12 maio, 2005

Intenções

Fazemos, traficamos e desfazemos as técnicas de comunicação de massas e o seu processo revolucionário. Desfazemos, traficamos e fazemos a escrita criativa, automática e sniper; dramas do caixote do lixo e as suas acções e adventos do objecto, profundo por absoluto, subjectivo da dor e do seu manifesto desenvolvimento e modernização. Traficámos e traficamos a nossa época e construímos e destruímos o seu tecido esquizofrénico, os seus conflitos e contradições. Traficamos, dobramos e desfazemos princípios, os meios e fins, todos. Dobramos, traficamos o psíquico, do estético e do subterrâneo desfazer, desfazer e fazer pactos de sangue com os campos da emancipação literária.

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