, diz o poema, com
palavras sensíveis
e se de repente a morte te beijasse na boca?, diz o poema
Abaixo a exploração do poema pelo poeta,
diz o poema, do poeta pelo crítico,
do crítico pela auto-censura do discurso da ordem,
diz o poema, viva a liberdade poética
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