CENTRO NACIONAL DE CONTRACULTURA

ASSOCIAÇÃO SEM FINS CULTURAIS

09 abril, 2018

A Tensão Poética ao leme

Publicada por a. dasilva o. à(s) 7:50 da tarde
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António S. Oliveira (1958) além de literariamente dar à luz, A. Dasilva O. (1980) acaba de publicar «FOIOQUEUDISSE»; «O POETA CHOUPE LA PEACE»; "Sol para presas" livro de fotografias. E publicou: Carta a um Morto, 1993, BSed.; Uma Pequena Obra Prima, 1995, ed. Mortas; Auto-Retrato de um decadente, 1997, BlackS ed.; Pide, 1997; Sete Beijos Numa Pedra, 2000, ed. Mortas; O Bem Volta a Atacar (Teatro), 2003. Fundou as Edições N. Fundou e dirige as Edições Mortas. É dramaturgo de O Último Desejo de um Serial Killer, 2000, ed. M; Vis, 2012, ed. M. Destaca-se ainda: Correspondência Amorosa Entre Salazar e Marilyn Monroe, 1997, ed. M; Diários Falso de Fernando Pessoa, 1998, ed. M. Criou e editou várias revistas: Arte Neo, a revista Filha da Puta, Papa, Marquesa Negra, Broche Suburbano, Última Geração, Voz de Deus, entre outras. Promoveu e realizou em dose dupla As Conferências do Inferno, Os Encontros com o Maldito em colaboração com o grupo de teatro Contracena. Co-fundou e dirigiu a Rádio Caos onde realizou entre outros programas: A. Dasilva O. Fala ao País. Edita actualmente a revista de poesia «Piolho» e a revista sem cultura « Estúpida»
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FOIOQUEUDISSE

Je Suis TENHO DITO Por tudo aquilo que adiante se regista faz prova dos tempos de merda em que hoje vivemos, pois tal, nos dias que correm será, senão impossível, quase impossível acontecer na rádio nos dias de hoje a toque de hino nacional e tudo.. No reinado das Rádios Livres, a República da Rádio Caos, as, intervenções, deste vosso criado, irrompiam sem aviso prévio ao som do hino nacional, do “Gandhi” , o “Guru” dos anos oitenta, e, respectivo “Grande Líder” sua Exa. A. DASILVA O. “Atenção, atenção, vai falar ao país.” Começaram por ser intervenções rápidas, pequenas que ao longo das transmissões se alongaram conforme a importância e a oportunidade do momento . A paridade das mesmas foi garantida como manda a lei. Respeitando todos os credos, cor, culturas e politicas e, perdão peço se pequei, mas não esqueça o querido leitor que qualquer coincidência é um mero acaso. O direito ao contraditório também foi garantido. Todos as comunicações foram aqui alinhadas como se tivesse sido só uma e escritas nesse grande joelho da liberdade de expressão por quem fomos mandatados pelo movimento das rádios livres. Utilizou-se uma linguagem acessível, criativa e espontânea e, contraditória no sentido de criar no ouvinte a dúvida, a perplexidade estúpida dos nossos governantes da altura, rodeados pelos seus intelectuais caciques e para tal, alertar para o seu lado comum, humano e raiz de todo o mal do actual «presente» e todo o seu labirinto de eleito para se perder nos paços perdidos da demagogia, da mitologia e da corrupção, os estados naturais duma democracia contra o bem comum. Mais se informa que este , FOI O QUE EU DISSE, é o quarto título que a Casa Museu A, DASILVA O. tem o prazer de editar tendo a Rádio CAOS como fonte: - CORRESPONDÊNCIA AMOROSA ENTRE SALAZAR E MARLIN MONROE, 1997, Ed Mortas - DIÁRIOS FALSOS DE FERNANDO PESSOA, 1998, Ed. Mortas - TEATRO D’ABJECÇÃO, 2005, Ed. Mortas A.DASILVA O. 2018

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