O nosso Primeiro e Idiotia, a sua dama, cá passaram pelo corredor da morte carregados de choques tecnológicos para que, em rede, o nosso corredor não perca o comboio do futuro, dado que é preciso fazer com a burocracia e todos os seus anões mantenham os direitos adquiridos em bom estado de conservação na vetusta e situada máxima: é preciso mudar as coisas para que tudo continue na mesma.
Nesta estúpida e correcta estação aproximam-se a alta velocidade os devoradores de livros, cuidado pois, com todos esses que durante o resto do ano não têm tempo para ler. Pulga observa-os com o sorriso de Gioconda
A ressonarem sobre o código de Sísifo.
29 junho, 2006
21 junho, 2006
O corredor da morte alegra-se para mais uma noite de s. João, Graffiti e Grafitty cospem as paredes da urbe com quadras:
I
Neste corredor
A morte é musa
Onde s. João dor
Mija toda a tusa
II
Com tal absinto
Poetas embebeda
Não penso, sinto
A urbe fatal feda
III
Mortos e vivos
Humanos dançam
No abismo uivos
Ao fogo se lançam
I
Neste corredor
A morte é musa
Onde s. João dor
Mija toda a tusa
II
Com tal absinto
Poetas embebeda
Não penso, sinto
A urbe fatal feda
III
Mortos e vivos
Humanos dançam
No abismo uivos
Ao fogo se lançam
13 junho, 2006
“ Se o homem, por vezes, não fechasse
soberanamente os olhos, acabaria por deixar
de ver o que vale a pena ser visto.”
René Char
Próximo dia 17, Sábado, Pulga fechará mais cedo, pelas 17h30 para estar presente no Espaço T, sala de convívio – Edifício Escola EB 1 nº 25 da Sé, Rua do Sol, nº 14, 2º, 4000-527 Porto, pelas 18h na Perfomance Literária “ A Poesia ao Palco!” organizado pelo atelier de Escrita criativa: Sílvia de Almeida Silva, Fernando Mendes, Miguel Moura e Participações: A Dasilva O, Virgílio Liquito, entre outros
Convite está feito, entrada livre
soberanamente os olhos, acabaria por deixar
de ver o que vale a pena ser visto.”
René Char
Próximo dia 17, Sábado, Pulga fechará mais cedo, pelas 17h30 para estar presente no Espaço T, sala de convívio – Edifício Escola EB 1 nº 25 da Sé, Rua do Sol, nº 14, 2º, 4000-527 Porto, pelas 18h na Perfomance Literária “ A Poesia ao Palco!” organizado pelo atelier de Escrita criativa: Sílvia de Almeida Silva, Fernando Mendes, Miguel Moura e Participações: A Dasilva O, Virgílio Liquito, entre outros
Convite está feito, entrada livre
09 junho, 2006
Pulga olha em silêncio o movimento das sirenes. O silêncio reflecte-se na urbe cercada pelo tédio e pelo trovão. No corredor da morte boia o cadáver da literatura. O palhaço ausente relê A Morte da Mãe de Charlot, de Federico García Lorca
Aqui penetra a revolta. Qual? Os mortos que a definam!, Virgílio Liquito no dia da morte da sua mãe
Aqui penetra a revolta. Qual? Os mortos que a definam!, Virgílio Liquito no dia da morte da sua mãe
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