03 março, 2009

QUEM TEM MEDO DE A. DASILVA O.?
Lamentamos mas «A. Dasilva O. Não Desvendará O Mistério da Poesia» no dia 21 de Março dado que a livraria Lello, na pessoa do sr Antero Braga, invocou entre outras razões, a burocracia camarária e todos os seus sete anões, propondo que o "Mistério" seja desvendado no dia S. Nunca à Tarde.

3 comentários:

Anónimo disse...

Nota:o cavalo do Almeida, um quadrupede bem abonado entre pernas, já está a afiar a dentaduça, pois, disse ao Almeida, que não estará disponível para puxar a corroça, a qual poderá transportar o lombo do respeitável Poeta que se move no lusco-fusco da Poesia. Mais diz, que a poesia também comportará todo o tipo de aberrações, e a mais prosaica seria já em pleno trabalho cénico, que ele, o cavalo, começásse a trabalhar, saindo do átrio da reputada livraria sobre o lombo do bem aventurado poeta. E que a carroça, ainda conspurcada de restos de pencas, panfletos e agressivas obras literáras, seria traccionada pelo insígne Prof Pinto. Qual veículo, seu companheiro de trabalho, ao serviço do sr Almeida, seu patrão. admitiria ser carregada pelos circunstantes de ávidos de poesia, enquanto que o Poeta, mesmo que carregado com ele, o cavalo, que não deixaria crescer o seu falo, lhe permitiria, convenhamos, com as inerentes dificuldades, que tais declamações fossem levadas a efeito.

Sílvia S. Sílvia disse...

À questão lançada pelo performer, citaria Maquiavel na medida em que mais vale ser temido do que amado, pois o medo perdura...
Quanto ao cavalo do Sr. Almeida, as minhas condolências pois o animal estava necessitado de ferraduras novas...
E que o mistério da poesia seja desvendado brevemente!

Anónimo disse...

Claro é do cavalo do sr Almeida que ressalta essa fobia.E já agora,então o Sr Antero não sente o que vai na carne do Sr Braga? Será que não seria exequível que esses senhores ao serviço da contra(Cultura), não teriam mãos e beiços aderentes que pudessem sentir o membro, mesmo que arqueado,e respectiva massa testicular do quadrúpede?- Vai mal a Poesia, qual orador, que apenas chapinha o recto, sempre que obra- face à recusa desses arautos cagões que põem em causa e idoneidade dum cavalo, o qual desejaria apenas transpor para as ruas desta cidade, um relinchar de alegria, um salivar espumoso, consonante com os sons e cinesia do Poeta. São velhos caro Orador, apenas não entendem que o cavalo do Sr Almeida, é um animal respeitador. Admite todo o tipo de eventos, não tem preconceitos do foro sexual, e aqui não dão patadas, e a poesia agradecer-lhe-ia se se constasse que em determinada livraria desta cidade, que fora convidado por dois anosos, que vendem cultura, para um trabalho no qual implicaria um esforço a três, com explosões cavalares de confetis à mistura. Pelo menos,como compensação, também se consta, que o sr Almeida já colmatou a tristeza do cavalo, face à única oportunidade que os ditos anosos lhe proporcionariam, pois está farto de transportar pencas, feijão e outros, lhe ofereceu dois pares de ferraduras. Atento aos direitos de todos os Animais, um singular cidadão.RBS