02 agosto, 2005

Primeiro agosto. Gosto de brincar com as palavras, mas hoje não estou para isso. Faz um tédio terrível e nem estou para desenvolver aquela velha teoria, anar, contra o estado e todos os seus funcionários que nele perdem, servindo-o, todo o seu bem de pensar. Longe vai o tempo em que estava tudo morto: Deus, Estado, Autoridade, Utopia, História e até o Romance. Hoje só lidamos com fantasmas. Frente ao espelho.

Como acima escrevi hoje sonhei que era uma máquina de escrever

Nada de original

Nesse sentido temos, na Pulga, como livro da semana a 4 euros “Cartas Comerciais Tipo” de Cézar Figueiredo e como livro do mês “Políbio, no jardim metafísico” de João Urbano a 5 euros
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1 comentário:

O SILÊNCIO CULPADO disse...

Gosto da forma como faz crítica, como questiona, como põe no lugar esta democracia sem geito.